Blog do Resenhando: O Seu Site Cultural

Espaço de apoio do site Resenhando.com

:: Seminário de Cinema abre inscrições

O FIICAV que acontece paralelamente à SET Broadcast&Cable apresenta as principais tendências do mercado audiovisual. A produção de filmes brasileiros em 3D e a projeção 4k e 2k estão entre os destaques do evento que reúne diversos profissionais ligados ou interessados em cinema e área audiovisual.


São Paulo, julho de 2010 – Para participar do 6º Seminário Internacional de Negócios da Indústria Audiovisual (FIICAV), que faz parte da Feira Internacional de Tecnologia em Equipamentos e Serviços para Engenharia de Televisão, Radiodifusão e Telecomunicações, a SET Broadcast & Cable, que acontece de 25 a 27 de agosto, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, os interessados precisam preencher a ficha de inscrição até a data de início do evento.

O encontro entre grandes nomes e marcas da indústria audiovisual no FIICAV acontece nos dias 25 e 26 de agosto. Na ocasião, serão apresentadas as principais novidades e tendências internacionais da indústria audiovisual. A produção de filmes nacionais em 3D e a projeção 4k e 2k, estão entre os destaques do evento que reúne diversos profissionais ligados ou interessados no setor de cinema e audiovisual.

Também fazem parte da programação do seminário, discussões sobre a oferta de conteúdos alternativos para salas de cinema e sua regulamentação, financiamento para digitalização, janelas de exibição, fundo setorial na produção e distribuição, e fundo setorial na exibição.

De acordo com Christina Castello, diretora da FIICAV, o objetivo do encontro é incentivar o crescimento da indústria audiovisual por meio do intercâmbio dos setores envolvidos. “O seminário fomenta discussões, trocas de experiências e intercâmbio de ideias, que contribuem para o desenvolvimento de bons negócios e estimulam o amadurecimento do setor no país”, completa.

Serviço
6º Seminário Internacional de Negócios da Indústria Audiovisual (FIICAV)
Local: Centro de Exposições Imigrantes
Horário: 9h
Endereço:
Programação do Seminário e Informações: http://www.broadcastcable.com.br
Prazo para as inscrições: As inscrições devem ser feitas até o dia 20 de agosto via ficha de inscrição. Após essa data, as inscrições devem ser feitas no(s) dia(s) do evento (sem desconto).
E-mail: fiicav@certame.com

Preços:
Até o dia 10 de agosto – 1 dia: R$ 350,00
2 dias: R$ 650,00
Após o dia 10 de agosto – 1 dia: R$ 400,00
2 dias: R$ 750,00

*Menores de 16 anos não poderão participar dos eventos.

SET Broadcast & Cable
Em sua 19ª edição, a SET Broadcast & Cable é reconhecida como a principal iniciativa no segmento de tecnologia em equipamentos e serviços para engenharia de televisão, radiofusão e telecomunicações da América Latina. Além da feira com expositores nacionais e internacionais, o evento contempla o Congresso SET, realizado pela Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão e o FIICAV – Feira e Seminário Internacional da Indústria do Cinema e Audiovisual.

O público previsto é de 10 mil pessoas entre profissionais, empresários e executivos do mercado de produção e distribuição de conteúdo eletrônico de multimídia, incluindo TV aberta e por assinatura, rádio, internet, indústria, produção e telecomunicações.

Siga o perfil exclusivo da Trama sobre tecnologia: @tramati

Anúncios

23/07/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Exposição da Fritz Dobbert no MUBE

De 13 a 16 de agosto a fábrica de pianos Fritz Dobbert comemora 60 anos com uma exposição de fotografias e pianos no MUBE – Museu Brasileiro de Escultura, no Jardim Europa. Essas imagens contam a trajetória da indústria que se completa com a história do piano no Brasil. “Nós brindamos este momento e comemoramos o lugar de maior indústria de pianos da América Latina,” comenta Célio Bottura, Sócio-Diretor da Fritz Dobbert.

Aberta ao público e gratuita, a exposição traz, além de pianos de cauda e verticais, cerca de 30 cartazes, cada um com várias fotos, que contam a história das famílias dos fundadores da Fritz Dobbert, Otto Halben, Célio e Thyrso Bottura. Além das fotos, a mostra traz também cartazes, folhetos e notas em jornais de cada época que contam a trajetória da indústria.

No início da exposição há imagens dos fundadores que iniciaram como empresários em outros ramos de atuação, um criou a primeira fábrica de jóias no Brasil, e outro uma importadora de equipamentos fotográficos.

Com essa exposição, a Fritz Dobbert comemora com o público os seus 60 anos e suas conquistas na cultura musical do país.

Fundação da Fritz Dobbert:

Em 1950, quando foi fundada com o nome de Indústria de Pianos Halben, já tinham outros fabricantes de piano no Brasil. No começo a indústria só fabricava o piano vertical e o primeiro protótipo só ficou pronto em 1951. As imagens dessa conquista estão no quarto cartaz. No próximo cartaz surgem as imagens da sede da Fritz Dobbert transferida em 1956 para o bairro de Pirituba, em São Paulo. Era um período que a fábrica construía pianos de várias marcas como Meister, Vierkant, Loreley, Niendorf, Printz, Graubott. Foi em 1958 que passaram a construir os pianos batizados de Fritz Dobbert. O oitavo cartaz mostra a expansão da indústria que passa a produzir em 1963 violões, violas, cavacos, bandolins e outros instrumentos de cordas com a marca Fiesta e Staccato. “Eram tempos de bossa nova e dos ritmos da Jovem Guarda, que ajudaram a impulsionar o consumo de instrumentos musicais no Brasil”, explica Bottura.
Outro cartaz mostra imagens da década de 70, um marco importante para a Fritz Dobbert, que assumiu a liderança nacional dos fabricantes de pianos, atingindo a produção de 180 unidades mensais em 1971.

O início das exportações:

Nas imagens desse período, a mostra traz o avanço tecnológico e os maquinários adquiridos que foram responsáveis por um salto na produção. Foi a época que a Fritz Dobbert participou de feiras internacionais na França e Bélgica e o início das exportações para França, Holanda, Bélgica, Alemanha, Portugal, Grécia, Israel, Japão, Canadá, Colômbia, Argentina, entre outros países.

Profissionais especializados

Algumas fotos mostram a mão-de-obra especializada que foi um período marcado por importantes intercâmbios tecnológicos entre a fábrica do Brasil e empresas européias.
Técnicos da fábrica viajaram para o exterior para estagiar na renomada fábrica de pianos Euterpe, na Alemanha. De lá vieram ao Brasil os projetistas Klauss Fenner, com trabalhos desenvolvidos nas fábricas Ibach, Seiler, Dietmann, entre outras e Lothar Thomma, diretor técnico da Bechstein. Da Inglaterra vieram Dietrich Dotzek e Less Astell, da fábrica Herrburger Brooks, especialistas em teclado e mecanismo para piano.
Atentos para a necessidade de assistência técnica de qualidade promoveram cursos para a formação técnica de afinador. Vieram candidatos de todas as regiões do país.

Pianistas

Alguns cartazes mostraram artistas renomados que já tocaram em pianos Fritz Dobbert como Amaral Vieira, André Mehmari, Arrigo Barnabé, Arthur Moreira Lima, Astor Piazzola, Benito de Paula, Buddy Guy, Cesar Camargo Mariano, Charles Aznavour, Chico Buarque de Holanda, Diane Warwick, Dori Caymmi, Eduardo Duzek, Egberto Gistmonti, Francis Hime, Guilherme Arantes, Ivan Lins, João Donato, Johnny Alf, Miguel Proença, Paulo Gazzaneo, Richard Clayderman, Traditional Jazz Band e Wagner Tizzo.

Histórico da Fritz Dobbert

A partir da proposta simples, mas ousada de construir uma empresa que pudesse contribuir para a formação musical e cultural do país, nascia em 13 de maio de 1950, a Pianofatura Paulista S.A., em um modesto galpão na região norte da cidade de São Paulo, fundada pelo alemão Otto Halben e os irmãos Celio e Thyrso Bottura. Após décadas de muito empenho e dedicação, a empresa consolida-se como a maior indústria de pianos do país e, se instalada em 1956 em uma área de 27.500 m2 com 14.500 m2 de edificações no bairro de Pirituba em São Paulo. A indústria passa a incorporar avançada tecnologia à tradicional habilidade artesanal, necessária à construção de um instrumento acústico.

Otto Halben resolveu fundar a Fritz Dobbert após ter trabalhado como artesão em várias fábricas de piano na Europa. Ele se uniu aos irmãos Celio e Thyrso Bottura. Atualmente são 110 funcionários. A Fritz Dobbert produz anualmente 1.000 unidades e tem o faturamento de 15 milhões de reais. Os pianos custam em média entre R$ 8.500,00 e R$ 52.000,00. Um piano leva dois meses em média para ser construído. A Fritz Dobbert fabrica pianos de cauda, verticais e importa pianos digitais. “Hoje há financiamentos que ajudam estudantes e profissionais da música a comprar o seu piano,” conta Bottura. Desde 1994, a Fritz Dobbert é a importadora oficial dos pianos Kawai para o Brasil. Além dos pianos a Fritz Dobbert constrói ainda móveis de alto-padrão que vende diretamente sob encomenda a lojas sofisticadas.

Técnica de manufatura de um piano Fritz Dobbert

Os pianos Fritz Dobbert são confeccionados com madeiras selecionadas, que passam pelo processo de secagem natural e em estufas automatizadas. A tábua harmônica com os demais componentes que compreendem a estrutura do piano são feitos de madeira maciça de pinho. “A tábua harmônica de um piano é um elemento de extrema importância, pois a qualidade do som é o resultado de como ela vibra”, explica Bottura. No piano de meia-cauda a Fritz Dobbert usa a tábua-harmônica Ciresa, de Abete Rosso, importada da Itália. Toda a construção do elemento acústico é feita por artesãos, cujo ofício é aprendido na própria fábrica, com o conhecimento adquirido na Europa. O complexo mecanismo de acionamento de um piano chega a ter quase 5 mil peças. A Fritz Dobbert instala em seus pianos de um-quarto e meia-cauda o renomado mecanismo Renner, importado da fábrica de Stuttgart, na Alemanha. Atualmente os pianos verticais podem ter várias cores externas, desde as tradições cores de madeiras como branco, verde e até lilás, feitos por encomenda.

Serviço:
60 Anos da Fritz Dobbert
Exposição de fotografia e pianos
Dias 13 à 16 de agosto, das 11h às 17h
Aberta ao público
Grátis!

MuBE
Av. Europa, 218
Tel: 2594-2601

23/07/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Exposição inédita no Teatro Cultura Artística traz acompanhamento do restauro do Painel de Di Cavalcanti

Exposição inédita aberta ao público, realizada no Teatro Cultura Artística dá à população oportunidade de acompanhar de perto o restauro do Painel de Di Cavalcanti, destruído pelo incêndio que atingiu o teatro em 2008. A exposição está montada ao longo da fachada do teatro, na Rua Nestor Pestana, no Centro de São Paulo.

Idealizada pela produtora cultural Ana Maria Xavier, e patrocinada pela Racional Engenharia – construtora responsável pela primeira etapa da reconstrução do Teatro Cultura Artística – a exposição mostra a história da Sociedade de Cultura Artística, desde 1912, até o incêndio, em agosto de 2008, apresentando-o como uma referência na produção musical e teatral da cidade de São Paulo, assim como a importância do painel de Di Cavalcanti. “É uma honra para a Racional Engenharia patrocinar esta exposição, que resgata a trajetória do Teatro Cultura Artística e sua relevância na vida cultural de nossa cidade. O apoio da Racional à exposição é uma das várias ações da empresa para incentivar a cultura e valorizar o patrimônio arquitetônico brasileiro”, destaca Renata Ruggiero Moraes, gerente sênior da construtora.

Além da parte histórica, é mostrado em tempo real o andamento do restauro do Painel pelas equipes de restauradores e arquitetos envolvidos no processo. “Esse é sem dúvida o grande diferencial desse projeto: o acompanhamento pelo público em tempo real do andamento da obra de restauro é algo inédito em exposições”, afirma Ana Maria Xavier.

O maior painel existente de Di Cavalcanti – 48m X 8m – emoldura a fachada do Teatro desde sua inauguração, e é o protagonista dessa primeira etapa de reconstrução, já que no início de junho, começou a ser restaurado por equipe de especialistas da Oficina de Mosaicos, liderados pela arquiteta e restauradora Isabel Ruas. Intitulado “Alegoria das Artes”, a obra foi o primeiro grande painel em mosaicos instalado em uma fachada em São Paulo.

A exposição

Apoiada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei Municipal nº 10.923/90), a exposição transformou os tapumes da obra do Teatro em painéis de fotos e vídeos sobre a sua história e sobre o painel de Di Cavalcanti. Além disso, há transmissão de imagens em tempo real do processo de restauro do painel. “Com essa transmissão é possível que a população de São Paulo tenha acesso ao processo de restauração e conheça melhor o que a obra significa para a história e o Patrimônio Cultural da cidade de São Paulo”, diz Ana Maria. Segundo ela, para a viabilização da mostra, foram concedidas todas as autorizações públicas necessárias, já que se trata de uma exposição na calçada, realizada em tapumes de obras.

A mostra está dividida em três módulos: o primeiro reúne fotos do arquivo do arquiteto Rino Levi (responsável pelo projeto original do Teatro), com montagem e legendas curtas que mostram o significado do painel dentro da obra de Di Cavalcanti e no movimento modernista. “Para isso, foi realizada uma pesquisa histórica e foram selecionadas fotos em conjunto com a direção da Sociedade de Cultura Artística”, relata Ana Maria.

O segundo módulo é multimídia e foi montado em telas de LCD , que transmitem imagens de documentários sobre o Teatro e o painel. Um dos monitores está diretamente ligado à câmeras colocadas no local de trabalho dos restauradores. Quatro câmeras mostram em tempo real e de forma intercalada as intervenções no painel e outras duas mostram as atividades da oficina onde o material de trabalho é preparado.

O terceiro e último módulo fecha a exposição e conta com fotos do acervo da Sociedade de Cultura Artística e de jornais. “Tudo isso pode ser apreciado pelo público gratuitamente”, comemora Eric Klug, Relações Institucionais da Sociedade de Cultura Artística. “E ainda atraímos o público para acompanhar de perto a reconstrução do Teatro, disseminando sua importância cultural para a cidade de São Paulo”, completa.

Visitas Técnicas sobre Restauração de mosaicos
As visitas técnicas são destinadas a profissionais e estudantes ligados à arquitetura e à restauração. Os visitantes poderão acompanhar de perto o restauro do painel no Teatro Cultura Artística e ao espaço de trabalho dos restauradores, por meio de visitas previamente agendadas e monitoradas que acontecem uma vez por mês. “O foco das visitas é a técnica do processo de restauro de mosaicos. A equipe responsável pelo restauro explicará o trabalho e mostrará suas oficinas”, explica Ana Maria Xavier.
Visitas Monitoradas
As visitas monitoradas são para grupos de até 12 pessoas. Tanto as visitas técnicas como as monitoradas podem ser realizadas apenas nos dias úteis, em virtude do trabalho dos restauradores.

Aos finais de semana e feriados é possível acompanhar a exposição sem agendamento, estarão disponíveis para a observação do público os monitores 1 e 3, sendo exibido no primeiro um documentário sobre a Cultura Artística, e no terceiro uma edição do trabalho realizado desde o início do restauro, em junho, até o momento. O segundo monitor que retransmite as imagens das seis câmeras ao vivo estará desligado, já que os restauradores não estarão no local.
Para maiores informações e agendamentos: (11) 5083-4360 ou pelo e-mail exposicaodicavalcanti@viadasartes.com.br
Exposição
Funcionamento: Todos os dias, das 09h às 17h
Visitação gratuita

Endereço: Teatro Cultura Artística, Rua Nestor Pestana, 196, Consolação.

23/07/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Aladdin é atração das férias de julho

O musical Aladdin é a grande atração das férias no Credicard Hall. A família toda poderá conferir a essa super produção, adaptada do conto clássico da literatura árabe, nos dias 24 e 25 de julho. Os ingressos já estão à venda pelo telefone 4003-5588, pela internet (www.ticketsforfun.com.br) na bilheteria oficial do evento e nos demais pontos de vendas espalhados pelo Brasil. A realização é da Chaim Produções.

Para adaptar as cenas de um dos contos mais famosos da literatura mundial, consagrado pelo cinema e pelo desenho animado, o musical Aladdin conta com um elenco de mais de 20 atores e uma equipe de profissionais que criou efeitos especiais surpreendentes. O cenário, concebido por José Dias, é composto por telões de projeção de imagens, além de peças e adereços que criam um ambiente capaz de ilustrar com propriedades o mundo das personagens.

Depois de um longo tempo de pesquisas para elaboração da adaptação, coordenada por Paulo Ribeiro com texto de Igor Miranda, o resultado é um espetáculo fascinante, com visual original, que deverá impressionar a quem assistir. As emocionantes canções, dirigidas por Carlos Bauzys e as 230 peças de figurinos luxuosos de Leo Diniz, aliados às coreografias extasiantes de Fernanda Chamma, farão todos embarcarem nesse universo de fantasia e sonho.

SINOPSE
A romântica história do jovem órfão Aladdin é narrada a partir da visão de Sherazade, a grande personagem contadora de histórias do clássico As Mil e Uma Noites. Na tentativa de por fim ao terrível decreto do rei da Pérsia – que ao ser traído por sua esposa decreta que desposará, todas as noites, uma jovem e ao amanhecer a jovem deverá ser sacrificada – se oferece para desposá-lo.

Já na primeira noite, narra as aventuras do adolescente malandro Aladdin, que vive de travessuras pelas ruas da cidade de Ágraba e está sendo procurado pelo feiticeiro Jaffar, que ao ver seus poderes diminuírem, pretende encontrar e convencer o jovem a retirar uma lâmpada mágica de dentro de uma tenebrosa gruta.

Porém, seus planos são contrariados por uma série de acontecimentos, que vão desde o aparecimento de um Gênio muito divertido e trapalhão, até um casual encontro do travesso Aladdin com a princesa Jasmine, onde se inicia uma bela e emocionante história de amor impossível.
Uma grandiosa e arrebatadora encenação, que canta o amor, a amizade, a liberdade e os sonhos, onde o humor e a diversão são garantidos a toda família. Certamente o público brasileiro irá se surpreender com a grandiosidade e profissionalismo desta produção, que tem dimensões inimagináveis e tecnologia a serviço do bom e verdadeiro entretenimento que hoje conseguimos realizar sem nada a dever às grandes produções internacionais.

FICHA TÉCNICA
Texto: Igor Miranda
Adaptação: Paulo Ribeiro
Músicas: Carlos Bauzys
Letras: Paulo Ribeiro
Direção Musical: Carlos Bauzys
Direção Cênica: Paulo Ribeiro
Cenografia: José Dias
Figurinos e Adereços: Leo Diniz
Direção de Coreografia: Fernanda Chamma
Preparação Corporal e Dance Captain: Dani Calicchio
Preparação Vocal: Amélia Gumes
Design Gráfico: Vicka Suarez
Design de Vídeo: Mok Produções
Coordenação de Projeto: Flavia Barion
Coordenação de Produção: Rosangela Longhi
Coordenação de Produção Temporada: Tatiana Véliz
Coordenação de Turnê: Valéria Keller e Marly Silva
Administração: Flandia Mattar
Produção Executiva: Marinês Chaim
Produção Geral: Sandro Chaim
Co-Produção: Inverso Produções Artísticas LTDA
Realização: Chaim Produções
Serviço Aladdin – São Paulo
Realização: TIME FOR FUN
Local: Credicard Hall – Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro
Site: http://www.credicardhall.com.br
Telefones para informações: 4003-5588
Venda a grupos: (11) 2846-6166 / 6232
Temporada: 24 (sábado) e 25 (domingo) de julho
Horário: sábado às 15h e às 18h; domingo às 18h
Duração espetáculo: aproximadamente 1h50
Classificação etária: Livre, Acompanhados dos pais ou responsáveis legais e a partir de 12 anos desacompanhados
Capacidade: 2299 lugares
Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo
Co-Patrocínio: Citibank / Itaipava Premium
Apoio: Samsung
Seguradora Oficial: Allianz
Estacionamento: terceirizado: R$ 25,00
Acesso para deficientes
Ar condicionado

PREÇOS DE INGRESSOS
Configuração “Teatro”
NORMAL
½ ENTRADA
CADEIRA VIP
R$ 120,00
R$ 60,00
CADEIRA SETOR I
R$ 100,00
R$ 50,00
CADEIRA SETOR II
R$ 80,00
R$ 40,00
POLTRONA SETOR I
R$ 70,00
R$ 35,00
POLTRONA SETOR II
R$ 50,00
R$ 25,00
CAMAROTE SETOR I
R$ 120,00
R$ 60,00
CAMAROTE SETOR II
R$ 110,00
R$ 55,00

– Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário.
– Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva e poderão adquirir ingressos entre os dias 13 e 19 de maio.
– Ingressos promocionais destinados aos clientes CREDICARD, CITIBANK E DINERS que efetuarem compra, serão vendidos com 25% de desconto, todos os dias, na quantidade máxima estipulada de 10% da capacidade da casa por setor.
– Clientes dos cartões CREDICARD, CITIBANK E DINERS que efetuarem compra via internet até 72 horas antes do evento, serão isentos de taxa de entrega.
– Clientes do cartão de crédito MasterCard podem optar pela tecnologia MasterCard ShowPass, no qual o cartão vira ingresso. Mais informações no site: http://www.mastercardshowpass.com.br.
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Credicard Hall – diariamente, das 12h às 20h – Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pontos de venda no link:
premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx
Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) – 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.

Pela Internet: http://www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

Formas de Pagamento:
Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

22/07/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Callis fecha parceria com editora espanhola e lança novo selo na FLIP

A Kalandraka, editora de livros infantis fundada há 11 anos na Galícia, chega ao Brasil e prevê lançamento de dez títulos.

O interesse hispano pelo mercado editorial brasileiro continua em alta. A Callis Editora uniu-se à espanhola Kalandraka para criar o selo Kalandraka Brasil, que será lançado na Feira Literária de Parati. A partir do início de agosto, os leitores brasileiros terão à sua disposição em português as obras: “A Zebra Camila” (Marisa Nuñes), “Grão de Milho” (Olalla González), “O Leão Kadinga” (Boniface Ofogo), “Sonho de neve” (Eric Carle), “Uma Lagarta Muito Comilona” (Eric Carle) e “Um Grande Sonho” (Felipe Ugalde) e “Perto” (Natalia Colombo).

“A Kalandraka é uma editora pequena, mas de grande prestígio na Espanha por publicar títulos de alta qualidade”, afirma Miriam Gabbai, diretora da Callis Editora. Segundo ela, os primeiros livros lançados no mercado nacional foram vencedores da última edição do Prêmio Internacional Compostela para livros ilustrados, promovido pela editora espanhola.

22/07/2010 Posted by | Mais cultura | Deixe um comentário

:: “O Bem Amado” nos cinemas

Produção nacional leva as telas de cinema um dos personagens mais conhecidos da dramaturgia brasileira: Odorico Paraguaçu.

Odorico Paraguaçu é um dos personagens mais emblemáticos da dramaturgia brasileira. Eternizado por Paulo Gracindo na série de televisão “O Bem Amado”, ele chega agora as telas de cinema interpretado por Marco Nanini em uma produção dirigida por Guel Arraes. O filme, que tem estreia nacional nesta sexta (23/7), tem várias opções de horário no Cinesystem Praia Grande: 13h40, 16h20, 19h e 21h40.

Baseado na obra de Dias Gomes, “O Bem Amado” conta a história do prefeito Odorico Paraguaçu (Marco Nanini), que tem como meta prioritária em sua administração na cidade de Sucupira a inauguração de um cemitério. É apoiado pelas irmãs Cajazeiras (interpretadas por Andréa Beltrão, Drica Moraes e Zezé Polessa) – com as quais o político viúvo mantém relações muito próximas. E tem em Vladimir (Tonico Pereira), dono do único jornal da cidade, seu principal opositor.

A história passada no início dos anos 60 é narrada por Neco Pedreira (Caio Blat), um jovem que se apaixona por Violeta (Maria Flor), a filha do prefeito, moça moderna que estuda na capital. Os dois vivem um romance proibido enquanto Odorico sonha em abrir o cemitério municipal. Por falta de defunto, o prefeito nunca consegue realizar sua meta. Odorico arma situações para que alguém morra – inclusive importando um moribundo (Ernesto) que não morre e contratando Zeca Diabo (José Wilker), o matador responsável pela morte de seu antecessor.

Promoções – As promoções oferecidas pelo Cinesystem são variadas. Na “Mega Fim de Semana”, toda sessão de sexta e sábado iniciada até às 17 horas tem ingresso promocional de R$ 10 para filmes 2D e R$18 para 3D a inteira. Após as 17 horas, o ingresso custa R$ 14 para 2D e R$ 20 para 3D. Há, também, a “Domingo todo mundo paga meia”, com entradas a R$ 7 para 2D e R$ 10 para 3D.

A “Quinta do Beijo” traz uma novidade para os cinemas da Baixada Santista: o casal que trocar um beijo diante da bilheteria às quintas-feiras pagará apenas R$ 10 por dois ingressos para sessões 2D e R$ 17 para 3D. A promoção é válida para maiores de 16 anos e não ocorre em feriados. O Cinesystem Litoral Plaza Shopping promove, ainda, a “Terça mais cinema” com entradas a R$ 6 para sessões 2D e R$ 12 para 3D, em todos os horários.

Outro destaque da Rede é o Clube da Pipoca, uma ação promocional de fidelização que premia os clientes participantes do clube conforme eles vão acumulando pontos. Um cadastro rápido e simples, no próprio site do Cinesystem, precisa ser feito para se ter acesso ao Clube, depois é só acumular pontos cada vez que for ao cinema ou consumir alguns dos combos na bombonière dos Cinesystem espalhados por todo o País. Resultado: prêmios exclusivos e muita pipoca!

Sobre o Cinesystem

A REDE CINESYTEM CINEMAS iniciou suas atividades em 1999 com a inauguração de cinco salas em Maringá-PR. Graças a um plano de expansão agressivo e sua excelência na prestação de serviços, hoje, a Rede está consolidada como uma das principais exibidoras de cinema do país. Desde o seu surgimento até agora, soma 69 salas em operação distribuídas em cinco estados brasileiros neste momento e, ainda nesta temporada, inaugurará suas 6 primeiras salas no nordeste do país, em São Luís – MA. Na Baixada Santista o CINESYSTEM está localizado no Litoral Plaza Shopping, em Praia Grande. Mais informações: http://www.cinesystem.com.br

PROGRAMAÇÃO DO CINESYSTEM PRAIA GRANDE (VÁLIDA ENTRE 23 E 29 DE JULHO)

SALA 1
SHREK PARA SEMPRE 3D (DUBLADO) (SHREK FOREVER AFTER)
Recomendado: LIVRE, Gênero: ANIMACAO, Ano de Produção: 2009, Duração: 01:33
Diretor: MIKE MITCHELL
Todos os dias – 14h20 16h50 19h30 21h50

SALA 2
ECLIPSE (DUBLADO) (THE TWILIGHT SAGA: BREAKING DAWN)
Recomendado: 12 anos, Gênero: ROMANCE E AVENTURA, Ano de Produção: 2010,
Duração: 02:10,
Diretor: DAVID SLADE. Com KRISTEN STEWART, ROBERT PATTINSON, TAYLOR LAUTNER, ASHLEY GREENE, BRYCE DALLAS HOWARD, PETER FACINELL, JODELLE
FERLAND, ELIZABETH REASER, KELLAN LUTZ
Todos os dias – 14h 16h40 19h20 22h

SALA 3
O BEM AMADO (O BEM AMADO)
Recomendado: 12 anos, Gênero: COMEDIA, Ano de Produção: 2009, Duração: 01:50
Diretor: GUEL ARRAES. Dom MARCO NANINI, JOSÉ WILKER, CAIO BLAT, MARIA FLOR, MATHEUS NACHTERGAELE
Todos os dias – 13h40 16h20 19h 21h40

SALA 4
ECLIPSE (LEGENDADO) (THE TWILIGHT SAGA: BREAKING DAWN)
Recomendado: 12 anos, Gênero: ROMANCE E AVENTURA, Ano de Produção: 2010,
Duração: 02:10,
Diretor: DAVID SLADE. Com KRISTEN STEWART, ROBERT PATTINSON, TAYLOR LAUTNER, ASHLEY GREENE, BRYCE DALLAS HOWARD, PETER FACINELL, JODELLE
FERLAND, ELIZABETH REASER, KELLAN LUTZ
Todos os dias – 21h30

TOY STORY III (DUBLADO) (TOY STORY 3 )
Recomendado: Livre, Gênero: ANIMAÇÃO, Ano de Produção: 2010, Duração: 01:43.
Diretor: LEE UNKRICH.
Todos os dias – 14h10 16h30 19h10

SALA 5
SHREK PARA SEMPRE (DUBLADO) (SHREK FOREVER AFTER)
Recomendado: LIVRE, Gênero: ANIMACAO, Ano de Produção: 2009, Duração: 01:33
Diretor: MIKE MITCHELL
Todos os dias – 14h25 16h45 19h15 21h25

SALA 6
ENCONTRO EXPLOSIVO (DUBLADO) (KNIGHT & DAY)
Recomendado: 14 anos, Gênero: ACAO, Ano de Produção: 2009, Duração: 01:55
Diretor: JAMES MANGOLD. Com TOM CRUISE, CAMERON DIAZ, MARC BLUCAS, PAUL DANO, MAGGIE GRACE
Todos os dias – 14h15 16h35 19h15 21h35

22/07/2010 Posted by | Em cartaz, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Viver sem morrer

Quando Mauricio Cukierkorn, então com 62 anos de idade, recebeu o diagnóstico de ELA – esclerose lateral amiotrófica, uma doença neurodegenerativa, rapidamente progressiva, irreversível e fatal, sua família se mobilizou para oferecer a melhor qualidade de vida possível ao paciente e para buscar informações sobre as melhores opções de tratamento para a doença.

O engenheiro conviveu nove anos com a doença, muito mais do que previram os seus médicos e do que a estimativa em geral, vivendo cada dia com disposição e muita força de vontade. Não abandonou o trabalho, e as horas de lazer foram valorizadas. O apoio da família foi fundamental durante todo o tratamento. A experiência de cuidar do pai resultou em um livro de escrita singela, em que a filha descreve a trajetória de suas vidas durante os nove anos do tratamento.

O objetivo de “Viver sem Morrer – a vida com ELA – esclerose lateral amiotrófica” ( Minha Editora, 2010, 112 páginas, ISBN: 978 85 7868 013 8 ) não é contar a história de vida do pai, mas sim o homenagear, apresentando uma forma de lidar com as fases da doença e como ela interage com o corpo do paciente. O engenheiro morreu aos 71 anos, passando por diversos sintomas da doença, mas soube aproveitar, da forma mais agradável possível, todos os momentos de sua trajetória.

Como uma das principais motivações, a família sempre esteve ao lado de Mauricio durante o tratamento, ressaltando a importância do amor dado ao doente e a necessidade de mostrar que cada dia a mais na vida vale a pena.

De acordo com Flora, a obra demonstra que o carinho e os cuidados adequados auxiliam de forma decisiva no tratamento, amenizando o sofrimento do paciente: “Quando deixamos um doente isolado, ele acaba desistindo de viver, por isso os cuidados são importantes para encorajar o paciente em busca da cura”. A força de vontade influencia positivamente, o que permitiu que Maurício superasse as expectativas dos médicos. “O primeiro médico que diagnosticou meu pai chegou a dar para ele apenas um ano de vida, mas ele viveu nove”, comenta Flora.

Ao longo dos capítulos, médicos que auxiliaram no tratamento também tiveram espaço para expor suas ideias e relatar um aprendizado bilateral, explicando a doença de forma abrangente e com linguagem voltada para o público leigo. “Escrevi o livro sentindo todo o apoio de meu pai, para que eu contribuísse de alguma forma com as pessoas que lerem e encontrarem auxílio e informações sobre a doença”, ressalta a autora.

O livro consegue ir além de um desabafo, mostra a importância da crença na cura e a superação de Mauricio, despertando a alma do leitor para a vida.

Esclerose lateral amiotrófica – ELA

Doença rara (com incidência ao redor de 1,5 caso/100.000 pessoas por ano), a esclerose lateral amiotrófica (ELA), ou doença do neurônio motor (DNM), é uma condição neurodegenerativa, caracterizada por comprometimento dos neurônios motores do cérebro (neurônio motor superior – NMS) e da medula nervosa (neurônio motor inferior – NMI). A condição é de etiologia desconhecida e, até o momento, não há cura. Sintomas: cãimbras, fraqueza muscular e insuficiência respiratória. O estágio final da doença é dramático. Os pacientes ficam no leito, sem movimentos, com respirador artificial, com alimentação via sonda e comunicação comprometida, muitas vezes só conseguida por meio de movimentos oculares.

Serviço:

Sobre a Autora:
Flora Cukierkorn Diskin
Formou-se em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Em seguida, em 1990, estudou decoração de interiores. Inspirada no pai, Mauricio Cukierkorn, engenheiro civil, formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), especializou-se nas áreas de construção e reformas, bem como de decoração de imóveis comerciais e residenciais. Obteve reconhecimento por trabalhos em arquitetura de interiores em diversas publicações.

Livro: Viver sem Morrer – a vida com ELA – esclerose lateral amiotrófica
Editora: Minha Editora, selo editorial Manole
Lançamento: 12 de agosto de 2010, a partir das 19 horas
Local: Livraria da Vila
Alameda Lorena, 1731 – Jardim Paulista

22/07/2010 Posted by | Lançamentos editoriais, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Lua de papel lança a primeira biografia de Lady Gaga

O livro “Lady Gaga – Biografia”, escrito pela jornalista Helia Phoenix e editado pela Lua de Papel, chega às livrarias. Com apenas 24 anos, dois de carreira e um álbum lançado, Lady Gaga é apontada como uma das maiores estrelas do pop internacional na atualidade. Escolhida uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time, campeã de vendagem de CDs, a cantora vem revitalizando o mercado de videoclipes e ditando tendências na moda e no comportamento.

Nascida e criada em Nova York, em família abastada, Stefani Joanne Angelina Germanotta iniciou sua trajetória sem grandes dramas ou adversidades. Entretanto, mesmo tendo à disposição recursos e apoio familiar, enfrentou obstáculos, foi incompreendida e lutou para encontrar sua linguagem e espaço.

No livro de Helia Phoenix, que traz diversas fotos dos vários e extravagantes looks da cantora, o leitor acompanha o desenvolvimento da persona artística que o mundo conhece como Lady Gaga: a menina que começou a tocar piano aos quatro anos, aos 13 escreveu seu primeiro romance e aos 19 já havia escolhido a música para se expressar. Algumas escolhas da jovem Stefani – que trocou a famosa escola de música Juilliard pela escola de artes dramáticas Tisch – são determinantes para a formação da artista.

“Eu sempre fui uma entertainer. Eu era exibicionista quando menina, assim como sou hoje em dia.” Lady Gaga

Considerada a rainha do YouTube – seus vídeos batem recordes de exibição -, e conquistando recordes de vendagem de música on line, Lady Gaga personifica a primeira pop star da era digital. Seu estilo extravagante e performático tem influenciado o mundo da moda e dá nome a uma tendência, o “Gagaísmo”. O livro “Lady Gaga – Biografia” reproduz entrevistas da cantora e depoimentos de amigos e colaboradores, além de reunir 16 páginas de fotos coloridas da artista, revelando detalhes do sucesso fulminante da nova diva do pop internacional.

Ficha Técnica

Título: Lady Gaga – Biografia

Autor: Helia Phoenix

Formato: 16 x 23 cm

Brochura

Nº de páginas: 248

Preço: R$ 34,90

Sobre a autora

Helia Phoenix é jornalista e escreve sobre música. Gosta de música eletrônica experimental, dos filmes de Kevin Smith, de tricotar cachecóis e de passear com seu cachorro. Atualmente, vive no País de Gales.

Sobre a editora

A editora Lua de Papel uma das mais importantes do grupo LeYa – formado por 18 editoras em Portugal e acaba de ser fundada no Brasil. Seguindo o caminho da matriz e com o objetivo de criar uma identidade própria e firmar-se como uma das grandes editoras no país, a editora Lua de Papel conta com uma equipe própria de editorial, marketing e comercial.

21/07/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Felipe Andreoli em Santos

“Que História é Essa?”, dia  24 de julho, sábado, no Parque Balneário Hotel.

Em “Que história é Essa?” Felipe Andreoli transforma o teatro em uma grande sala de estar, promovendo um bate papo descontraído com a platéia.

Durante o show, ele abre seu fantástico álbum de fotos revelando divertidas histórias da infância, bastidores das emissoras de TV e ainda conta sua trajetória até os dias de hoje, em que é integrante do CQC – Custe o Que Custar, sucesso da TV Bandeirantes.

Felipe Andreoli sempre foi apaixonado por televisão. Filho de apresentador e ex-repórter esportivo, Felipe acaba de voltar de sua primeira cobertura de uma Copa do Mundo. Tudo indica que este bate papo promete ganhar um toque de bate bola.

Felipe Andreoli em Santos

“Que História é Essa?”

Dia 24 de julho –  sábado

Horário: 21h

Preço: R$ 50,00 / meia entrada (estudantes, idosos acima de 60 anos e professores)
Local: Parque Balneário Hotel
Salão Orquídea

Av. Ana Costa 555 – Piso BR

Tel.(13) 3289.5700

Capacidade: 630 lugares

Felipe Andreoli sempre foi um apaixonado por televisão. Filho de Luiz Andreoli, apresentador e ex-repórter esportivo, Felipe cresceu dentro das emissoras.

Acompanhar seu pai no dia-a-dia teve mais que uma simples influência na pessoa em que mais tarde se tornaria, pois foi em meio a loucura das redações e salas de produção que Andreoli começou a imaginar seu futuro: trabalhar na TV. Não pela vontade de ser famoso e sim por simplesmente poder fazer parte de algo que aprendeu a amar.

Sua trajetória teve começo na TV Record, com 19 anos, trabalhando com edição, produção de externa, legenda de clipes românticos e onde mais tarde recebeu o tão esperado desafio em frente das câmeras ao apresentar dentro do programa Em Busca do Amor, um segmento com bate-papo descontraído com jovens evangélicos. Tirou de letra.

A experiência seguinte foi na Rede Gospel, onde trabalhou ao lado do seu pai tendo liberdade para fazer matérias diferentes e divertidas sobre sua outra grande paixão, o esporte.

Felipe Andreoli seguiu trilhando sua carreira televisiva e foi ganhando destaque ao fazer matérias de comportamento alternativas e fora da mesmice da TV brasileira.

Com 21 anos seguiu para a TV Cultura. Foram quase 5 anos de aprendizado e crescimento, transitando por diversas áreas do jornalismo, desde o hard-news até cultura e esporte se tornando um dos primeiros vídeo-repórteres do Brasil. Felipe sempre se destacou com suas reportagens que traziam o outro lado da história, o que garantiu sua vaga como apresentador do jornal Cultura Meio-dia.

Seguindo para a TV Bandeirantes, Andreoli fez matérias internacionais de destaque, como a entrevista com o ator Rowan Atkinson – Mr.Bean-, a cobertura do Miss Universo, além de grandes conversas com os boleiros do Brasil espalhados pelo mundo.

No ano de 2008, foi convidado pela Band para atuar no renomado programa CQC – Custe o que Custar –onde aprimorou seu lado de artista e humorista.

Em 2009, Felipe Andreoli encara novos desafios, dessa vez nos palcos, com o show solo “Que História É Essa?”, já apresentado em várias cidades do Brasil, além de São Paulo. Felipe também participa de eventos e ministra palestras por todo o país.

Com tanta bagagem e a constante busca por novos desafios fica difícil adivinhar o futuro de Felipe Andreoli, mas uma coisa é certa: a irreverência, uma de suas marcas desde o início da carreira, estará cada dia mais presente.

20/07/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Livro sobre escravismo editado pela Imprensa Oficial ganha prêmio da Academia Brasileira de Letras

“Escravismo em São Paulo e Minas Gerais”, livro editado em parceria com a Edusp, foi o vencedor na categoria História/ciências sociais. Premiação acontece nesta terça-feira (20) na sede da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro. Recentemente a empresa recebeu 12 menções honrosas do Premier Print Awards, considerado o mais importante prêmio do mundo na área gráfica.

“Escravismo em São Paulo e Minas Gerais”, editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e a Edusp, foi o vencedor do Prêmio ABL 2010 na categoria História/ciências sociais. Escrita por Francisco Vidal Luna, doutor em Economia pela USP, Iraci del Nero da Costa, livre-docente em Economia pela mesma instituição, e Herbert S. Klein, diretor do Center for Latin America Studies da universidade americana de Stanford, a obra é resultado de mais de 30 anos de trabalho e retoma origem, relações sociais e econômicas e estrutura demográfica dos negros que viveram em regime escravo nas duas províncias.

A cerimônia de premiação, que inclui outras categorias e também o Prêmio Machado de Assis, acontece nesta terça-feira (20) durante a sessão comemorativa dos 113 anos da Academia Brasileira de Letras, às 17 horas, no Petit Trianon – Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro. Para cada categoria será concedido um diploma e um prêmio em dinheiro no valor de R$ 50 mil. Para o prêmio Machado de Assis, o valor em dinheiro é de R$ 100 mil.

Ao contrário do que falam os livros de história, o Brasil de dois séculos atrás não era dividido em grandes porções de terra concentradas nas mãos de poucos proprietários, donos de um exército de escravos. Registros da época mostram que cerca de 80% das propriedades pertenciam a pequenos produtores e que oito em cada 10 domicílios não utilizavam trabalho escravo. Com artigos contendo essas e outras informações, as pesquisas dos três autores se concentram principalmente na história de São Paulo e Minas Gerais, por isso as duas unidades geográficas são foco do livro.

Os artigos presentes na obra foram publicados a partir da década de 70 e tomam por base documentos da Igreja e do Estado, datados entre o início do século 18 e o final do século 19. Entre eles estão registros de batismos, casamentos e óbitos, testamentos e listas nominativas – uma espécie de censo populacional.

Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial, comenta a importância do livro e comemora a premiação: “O livro é um dos diversos trabalhos de revisão historiográfica realizados nas últimas décadas no país. As análises dos autores representam um grande avanço e uma importante contribuição para o conhecimento da formação econômica e populacional do Brasil”.

Printing Industries of América
A Imprensa Oficial foi mais uma vez reconhecida pela Printing Industries of América por seu trabalho de excelência na área gráfica com 12 menções honrosas do Premier Print Awards, considerado o mais importante prêmio do mundo na área. Os trabalhos escolhidos pela associação dividem-se nas categorias “livros de arte”, “catálogos institucionais” “sobrecapas” e “revistas”. Todos foram também editados pela Imprensa Oficial, que no ano passado já havia conquistado três menções. A cerimônia de premiação acontecerá no mês de outubro, em Chicago. A Imprensa também saiu à frente para downloads gratuitos de livros para o público pelo site e tem vários produtos na área de Serviços Eletrônicos, inclusive o DO On-line com todas as edições de graça para consulta.

Obras premiadas
Teatro do Ornitorrinco
Regimento Cavalaria 9 de Julho
Dois Séculos de Projetos no Estado de São Paulo
Sociedade Rural Brasileira – 90 anos
Raízes: Árvores na paisagem do Estado de São Paulo
As Artes de Carybé
Uma Outra cidade
Mapas de um Mundo
Rubens Ianelli
O Livro de Horas de Dom Fernando
Uma Outra Cidade
MBARAKA

20/07/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Série policial “BIPOLAR” estreia no Canal Brasil dia 2 de setembro

Única série brasileira filmada com câmera RED ONE 4K, a produção leva qualidade de cinema para a tela da TV.


A série de TV BIPOLAR é um drama psicológico policial que investiga os diferentes “pólos” das pessoas: os conceitos, as “verdades” e as mentiras” absolutas de cada um.

Com 12 episódios de 25 minutos cada, a série é a primeira da televisão brasileira a utilizar a câmera RED ONE 4K, o que garante à imagem, qualidade e textura de produção cinematográfica.

O diretor de dramaturgia e geral do projeto, Edu Felistoque, diz que “embora ambientada no universo Policial, BIPOLAR é uma história desarmada. Queremos desmistificar os clichês de uma suposta realidade policial que costuma ser falsamente vendida pelo Cinema e pela TV”, afirma.

No elenco de BIPOLAR estão:

• Sílvia Lourenço (Delegada Diana), de “Quanto Dura o Amor?” “Contra Todos”, “Não Por Acaso”, “O Cheiro do Ralo” e “Querô”.

• Rodrigo Brassoloto (Investigador Carlão), de “Ação Entre Amigos”, “Inversão” e “400 contra 1- Uma História do Crime Organizado”.

• Sérgio Cavalcante (Investigador Latrina), de “Ação Entre Amigos”, “Vôo Cego Rumo ao Sul”, e “Contra Todos”

• Priscilla Alpha (Doutora Rocha), dos curtas “Vidas em Vias”, “Situação Fictícia, Pessoas Reais”, e “Sapatinhos Vermelhos”.

• Felipe Kannenberg (Homem Misterioso), de “Amores Imperfeitos”, “400 contra 1- Uma História do Crime Organizado”, “Eu e Meu Guarda-Chuva”, “A Mulher Invisível”, “A Canção de Baal”, “Não por Acaso”, “Polaróides Urbanas”, “Ouro Negro”, “Olga” e vários outros.

BIPOLAR, a série, foi inspirada em dois longas-metragens: “INVERSÃO”, também dirigido por Edu Felistoque, e “400 contra 1- Uma História do Crime Organizado”, onde o cineasta atuou como Produtor Executivo e Produtor Cinematográfico.

Ainda inédito no circuito comercial brasileiro, “INVERSÃO” foi premiado em Toronto como melhor trilha sonora em Cuba pela a crítica e em Natal, como melhor montagem. E “400 contra 1- Uma História do Crime Organizado” estréia em circuito nacional em agosto.

A série BIPOLAR terá ainda uma reedição especial para exibição em salas de cinema.

Roteirista, diretor e produtor de diversos longas

e curtas para Cinema, Edu Felistoque investe em seriados de TV.

Com forte atuação no mercado de filmes publicitários, Edu Felistoque já construiu também uma carreira em Cinema de curta e longa metragens. Dirigiu os longas “Soluços e Soluções”, “Território 9 Ponto 8”, “Trilhos Urbanos”, “Musicagen” e “Inversão”. É autor também dos curtas “Zagati”, “Boi”, “O Papel Principal”, e “Davi contra os pau mandados de Golias” .

Produziu ainda o longa “400 contra 1- Uma História do Crime Organizado”.

Confira a ficha técnica de BIPOLAR:

Direção Geral e de Dramaturgia : Edu Felistoque

Direção de Fotografia: Caco Sousa, Wilian Pacini e Edu Felistoque

Direção de Arte: Thalita Rubio

Assistentes de Direção e Produção de Finalização: Diego Vico Garcia e Thiago Maia

Assistentes de Direção: Anderson Prado, Diego Vico Garcia, Paulo Domingues, Renato Jabour, Rodrigo Brandão e Thiago Maia

Argumento: Edu Felistoque

Roteiros: Julio Meloni

Diretores Convidados: Paulo Duarte e Alekasander Srdic

Montagem: Conrado Pêra, Guga Pera, Fred Augusto e Mariah Luna

Motion Grapher: Gabriel Felistoque

Colorista: Marcelo Rodriguez

Desenhistas de Som: Pépe Chevs, Ivan Santos, Adriano Ferreira e Jéssica Grandi

Produtores: Milton Urcioli Jr, Rita Urcioli e Felipe Abreu

Direção de Produção: Lu Lopes

Produção de Elenco: Ana Ligia Coradi, Miguel Rodrigues e Take a Take

Produção de Figurino: Silvana Moura

Direção Musical e de Montagem : Conrado Pêra

Produção Executiva: Edu Felistoque, Denise Castelhano e Sergio Martinelli

Serviço:

Série de TV com a direção de dramaturgia e geral de Edu Felistoque

produzida pela :

Felistoque Filmes

Jotaeme Produções

Pépe Chevs Sound Design

Kardman Audiovisual

Reza Brava Filmes

Pop Lab FilmWorks

em co-produção e exibição do Canal Brasil

e no canal Globosat HD.

Estrelada por Sílvia Lourenço, Rodrigo Brassolotto, Sergio Cavalcante, Felipe Kannenberg, Priscilla Alpha, Fernando Daghlian, Phil Miler, César Fischetti, Paulo Gandolfi, Vanessa Guedes e Ricardo Homuth, a primeira temporada da série, com 12 episódios, estréia no Canal Brasil no dia 2 de setembro.

20/07/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: LABIRINTO KAFKA: Livremente inspirado na obra de Franz Kafka


Adaptação e Encenação:

Janssen Hugo Lage

“CEMITÉRIO DE ELEFANTES”, “CALÍGULA”, “SONHOS”, “OTELO”, “INTRETOM”, “MULHERES DE SANGUE”, “A TEMPESTADE”, “REI LEAR”, “HAMLET” entre outros espetáculos de sucesso, criador do Teatro Fractal e da Linguagem teatral: Ritos – Método do Ator.

Chega a São Paulo dia 06 de agosto o fenômeno cultural

que levou milhares de pessoas ao teatro no Rio Grande do Sul

A peça “Labirinto Kafka”entra em cartaz no Teatro João Caetano, localizado à Rua Borges Lagoa, 675 – Vila Clementina, em São Paulo / SP, de 6 de agosto à 12 de setembro, todas as sextas,  sábados (21h) e domingos (19h).

O espetáculo dirigido e adaptado pelo diretor Janssen Hugo Lage foi livremente inspirado na Obra de Franz Kafka e teve sua primeira encenação em janeiro de 2009 no Theatro São Pedro, em Porto Alegre / RS, lotando o tradicional teatro gaúcho. Após o sucesso da estréia a peça passou por temporadas no Teatro do SESC e Teatro Glênio Perez, ambos também em Porto Alegre, e viajou por cidades, como: FarroupilhaCampo BomAlvoradaBento GonçalvesPasso FundoGravataí,Rosário do SulSão GabrielCaxias do Sul, entre outras.

Logo no ano da estréia faturou também 8 prêmios no X Festival Internacional Rosário em Cena -2009, incluindo: Melhor Espetáculo Adulto, Melhor Direção e Prêmio Especial do Júri.

Agora em São Paulo o espetáculo conta com treze atores em cena e 1 tonelada de cenário feito de fardos de jornais, que representam os processos que jamais são solucionados.

Serviço:

Labirinto Kafka no Teatro João Caetano

Endereço: Rua Borges Lagoa, 656 – Vila Clementina, São Paulo / SP

Telefone: 11 5573-3774

Temporada: 06/08 à 12/09/10

Dias e horádios: Sextas e sábados (21h) – Domingo (19h)

Valores dos ingressos: R$ 10,00

Melhor Idade, Estudantes e Classe Artística: R$ 5,00

Sinopse

O primeiro ato, ‘O Processo’, conta o aterrorizante drama de Josef K. respeitável funcionário de banco que é preso de modo súbito e estranho. Ele tenta defender-se contra uma acusação que nunca lhe é formalmente apresentada e sobre a qual não consegue obter informações. O segundo ato, ‘A Metamorfose’, traz um fôlego inicial absolutamente fantástico. “Uma manhã, ao despertar de sonhos inquietantes, Gregor Samsa se dá conta que está transformado num gigantesco inseto”. É deste modo que Kafka inicia a história de Gregor, um caixeiro-viajante que trabalha por obrigação e deixou de ter vida própria para suportar financeiramente todas as despesas de casa. A princípio, as suas preocupações passam por pensamentos práticos relacionados com a sua metamorfose. Mais tarde, as preocupações passam para um estado mais psicológico e até mesmo sentimental. A metamorfose de Kafka é, sobretudo, uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos. Nesta história, Kafka presenteia-nos com a sua escrita sui-generis, retratando o desespero do homem perante o absurdo do mundo.

Ficha Técnica:

Elenco: Anderson Cicconne, Mariana Brum, Jonh Robert, Leandro Borges, Ângela Aita, Tathiana Moraes, Gabriela Ramos, Raisa Rocha, Mauricio Fulber, Paula Spineli, Karen Monteiro, Raquel Pesanha e Tatiana Setton

Texto, encenação, cenário, figurinos e iluminação Janssen Hugo Lage

Produção executiva Kely Nascimento

Trilha sonora original Alexandre Montaury

Identidade visual Gabriela Dalto e Fortuna

Assessoria de imprensa Daniela Ribeiro

Assistente de Figurinos Gabriela Ramos

Diagramação Mariana Brum

Assistente de luz C. Benevides Thatiana Moraes

Assistente de produção Ângela Aita

Mixagem e marterização Rodrigo Trevisan

Confecção dos figurinos Jofabio Matias

Operador de luz Victor Fernandes

Operador de som Marcela Blessa

Produtor associado Luiz Chiapeta Dupont

Uma produção Confraria dos Ritos – Kely Nascimento e Janssen Hugo Lage

Janssen Hugo Lage é brasileiro, dramaturgo, encenador, produtor e iniciou seu trabalho em produções teatrais em 1983. Diretor da Mega Produção – OTELO em 1999, como o ator Northon Nascimento no principal papel, levou mais de 100.000 pessoas ao teatro em seis meses de temporada por todo o país. Após um período de quase cinco anos realizando projetos teatrais e culturais na Europa, Janssen retoma sua carreira no Brasil com este projeto que dá continuidade a um trabalho intenso na aplicação da sua linguagem para interpretação cênica: Ritos Método do Ator, onde a encenação utiliza-se de uma seqüência de fragmentos que revelam ao público o universo no qual Franz Kafka trabalhou por toda a sua vida.

Método

RITOS – MÉTODO DO ATOR foi concebido em 1990 por Janssen Hugo Lage. Este método para o ator foi desenvolvido a partir da fusão dos estudos do trabalho de Vsevólod Meyerhold e dos rituais de purificação física e mental utilizados no antigo oriente há milhares de anos atrás, que foram traduzidos e adaptados ao modo de pensar ocidental e implementado no processo de desenvolvimento do ator. O método consiste em 33 práticas psicofísicas, designadas Ritos. Todo o trabalho de pesquisa dos Ritos baseia-se no enfoque holístico da realidade, que sustenta a idéia de que o ser humano é muito mais do que a matéria física; que o homem é matéria e antimatéria; que estamos inseridos num universo formado por campos de energia interligados, onde tudo está a interagir constantemente. Através dos trabalhos físicos, psíquicos e intelectuais constantes e progressivos, os atores são estimulados à descoberta e ao domínio da Sensibilidade Intuitiva, da Consciência Ativa e da Egoência, conceitos de suma importância para o surgimento de novas possibilidades de expressão, que visam a construção de um melhor ator pela desconstrução de formas absoletas de comunicação e de velhos paradgmas.

Influência na concepção do método

Vsevólod Meyerhold nascido em 1874, em Pensa, na Rússia, teórico de primeiro plano e encenador de renome mundial, Vsevólod Meyerhold continua a exercer uma influência preponderante no teatro de vanguarda. Inspirado no construtivismo suprimiu o pano de boca, a ribalta e os cenários, para marcar a ruptura definitiva com o naturalismo, esperando da virtuosidade corporal e de expressão uma comunicação mais direta com o espectador. Meyerhold apresentou na encenação da “Mascarada” de Lermontov, em 1917, um exemplo (que aperfeiçoaria em “O Inspetor Geral” de Gogol, 1920) do que denominava a sua concepção “biomecânica” do ator. “Destruindo o formalismo, elimina-se a arte”, afirmava Meyerhold antes de ser preso. Em 1938, o Teatro Meyerhold desaparece. Recusa-se a reconhecer seus desvios ideológicos e a fazer autocrítica, mesmo sob pressão do regime. Intensifica os ataques à política oficial do Partido Comunista e denuncia a decadência do teatro soviético. Morre num campo de trabalhos forçados em 1942. Acredita-se que tenha sido executado.

Franz Kafka, tcheco de língua alemã, foi considerado um dos principais escritores de literatura moderna. Sua obra retrata as ansiedades e a alienação do homem do século XX. Kafka nasceu em Praga, em 1883, cidade que pertencia ao império austro-húngaro, filho de um comerciante judeu muito abastado, cresceu sob as influências de três culturas: a judaica, a tcheca e a alemã. Na adolescência, declara-se socialista e ateu. Cursa Direito formando-se em 1906. Em 1917, é obrigado a afastar-se do trabalho devido à tuberculose. A maior parte das suas obras foi publicada postumamente. Fez parte, junto com outros escritores da época, da chamada Escola de Praga. Esse movimento era basicamente uma maneira de criação artística alicerçada em uma grande atração pelo realismo, uma inclinação à metafísica e uma síntese entre uma racional lucidez e um forte traço irônico. Além do realismo, seu estilo é marcado pela crueza e pelo detalhamento com que descreve situações incomuns – como em O Processo, de 1925, cujo personagem principal é preso, julgado e executado por um crime que desconhece. Em seus livros, é constante o confronto entre os personagens e o poder das instituições, demonstrando a impotência e a fragilidade do ser humano. Escreve ainda A Metamorfose (1916) e O Castelo (1926).

O Teatro Fractal

“Se o espaço é infinito, estamos em qualquer ponto do tempo… Se o tempo “é infinito, estamos em qualquer ponto do espaço.”

Janssen Hugo Lage

A ciência dos fractais apresenta estruturas geométricas de grande complexidade e beleza infinita, ligadas às formas da natureza, ao desenvolvimento da vida e à própria compreensão do universo. São imagens de objetos abstratos que possuem o caráter de onipresença por terem as características do todo infinitamente multiplicadas dentro de cada parte, escapando assim, da compreensão em sua totalidade pela mente humana Distante do rigor e do formalismo matemático pode-se definir Fractais como “Objetos que apresentam auto-semelhança e complexidade infinita, ou seja, têm sempre cópias aproximadas de si mesmo em seu interior”. Existem duas características muito freqüentes nesta geometria: auto-semelhança e complexidade infinita. A concepção teatral de Janssen é fractal tautológico, ou seja, a definição do significado de suas criações artísticas está contida em si mesma, algumas vezes sem evidenciar informações sobre seu significado, por outras dando informações para além dos limites do conteúdo textual, seja através da respiração, seja através do corpo, do ritmo ou do tom. As estruturas fractais repetem-se aparecendo e desaparecendo constantemente, dissolvendo-se e reaparecendo, mas elas não se repetem precisamente. São variações sutis que são características de sistemas complexos e não lineares qualidades da bio cibernética do ator, concepção integrante dos estudos da Linguagem dos Ritos. Dentro deste segmento de visão teatral podemos incluir muitos dos trabalhos de Franz Kafka. Na obra de Janssen Hugo Lage percebem-se os movimentos circulares e oscilatórios complexos, que são padrões semelhantes, muito parecidos, mas que nunca se repetem exatamente da mesma maneira. Uma mesma fala pode aparecer várias vezes no corpo de um texto, mas dito de outra forma, com outro tom, em outro contexto, gerando um significado semelhante e ao mesmo tempo diverso. A encenação, em sua essência, demonstra repetição por várias vezes, dando a entender que exatamente onde o espectador espera um fim, surge um novo começo. Seu conteúdo reflete a sugestão da própria natureza, de que o duradouro não são os objetos e os seres, mas aquelas ações que são um fim em si mesmo; que em cada fim supõem um novo começo.

20/07/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Maria Leite faz temporada eclética e acústica no Piratininga Bar

A cantora e compositora mineira Maria Leite faz temporada no Piratininga Bar, com seu espetáculo MPBossa Jazz Nova, em quatro quintas-feiras, dias 22 e 29 de julho e 12 e 26 de agosto, a partir das 21h00.

Maria Leite já conta com 11 anos de carreira, oito deles dedicados ao backing vocal de Edson Cordeiro, em sua fase “Disco”. O repertório de Maria Leite vai das bossas hits de Tom Jobim, sambas de tradição de Ari Barroso eCartola, releituras do universo pop a blues consagrados nas vozes de Ella FitzgeraldBillie Holiday, entre outros.

Além da voz e do piano de Maria Leite, a artista terá o acompanhamento do percussionista Erick Chica e o violinista (6 cordas e guitarra) Norberto Vinhas. Duas canções inéditas de autoria de Maria Leite também fazem parte do show, a marcha rancho O Balãoolha lá (em parceria com Richard Goldgewicht) e O Bonde (com música de Joaquim Rabello).

SERVIÇO:

MPBossa Jazz Nova – Maria Leite

dias 22 e 29 de julho e 12 e 26 de agosto – quintas-feiras

A partir das 21h00

Piratininga Bar

Rua Wisard, 149

Vila Madalena – SP

Reservas: (11) 3032-9775

Aceita todos os cartões

Estacionamento 12,00 Vallet

Sem Consumação

Couvert Artístico: 9,00

www.piratiningabar.com.br

19/07/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Sobrinho-Bisneto de “Drácula” participa da 15° edição da Bienal do Livro

Editora Madras disponibiliza obra original de Bram Stoker.

Na sexta-feira, 13 de agosto, de 2010, as portas da 21°Bienal do Livro se abrem para o público.

Um dia supersticioso inspirou os organizadores do evento a pensar em uma programação lotada de atrações sobrenaturais.

Entre as presenças confirmadas esta a de Dacre Stoker, sobrinho-neto do autor irlandês responsável pela popularidade dos vampiros.

Bram Stoker, senhoras e senhores, é o pai de Drácula, o personagem  vampirsesco mais conhecido da literatura mundial.

Segundo a assessoria de imprensa da Bienal, o sobrinho-neto de Stoker, faz parte do time que se apresenta no Salão de Ideias no primeiro dia em que o evento recebe a população. A presença de Dacre Stoker pretende  instaurar um debate sobre o tema vampirismo abordando seus estudos em cima da anotações macabras de seu tio- bisavô.

Ao público que entrou na onda dos vampiros, a Madras Editoras possui a obra original de Bram Stoker, para o leitor iniciar a saga ao terror com o maior clássico de todo os tempos.

Um romance aterrorizante onde a morte está mais viva do que nunca.

O verdadeiro Drácula nasceu na Idade Média, espalhou o medo para a Transilvânia para conquistar seu verdadeiro amor.

O livro de Bram Stoker conta a saga sangrenta do vampiro mais popular de todos os tempos.

Preço Sugerido: R$ 44,90

Sobre a Madras:

A maior editora holística e maçônica do Brasil, a Madras Editora completa 16 anos de existência no próximo mês de setembro.
A Madras atua nas mais diversas áreas, apresentando variados títulos dos seguintes temas: Holismo, Esoterismo, Ocultismo, Telema, Religião, Filosofia, Maçonaria, Pedagogia, Alimentação, Umbanda, História, Wicca, Mitologia, Magia, Psicologia, Hermetismo, Negócios, Jurídico, Psicologia, Nutrição, Infanto-Juvenil , Música, Biografias e muito mais.
Atuando no mercado com ética e investindo em obras que agregam valores aos leitores, a Madras tem contribuído continuamente para o crescimento cultural, filosófico, e espiritual da humanidade.

19/07/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Atos e escrita a serviço de um engajamento

Meu Caminho, novo livro de Edgar Morin, apresenta entrevistas concedidas por ele à jornalista Djénane Kareh Tager ao longo de 2008. Nelas, o autor mostra a unidade de uma obra magnífica, marcada pela diversidade e pelas vicissitudes.


Sua obra mais importante é ‘O método’. O trabalho de uma vida, ou quase, visto que a publicação de seus seis volumes estendeu-se por cerca de trinta anos, entre 1977, com ‘A natureza da natureza’, e 2004, com a publicação de ‘A ética’. Como alguém pode empreender uma obra como essa? O senhor sabia desde o começo aonde isso o levaria?

Eu soube disso redigindo a introdução geral, no outono de 1973. Tinha sido convidado por Tom Bishop, da New York University, para dar um curso sobre a complexidade na literatura. Eu estava hospedado no vigésimo andar de um edifício no coração do Greenwich Village. Minhas janelas davam para rio Hudson e para a Estátua da Liberdade. Meu quarto estava orientado para o leste, para o Brooklyn, e o sol me acordava toda manhã para me jogar para fora da cama. Tive a alegria de encontrar Marguerite Duras, que fazia sua primeira viagem de avião para apresentar seus filmes, e de receber Dionys e Solange Mascolo. Cheio de alegria, comecei a redigir a introdução geral de O método, que imaginava em um só volume, dividido em quatro capítulos: a natureza da natureza, a vida da vida, o devir do devir e, finalmente, o conhecimento do conhecimento. Encontrava-me num entusiasmo incrível, escrevia ouvindo música e, por vezes, levantava-me para dançar sozinho quando ouvia Angie, dos Rolling Stones. Resumi nessa introdução geral o sentimento que me animava: ‘Sentia-me apaixonado pelo patrimônio planetário, animado pela religião do que religa, a rejeição do que rejeita, por uma solidariedade infinita que o Tao denomina o ‘espírito do vale’ que recebe todas as águas que nele desembocam.’ Esse sentimento jamais me abandonou ao longo do percurso.”

Desde o início do livro, o leitor mergulha na vida de Edgard Morin, do engajamento na resistência comunista à sua ruptura com o stalinismo. Ele pertence à geração de intelectuais que ocultaram, sob o calor da ação, a gangrena que constituía o stalinismo, sem aderir, porém, aos dogmas. Essa reflexão pessoal e sua independência constituem as forças que o animam ainda hoje.

Em Meu Caminho, o homem, escritor, sociólogo, inventor do pensamento complexo, ator da vida social, e mesmo política, se liberta, não escondendo as emoções nem as paixões, e revelando ao leitor sua própria experiência na vida, no amor, na velhice e diante da morte.

O amanhã da humanidade está no cerne das reflexões de Edgard Morin. Trata-se de se apoiar sobre todos os aspectos positivos das ciências e técnicas, desenvolvendo a economia solidária e o comércio equitativo. Para ele, a crise econômica é tanto um risco quanto uma chance para a humanidade. Ela pode favorecer as forças retrógradas ou a emergência de soluções positivas que modificarão para sempre o sistema global.

Esse é o caminho de um homem. Esse é o pensamento que se formou no decorrer desse caminho e produziu uma obra maior.

Edgar Morin nasceu em Paris, em 1921, em uma família de nacionalidade italiana, de ascendência judeu-espanhola. Sua adolescência foi marcada pela ascensão ao poder do nazismo, pelos processos stalinistas de Moscou e pela marcha sonambúlica rumo à guerra. Aos vinte anos, com a França sob a ocupação alemã, entrou, simultaneamente, para o Partido Comunista e para a Resistência gaullista. Após a guerra, sua vida prosseguiu na resistência ao stalinismo, à Guerra da Argélia e a todas as barbáries. É doutor honoris causa de várias universidades do mundo e seu trabalho exerce uma forte influência sobre a reflexão contemporânea. Publicou pela Bertrand Brasil outras obras fundamentais: A Cabeça Bem-FeitaA Religação dos SaberesCiência com ConsciênciaMeus Demônios e AmorPoesia, SabedoriaO Mundo Moderno e a Questão JudaicaCultura e Barbárie Europeias.

Djénane Kareh Tager é jornalista.

Serviço:

Meu Caminho

(Mon chemin)

Edgar Morin

Trad: Edgard de Assis Carvalho e Mariza Perassi Bosco

Editora Bertrand Brasil

378 páginas

Preço: R$ 44,00

ISBN: 9788528614367

19/07/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário