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:: A mais completa biografia de Gabriel García Márquez

Se, como cunhou o próprio Gabriel García Márquez, todo escritor tem uma vida pública, uma vida privada e uma vida secreta – sendo que a primeira pode ser encontrada nos jornais e a última nas entrelinhas das obras de cada autor – chegou a vez de os brasileiros conhecerem a privacidade daquele que está entre os maiores escritores vivos do mundo. Em Gabriel García Márquez: uma Vida, que a Ediouro lança no Brasil, o professor inglês Gerald Martin faz revelações inéditas, conta passagens insólitas, enumera relações formais, informais e exógenas e, principalmente, constrói um retrato sólido de quem seja Gabriel García Márquez, o “Gabo”, prêmio Nobel de Literatura de 1982.  Gabriel García Márquez: uma Vida, lançado originalmente em 2008, é uma obra monumental. O livro resulta de 17 anos de pesquisas e entrevistas (mais de 300) feitas por Gerald Martin na Colômbia, México, Cuba, Espanha e França, países que estão umbilicalmente ligados à história do escritor colombiano.  Depois de acumular mais de 2.000 páginas e 6.000 notas de rodapé sobre a vida e obra de Gabriel García Márquez, Martin decidiu que era hora de publicar uma versão “abreviada”, com 816 páginas, da alentada pesquisa, afim de que o biografado tivesse a oportunidade de ler e criticar o que dele se escreveu (Gabo fez 82 anos em março de 2010).

Nessa biografia, o leitor irá descobrir que o autor que consagrou o realismo mágico latino-americano calcou a extensa obra de mais de três dezenas de títulos quase toda em histórias do seu entorno e de sua própria existência. Gerald Martin faz um detalhado escrutínio em livros como Cem Anos de Solidão, Crônica de uma Morte Anunciada, O Amor nos Tempos do Cólera,  O General em seu Labirinto ou O Outono do Patriarca para cruzar personagens e situações com congêneres os quais Gabriel García Márquez teve contato ao longo da vida, confirmando, assim,  que a obra de Gabo tem mais a ver com sua prodigiosa memória do que com sua também fértil imaginação.

Em Gabriel García Márquez: uma Vida, a narrativa fluente de Gerald Martin apresenta as diversas facetas – algumas contraditórias – do ilustre biografado: o garoto medroso, abandonado pelos pais e criado pelos avós; o precoce jornalista militante sempre a confrontar o status quo; o pobre escritor bissexto que precisou dividir os originais de Cem Anos de Solidão e penhorar bens para conseguir enviar o texto ao editor; o ser político engajado que louva o ditador cubano Fidel Castro ou o amante sem rédeas, que espalhou muitos romances e filhos.

Em Gabriel García Márquez: uma Vida o leitor terá a mais vasta e ampla biografia já feita sobre o escritor colombiano, sem contar a infinidade de histórias surpreendentes e fascinantes que somente a vida de alguém como Gabo poderia proporcionar.  Diante disso, Gerald Martin  diz ainda não estar satisfeito com tudo o que levantou sobre García Márquez e essa sensação de “incompletude”  só se resolverá quando publicar, daqui há alguns anos, a íntegra de sua investigação sobre o autor.

Gerald Martin é professor emérito de línguas modernas da Universidade de Pittsburgh e pesquisador sênior de estudos do Caribe na London Metropolitan University. Também preside o Instituto Internacional de Literatura Ibero-Americana.

Ficha Técnica:

Livro: Gabriel García Márquez: uma vida
Autor: Gerald Martin

Tradução: Cordelia Magalhães

Nº de páginas: 816

Preço sugerido: R$ 89,90

21/04/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | 1 Comentário

:: Documentário “Utopia e Barbárie” chega ao Brasil

Road movie histórico de Silvio Tendler reconstrói o mundo a partir da II Guerra Mundial.

No dia 23 de abril, chega aos cinemas de todo o país o filme “Utopia e Barbárie”, mais novo trabalho do cineasta Silvio Tendler, que se debruçou nos últimos 20 anos sobre o projeto. Partindo da II Guerra Mundial, o filme faz uma revisão nos eventos políticos e econômicos, que desde a metade do século XX elevaram ao risco e até ao desaparecimento dos sonhos de igualdade, de justiça e harmonia, em busca de entender as questões que mobilizam esses dias tumultuados: a utopia e a barbárie.

“Utopia e Barbárie” é um road movie histórico que percorreu ao todo 15 países: França, Itália, Espanha, Canadá, EUA, Cuba, Vietnã, Israel, Palestina, Argentina, Chile, México, Uruguai, Venezuela e Brasil. Em cada um desses lugares, Tendler documentou os protagonistas e testemunhas da história, os apresentando de forma apartidária, mas sem deixar de trazer um pouco do olhar do cineasta, que completa 60 anos em 12 de março de 2010.

Nas telas, Silvio Tendler trafega por alguns dos episódios mais polêmicos dos últimos séculos, como as bombas de Hiroshima e Nagasaki, o Holocausto, a Revolução de Outubro, o ano de 1968 no mundo (Brasil, França, Chile, Argentina, Uruguai, dentre outros), a Operação Condor, a queda do Muro de Berlim e a explosão do neoliberalismo mais canibal que a História já conheceu.

O cineasta foi à procura dos sonhos que balizaram o século XX e inauguram o século XXI. Ao longo de quase duas décadas de trabalho, Silvio Tendler fez uma minuciosa pesquisa e reconstruiu parte da história mundial, através do olhar de personagens com abordagens e trajetórias distintas, que ajudaram a compor um rico painel de nossa época. O diretor entrevistou inúmeros intelectuais, como filósofos, teatrólogos, cineastas, escritores, jornalistas, militantes, historiadores, economistas, além de testemunhas e vítimas desses episódios históricos.

Os dramaturgos Amir Haddad, Augusto Boal e Zé Celso Martinez, a economista Dilma Rousseff, o escritor e jornalista Eduardo Galeano, o poeta Ferreira Gullar e o jornalista Franklin Martins foram alguns dos nomes que concederam ao filme emocionantes depoimentos. Diversas vítimas, testemunhas e sobreviventes também narraram suas trajetórias, como a argentina Macarena Gelman e a brasileira nascida em Havana, Naisandy Barret, ambas filhas de desaparecidos políticos, além do estrategista do exército vietnamita, General Giap.

Cineastas de vários países também contribuíram com suas visões, como Denys Arcand (Canadá), Amos Gitai (Israel), Gillo Pontecorvo (Itália), Fernando Solanas (Argentina), Hugo Arévalo (Chile), Marceline Loridan (França), Mohamed Alatar (Palestina), Shin Pei (Japão), além dos cineastas brasileiros Cacá Diegues, Sérgio Santeiro e Marlene França.

Orçado em R$ 1 milhão, o longa-metragem conta com a narração de Letícia Spiller, Chico Diaz e Amir Haddad. A trilha sonora, especialmente composta para o filme, é assinada por Caíque Botkay,  BNegão, Marcelo Yuka e pelo grupo Cabruêra.

Sobre o diretor

Silvio Tendler é diretor de O Mundo Mágico dos Trapalhões, que fez um milhão e oitocentos mil espectadores; Jango, fez um milhão e Os Anos JK, oitocentos mil espectadores. Seu último longa-metragem, Encontro com Milton Santos, ficou entre os dez documentários mais vistos de 2007. Com seus filmes Silvio ganhou quatro Margaridas de Prata (prêmio dado pela CNBB), seis kikitos (Festival de Gramado) e dois candangos (Festival de Brasília).

Ficha técnica

Título original: Utopia e Barbárie

Gênero: Documentário

Duração: 120minutos

Ano de lançamento: 2010

Distribuidora: Caliban Produções Cinematográficas LTDA

Direção: Silvio Tendler

Roteiro: Silvio Tendler

Narrado por: Amir Haddad, Chico Diaz e Letícia Spiller

Produção: Caliban Produções Cinematográficas LTDA

Trilha Sonora: Cabruera, Caíque Botkay, BNegão e Marcelo Yuka

Videografismo: Irmãos Vilarouca

Montagem: Bernardo Pimenta

Produção Executiva: Ana Rosa Tendler

20/04/2010 Posted by | Agenda cultural, Em cartaz | Deixe um comentário

:: Programação cultural da Pinacoteca Benedito Calixto

No próximo dia 28 de abril (quarta-feira), a Pinacoteca Benedicto Calixto recebe convidados para a apresentação de quatro obras doadas à Fundação. O evento, que tem início às 20h00, também homenageia o ex-presidente da Fundação Pinacoteca, Nelson Oly Varella, com o título de “Presidente de Honra” pelos trabalhos prestados à cultura.

Os três óleos sobre tela e um desenho à carvão que levam a assinatura do pintor Benedicto Calixto passam a incorporar o acervo permanente da Pinacoteca, aumentando o número de obras para 56. As telas “Retrato de Maria Temporal Mendonça” (1891) e “Retrato de Trajano Alípio de Carvalho Mendonça” (1891) foram doados por Paulo Cesar Carvalho de Mendonça. “Revoada de Maio” (1890), por Eurico Ribeiro Mendonça e “Desenho de Figura Religiosa” (s/ data), por Antonio Celso Grecco.

A partir do dia 29 de abril as quatro obras estarão expostas para visitação pública. Para o evento do dia 28 de abril, quando serão apresentadas a convidados, a Pinacoteca fica aberta até às 24h00 e disponibiliza seu estacionamento gratuitamente.

Serviço

Evento: Apresentação de quatro obras de Benedicto Calixto doadas à Pinacoteca e Homenagem ao ex-presidente da Fundação, Nelson Oly Varella
Data: 28 de abril de 2010 (quarta-feira)
Horário: 20h00
Local: Pinacoteca Benedicto Calixto
Endereço: Av. Bartolomeu de Gusmão, 15 – Boqueirão – Santos/SP
Estacionamento gratuito: Av. Epitácio Pessoa, 100 – fundos da Pinacoteca

HILDA HILST: 80 ANOS DE POESIA E PAIXÃO
Hilda Hirst, considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras do século XX, faria 80 anos nesta quarta-feira, 21 de abril. Em sua homenagem os salões da Pinacoteca Benedicto Calixto serão abertos no dia 1º de maio, a partir das 16h00, para uma tarde de leitura e música. 

Durante o evento, o escritor e crítico literário Flávio Viegas Amoreira fará uma apresentação de poemas, textos e cartas assinados pela autora, acompanhado pelo pianista e compositor Tarso Ramos. A programação conta, ainda, com participações especiais do grupo Percutindo Mundos e do jornalista Alessandro Atanes.
 
Sobre Hilda Hilst

A escritora paulista nasceu em Jaú, em 21 de abril de 1930 e faleceu em Campinas, em 4 de fevereiro de 2004. Cursou Direito na Universidade de São Paulo e escreveu por quase 50 anos, tendo sido agraciada com os mais importantes prêmios literários do Brasil. Em 1962, recebeu o PEN Clube de São Paulo, por Sete Cantos do Poeta para o Anjo e, em 1969, a peça O Verdugo arrebatou o Prêmio Anchieta, um dos mais importantes do país na época.

Polêmica na vida e intensa na arte, Hilda Hirst escreveu sobre assuntos socialmente controversos como o lesbianismo, a homossexualidade e a pedofilia, alegando que o seu trabalho queria retratar a difícil relação entre Deus e o homem. Foi traduzida para o inglês, espanhol, alemão e italiano e, hoje, o seu arquivo pessoal encontra-se a disposição de pesquisadores do mundo todo no Centro de Documentação Alexandre Eulálio, da UNICAMP.

Serviço:
Evento – Hilda Hirst: 80 anos de poesia e paixão
Local – Pinacoteca Benedicto Calixto
 Av. Bartolomeu de Gusmão, 15 – Boqueirão – Santos
Horário – 16h00
Entrada franca
COMPANHIA DE DANÇA “DAMAS EM TRÂNSITO E BUCANEIRAS” OCUPA A PINACOTECA NO FINAL DE SEMANA

Nos dias 24 e 25 de abril (sábado e domingo), o salão da Pinacoteca Benedicto Calixto recebe a Companhia Damas em Trânsito e Bucaneiras, com o espetáculo “Duas Memórias”. A proposta é levar ao público a interação entre o espaço em que o grupo está se apresentando com a música e dança.

Segundo a direção do espetáculo, os cinco intérpretes de “Duas Memórias” levam à tona o diálogo entre a memória impressa na arquitetura e a dinâmica cotidiana do espaço. A partir dessa idéia surge a improvisação visual e sonora.

A trilha sonora é uma transcrição das obras da compositora brasileira Chiquinha Gonzaga (1847 – 1935), para piano, violino, escaleta e percussão. Os figurinos são inspirados no Belle Epóque, com adaptações para a linguagem contemporânea. O espetáculo, itinerante, tem duração de aproximadamente 50 minutos.

A direção está à cargo de Alex Ratton Sanchez, a produção executiva é de Zeca Duarte e figurino de Iara Wisnik. A Companhia “Damas em Trânsito e Bucaneiras” foi criada em 2006 e tem como proposta inicial se apresentar em espaços não convencionais.

Ficha Técnica

Artistas e criadores

Carolina Callegaro / Ciro Godoy/ Clara Gouveia/ Débora Marcussi/ Laila Padovan

Serviço

Evento: Espetáculo “Duas Memórias” – Companhia Damas em Trânsito e Bucaneiras (Gratuito)
Data: 24 e 25 de abril de 2010 (sábado e domingo)
Horários: sábado às 15h00 e domingo às 16h00
Local: Pinacoteca Benedicto Calixto
Endereço: Av. Bartolomeu de Gusmão, 15 – Boqueirão – Santos/SP
Estacionamento gratuito: Av. Epitácio Pessoa, 100 – fundos da Pinacoteca

19/04/2010 Posted by | Agenda cultural | Deixe um comentário

:: O maestro Cláudio Cruz é homenageado pelos 20 anos como spalla da OSESP

Nos dias 22, 23, às 21h e 24 de abril, às 16h30, o maestro Cláudio Cruz será homenageado pelos 20 anos como spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo –OSESP, em concerto na Sala São Paulo. Cláudio Cruz será o solista da noite interpretando o Concerto para Violino de Ronaldo Miranda. A regência é de Roberto Minczuk. Atualmente Cláudio Cruz é o diretor artístico e musical da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto.

Claudio Cruz começou a reger em 1996 uma orquestra de cordas em Goiás. Em 1999 regeu a OSESP. Entre 1999 a 2001 regeu a Orquestra Sinfônica de Brasília. Em 2001 foi contratado para reger a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. De 2003 a 2005 foi regente titular da Sinfônica de Campinas. Desde 2005 é regente titular da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Em 2010 regeu o concerto de abertura do Ano Chopin no Brasil com Nelson Freire como solista.

Em 2010 regerá a Orquestra de Câmara de Osaka no Japão, a Orquestra do Teatro Solis em Montevidéu e a Orquestra de Câmara de Toulouse, em Aix en Provence.

Claudio Cruz iniciou seus estudos de violino com seu pai, o luthier João Cruz e recebeu posteriormente, orientação de Erich Lehninger (violino) e Olivier Toni (teoria musical). Como extensão de sua formação, frequentou cursos ministrados por Joseph Gingold, Chaim Taub e Kenneth Goldsmith nos Estados Unidos.

Vencedor de diversos concursos no Brasil foi premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) em 1985 e 1997 e em 2002, com o Quarteto Amazônia recebeu o Grammy latino pela sua gravação de Piazzzolla.

Em 1991 estreou na Europa como solista da “Kammerorchester Berlin”. Já nesta ocasião, foi aclamado como “grande intérprete de Mozart” pelo jornal “Berliner Morgenpost”.

Ocupou  por dez anos o cargo de diretor musical da Orquestra de Câmara Villa-Lobos, por dois anos o de diretor artístico e musical da Sinfônica de Campinas e regente da Orquestra de Câmara da OSESP .

Em sua intensa atividade como regente, apresentou-se frente a algumas das mais importantes orquestras brasileiras, destacando-se a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica de Brasília, Orquestra Sinfônica Nacional do Rio de Janeiro, e Orquestra Sinfônica de Curitiba.

Na temporada de 2004, regeu a ópera “Lo Schiavo” com a Sinfônica de Campinas e os concertos de câmara da OSESP.

Em 2005 esteve a frente das  Orquestra das Américas na Flórida, a Orkester Metropol em Amsterdam, OSESP, Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica da Bahia e Sinfônica de Campinas, regendo a ópera “Don Giovanni”, de Mozart.

Em 2006 regeu a Orquestra de Avignon na França e a Orquestra de Câmara de Osaka no Japão.

Em 2007 com a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, regeu a ópera “Rigoletto”  no Teatro D. Pedro em Ribeirão Preto.

Em 2009 regeu na França e, no Brasil, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e Orquestra Sinfônica Brasileira no Rio de Janeiro.

Youtube:

 Richard Strauss – Horn Concerto No. 1 Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto,  Maestro: Claudio Cruz – http://www.youtube.com/watch?v=7RtlL3k7wbQ

 

Informações sobre o concerto no site da OSESP: http://www.osesp.art.br/novo/Programacao/calendario.aspx?Concerto=anterior

18/04/2010 Posted by | Agenda cultural | Deixe um comentário

:: Nova Paixão: Saulo Roston, vencedor do programa “Ídolos”, mostra a que veio

O que faz ou torna alguém um exemplo para outras pessoas se espelharem? Saulo Roston pode ainda não ter essa resposta, mas foi consagrado, na última temporada do programa “Ídolos”, da TV Record, como um deles. Se ele, artista principiante e com uma voz suave merece tal honraria, ou se irá manter-se no posto por muito tempo, só o futuro dirá. O que pode ser constatado é que talento, ele tem de sobra. Personalidade, também, pois a cada “round” do realitty show imprimia suas marcas vencendo, num duelo entre Davi e Golias, o grande favorito da última e mais importante noite. Para o respeitável público, Saulo Roston. Desta vez, mostrando o seu verdadeiro “eu”.
RESENHANDO – Como começou a sua história no meio musical?
SAULO ROSTON –
Comecei a cantar com 13 anos e o engraçado é que nos lugares que ia tocar não podia entrar. Tive que me esconder várias vezes e parar o show para aquele clássico intervalinho de 15 minutos para me esconder até o pessoal do juizado de menores ir embora. Aos 15 anos, mudei para Goiania e continuei cantando em bares. Aos 17, mudei para Malaysia, onde fui contratado por 1 ano para cantar como backing vocal e “refronista” do rapper Joe Flizzow, Too Phat. Retornei e em 2008 participei do Ídolos, não passei da primeira vez, fiquei entre os 30. Em 2009, estudei e ralei muito durante 1 ano para chegar aqui. E olha onde eu tô!

RESENHANDO – Em uma reportagem exibida no programa “Hoje em dia”, da Rede Record, quando estava com o seu CD em mãos, você disse: “- Eu sonho como isso desde criança”. Conte um pouco da sua realização como músico.
SAULO ROSTON –
O CD foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, resultado de muito esforço e estudo. Sempre quis ter um CD com meu nome, onde eu pudesse mostrar para as pessoas o meu jeito de interpretar a vida e as canções.

RESENHANDO – O programa Ídolos, em 2009, teve grandes vozes na disputa pelo primeiro lugar da competição. Agora, com o CD gravado, como é ser o escolhido do grande público?
SAULO ROSTON –
Primeiro, eu me senti super honrado de ser o escolhido do Brasil entre esses cantores maravilhosos que participaram do Ídolos. É muito bom saber que as pessoas gostam de você e gostam de te ouvir, é um dos melhores sentimentos do mundo, se não o melhor! Saber que uma pessoa tirou do dinheiro do sustento da família para, literalmente, me dar de presente é simplesmente lindo! Afinal eles votaram em mim, me escolheram.

Confira a entrevista na íntegra em http://www.resenhando.com/rg/rg7010-saulo-roston.htm

14/04/2010 Posted by | Mais cultura | Deixe um comentário

:: Festival SESC Melhores Filmes 2010: 36ª edição do festival acontece de 08 a 29 de abril

O mais antigo festival de cinema da cidade de São Paulo, o Festival SESC Melhores Filmes 2010 chega com novidades em sua 36ª edição. Com 315 filmes concorrentes, sendo 85 títulos nacionais (incluindo 56 documentários e quatro coproduções), as melhores produções de 2009 foram votadas por críticos de todo o país e júri popular, e os vencedores serão exibidos entre 08 e 29 de abril. No total, o Festival exibirá 36 filmes, sendo 20 internacionais e 16 nacionais.

Em 07 de abril, será realizada a noite de premiação com apresentação do jornalista da TV Cultura, Cunha Jr.  Os melhores filmes foram eleitos por mais de 12 mil votos do público e mais de 70 críticos de todo o território nacional em seis categorias nacionais e quatro internacionais. Os vencedores irão receber o prêmio idealizado pelo artista Emanuel Araújo.

Acessibilidade

Um dos grandes destaques do 36º Festival SESC Melhores Filmes 2010 será a inclusão do recurso da Audiodescrição em todos os filmes exibidos, uma tecnologia que permite aos deficientes visuais compreender a narrativa através da ‘tradução’ de imagens em palavras pela descrição das mesmas em conjunto com as falas originais. 

Além disso, os deficientes auditivos também poderão acompanhar todas as exibições do Festival através do sistema de legendagem Open Caption que descreve o áudio do filme.

Tela grande

Outra novidade na edição 2010 do evento será a inauguração da nova tela de projeção Perlux 1,8 / Harkness, com área de exibição de 15,12m por 6,43m, representando um ganho de 1.8 e atendendo aos padrões internacionais para projeções digitais padrão dci.

Todos os sentidos

Paralelamente aos filmes que serão exibidos durante o Festival, acontece a exposição 35mm em Relevo, uma exposição tátil em que imagens de clássicos do cinema brasileiro são convertidas em placas com relevos que destacam os volumes produzidos pelos contrastes de luz e sombra das fotografias em preto e branco.

As obras são colocadas em suportes com inclinação de 15º para que o público possa tocá-las confortavelmente, percebendo a relação das formas. A exposição é aberta ao público em geral, possibilitando que estes sintam a experiência de “enxergar” com as mãos.
Os filmes retratados são: “O Beijo da Mulher Aranha” e “Pixote, a Lei do Mais Fraco” de Hector Babenco, “Terra Estrangeira” de Walter Salles, “Dona Flor e Seus Dois Maridos” de Bruno Barreto, “Eles Não Usam Black-Tie” de Leon Hirszman, “A Dama Do Cine Xangai” de Guilherme de Almeida Prado, “Alma Corsária” de Carlos Reichenbach, “O Pagador de Promessas” de Anselmo Duarte, “Vidas Secas” de Nelson Pereira dos Santos, “Os Cafajestes” de Ruy Guerra, “Macunaíma” de Joaquim Pedro de Andrade, “As Amorosas” de Walter Hugo Khouri, “Barro Humano” de Adhemar Gonzaga, “São Paulo S/A” de Luis Sérgio Person e “Toda Nudez Será Castigada” de Arnaldo Jabor.

SERVIÇO

36º Festival SESC Melhores Filmes 2010

De 08 a 29 de abril

CineSESC
Rua Augusta, 2075 – Cerqueira César – São Paulo/SP

Tel: (11) 3087-0500

email@cinesesc.sescsp.org.br
www.sescsp.org.br
 

INGRESSOS:

Ingresso individual: R$ 4,00 (inteira), R$ 2,00 (estudante, aposentado/idoso, professor da rede pública e usuário inscrito) e R$ 1,00 (trabalhador do comércio e serviços, matriculado).

Passaporte 15 filmes: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (estudante, aposentado/idoso, professor da rede pública e usuário inscrito) e R$ 10,00 (trabalhador do comércio e serviços, matriculado). OBS: A compra do passaporte dará direito a 15 (quinze) ingressos, sendo 01 (um) ingresso por sessão.

Formas de pagamento: à vista, em dinheiro ou cheque; crédito pelos cartões Visa, Mastercard e Diners Club Internacional; débito pelos cartões Visa Electron, Mastercard Eletronic, Maestro, Redeshop e Cheque eletrônico.

Horário de atendimento: todos os dias, inclusive feriados, das 14h às 21h.

01/04/2010 Posted by | Agenda cultural | Deixe um comentário