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:: “CIA – Manual Oficial de Truques e Espionagem” restaura documentos secretos da Agência Central de Inteligência dos EUA

O mágico John Mulholland, um dos mais conhecidos dos Estados Unidos, talvez nunca tivesse imaginado que um dia poderia trabalhar para o Governo. Por sua vez, a CIA – a agência americana de inteligência e reduto dos espiões – jamais poderia acreditar que um dia utilizaria técnicas mágicas. No entanto, profissionais e profissões – repletas de segredos – acabaram se encontrando em um dos mais tensos períodos da história mundial: a Guerra Fria. O resultado deste encontro está no livro “CIA – Manual Oficial de Truques e Espionagem” que a e Lua de Papel, do grupo LeYa, lança em setembro. A obra se baseia no único arquivo que não foi eliminado e acabou sendo encontrado por H. Keith Melton e Robert Wallace, em 2007: o manuscrito do manual de Mulholland com técnicas de mágica para os agentes da CIA, adaptadas como truques de espionagem.

Em 224 páginas, H. Keith Melton e Robert Wallace explicam que após uma experiência bem-sucedida da União Soviética com uma bomba-atômica, o Governo dos EUA teve que repensar sua estratégia para conter o avanço do comunismo e lutar em igualdade com a URSS – inimigo que o país considerava como “sem escrúpulos”. Por conta disso, a CIA foi autorizada a criar programas mais defensivos e surgiu o MKULTRA, um dos programas mais secretos e delicados da agência. E um dos seus 149 subprojetos era a contratação de John Mulholland, para ensinar aos agentes a aplicar as técnicas aprendidas por ele de forma discreta.

O que mais interessou à Cia foi o fato do mágico ser especialista em realizar seus truques a poucos metros da plateia. Considerado então como o professor perfeito, Mulholland foi contratado para desenvolver “manuais para espiões”. Entre os truques ensinados, vale destacar: “escapologia”, “troca de identidade”, “neutralização da expressão facial”, “manuseio de pó e líquidos”, além de “como colocar furtivamente uma pílula – ou outra substância – em uma bebida ou em uma comida a ser consumida por um alvo”.

Como contratado pelo órgão mais secreto do país, John Mulholland teve que fazer um juramento já muito conhecido para a sua profissão – o de nunca revelar um segredo. Acordo que tanto ele quanto a CIA cumpriram. O único exemplar dos manuais que, erroneamente, não foi destruído acabou encontrado por dois funcionários da agência, quase 50 anos depois de sua criação. Após atestarem sua legitimidade, Robert Wallace e H. Keith Melton restauraram o que foi possível dos manuscritos e o resultado é a compilação desses manuais supersecretos, alguns dos únicos documentos que sobraram para desvendar o misterioso programa MKULTRA.

Ficha Técnica
Título: CIA – Manual Oficial de Truques e Espionagem
Autores: H. Keith Melton e Robert Wallace
Formato: 16×23 cm
Brochura
Nº de páginas: 224
Preço: R$ 34,90

Sobre os autores
H. Keith Melton é uma autoridade na tecnologia de espionagem reconhecida internacionalmente. Consultor histórico da CIA, Técnico do Historian Tradecraft Interagency Training Center, Washington, DC, e autor de vários livros, incluindo Ultimate Spy.

Robert Wallace é o ex-diretor do escritório de Assistência Técnica da CIA. Ganhador da Medalha de Mérito da Inteligência, ele é o fundador da Artemus Consulting Group, uma empresa privada de segurança nacional, e colaborador do Centro da CIA para o Estudo da Inteligência.

Sobre a Lua de Papel
A editora Lua de Papel é uma das mais importantes do grupo LeYa – formado por 18 editoras em Portugal e que acaba de ser fundada no Brasil. Seguindo o caminho da matriz e com o objetivo de criar uma identidade própria e firmar-se como uma das grandes editoras no país, a editora Lua de Papel tem como Publisher, Pedro Almeida, e conta com uma equipe própria de editorial, marketing e comercial.

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09/09/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Projeto Viagem Musical chega ao interior de São Paulo

As apresentações serão nas cidades de Araraquara, Caçapava, Cordeirópolis, Ribeirão Preto e São Bernardo do Campo.

Em setembro e outubro o projeto Viagem Musical, patrocinado pela Fundação Nestlé Brasil, levará apresentações musicais nas cidades de Araraquara, Caçapava, Cordeirópolis, Ribeirão Preto e São Bernardo do Campo, no interior de São Paulo. A série começa no dia 10 de setembro em Cordeirópolis e termina no dia 05 de novembro ainda em Cordeiropolis. Serão sete grupos musicais reconhecidos que interpretarão blues, choro, música popular brasileira e música clássica: Bruch Trio, Ginga, Irmandade do Blues, Madeira de Vento, 4 a Zero, São Paulo Arte Trio e Tritono Blues. A Direção Artística é de Miriam Mazzei.

O projeto Viagem Musical tem o apoio do Governo de São Paulo, através da Secretaria de Estado da Cultura, pelo Programa de Ação Cultural – ProAC 2009. O objetivo principal é a formação de público com a diversidade de estilos dos grupos. A ideia de realizar o projeto pelo interior é levar à população a cultura e a arte de qualidade propiciando, principalmente ao público jovem, a possibilidade de ter contato com a linguagem musical através de profissionais gabaritados, despertando o interesse em conhecer e participar de atividades musicais e artísticas com os objetivos de incentivar o aprendizado musical, formar público com um mínimo de critério de avaliação e conhecer a música erudita e popular de qualidade, desmistificando que é uma musica elitista e de difícil entendimento. Todas as apresentações são ás 20h e gratuitas. Blog: http://projetoviagemmusical.blogspot.com/

Formação dos grupos:

Bruch Trio – Aída Machado (piano), Marta Vidigal (clarinete) e Marcelo Jaffé (viola)
Ginga – Roberto Vergal (guitarra), Douglas Griggio (teclado), Anívio Mello (contrabaixo), Daniel Assis (bateria) e Helio Silva (vocal)
Irmandade do Blues – Vasco Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio Alemão (baixo), Edu Gomes (guitarra) e Fernando Lóia (bateria)
Madeira de Vento – Quinteto de clarinetistas – João Francisco Correia, Fernando de Oliveira, Michel Moraes, Mário Marques e Otinilo Pacheco
4 a Zero – Daniel Muller (piano e teclado) , Lucas Casacio (bateria e percussão), Eduardo Lobo (guitarra) e Danilo Penteado (contrabaixo)
São Paulo Arte Trio – Paulo Gazzaneo (piano), Laércio Diniz (violino) e Ana Maria Chamorro ( violoncelo)
Tritono Blues – Bruno Sant’anna (vocal), André Youssef (pianista e organista) e André Carlini (gaitista)

Agenda:

Araraquara:

22 de outubro – Irmandade do Blues

Local: Sesc Araraquara – Área de Convivência

Caçapava:

02 de outubro – São Paulo Arte Trio
09 de outubro –Madeira de Vento
16 de outubro – Bruch Trio
23 de outubro – Ginga

Local: Cine Vogue

Cordeirópolis:

10 de setembro – Bruch Trio
18 de setembro – Ginga
25 de setembro – Madeira de Vento
05 de novembro – 4 a Zero

Local: Teatro do Centro Cultural Ataliba Barrocas

Ribeirão Preto:

23 de setembro – Tritono Blues
27 de outubro – Madeira de Vento

Local: Sesc Ribeirão Preto – Área de Convivência

São Bernardo do Campo:

01 de outubro – Ginga
03 de outubro – Bruch Trio
08 de outubro – São Paulo Arte Trio
15 de outubro – 4 a Zero

Local: Teatro Elis Regina

Currículo completo dos grupos
Bruch Trio – Aída Machado (piano), Marta Vidigal (clarinete) e Marcelo Jaffé (viola)

O Trio, onde atuam músicos de grande expressividade artística e ampla experiência camerista, inspira-se na afinidade dos três pela sonoridade introspectiva, intimista e aveludada que resulta da união dos seus instrumentos. Tem se apresentado nas mais importantes salas de concerto de São Paulo e interior do estado, recebendo da crítica especializada elogios significativos à sua performance, em especial à sensível interpretação das obras de Max Bruch, compositor homenageado pelos artistas.

Aída Machado: Diplomada em Piano pela Escola Magda Tagliaferro na classe de Helena Plaut, Bacharel em Psicologia e Mestre em Música pelo Departamento de Música da Universidade de São Paulo. Realizou cursos de Música Contemporânea, Contraponto, Harmonia e Estética com H. J. Koellreutter. Tem-se dedicado à música de câmara se apresentado em recitais com as mais variadas formações e repertório que abrange desde a música antiga até a música do século XX.

É professora na Faculdade de Música FAAM, na Faculdade de Música Santa Marcelina, Escola Superior de Música, Escola Municipal de Música e Coordenadora Pedagógica do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim.
Seu prestígio tem-lhe valido constantes convites para compor júris em concursos de piano e música de câmara e ministrar cursos em várias cidades e nos principais Festivais de música do País.

Aída Machado foi convidada pela Fundação Magda Tagliaferro, com Bolsa do Ministério da Cultura, para integrar a equipe que representou a Fundação em visita à Escola Superior de Música de Karlsruhe, Alemanha.

Marta Vidigal: Bacharel em clarinete pelo Departamento de Música da ECA USP. Bolsista da VITAE em Paris de 1989 a 1991, realizou trabalho de aperfeiçoamento em clarinete e música de câmara no Conservatoire Nacional de Region Rueil Malmaison sob orientação dos professores Henry Druart e Claire Vergnory. Ainda na França, participou das orquestras “Sinfonietta de Paris” e “Ensemble Internacional de Paris”.

Vencedora do III Concurso Nacional para solistas da Sinfônica do Espírito Santo em 1987, tendo sido aprovada no mesmo ano no Concurso para solistas do Quarteto de Cordas Cidade de São Paulo.

Participou de Festivais de Música como os de Campos do Jordão, Brasília, Tatuí e Bienal da USP. Como professora de clarinete e música de câmara atuou entre 1991 a 1994 no “Stage d’Orchestre Musique au Pluriel” realizado anualmente na França.

É membro da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e da Orquestra Jazz Sinfônica.

Marcelo Jaffé: Iniciou seus estudos com Alberto Jaffé, seu pai, prosseguindo-os na Universidade de Illinois, EUA. Obteve o 1º Prêmio no Concurso Nacional de Música de Câmara da Universidade de Brasília, Jovens solistas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Jovens Concertistas Brasileiros, Sul América e Edward Krollik Award.

Participou de vários cursos ministrados pela Pró Arte de Teresópolis, Escola de Música de Brasília, Bienais da USP e dos Festivais de Inverno de Campos do Jordão e Tanglewood Music Center, entre outros.

Membro do Quarteto de Cordas Cidade de São Paulo, professor do Departamento de Música da Universidade de São Paulo.
Ginga – Roberto Vergal (guitarra), Douglas Griggio (teclado), Anívio Mello (contrabaixo), Daniel Assis (bateria) e Helio Silva (vocal)
O trabalho do Ginga é um ritual onde são celebradas as raízes musicais brasileiras, do maracatu à MPB, incorporando-os a outros ritmos universais como o funk e o jazz-rock em um contexto contemporânero.

Quando o Ginga toca, nos transporta para um clima mágico de Brasil rural-urbano, norete-sul, contagiante, dançante e puramente instrumetnal. O primeiro CD lançado pela gravadora Just´n Music contém 9 músicas, sendo 4 de autoria de Douglas Griggio, 3 de Roberto Vergal e uma de Tom Jobim. O Ginga chegou para ocupar um lugar de destaque dentro da música instrumental brasileira.

Irmandade do Blues – Vasco Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio Alemão (baixo), Edu Gomes (guitarra) e Fernando Lóia (bateria)
Com 17 anos de estrada a banda paulista Irmandade do Blues lança seu primeiro DVD se consolidando como uma das mais bem sucedidas e respeitadas bandas de blues do cenário nacional. O DVD que ainda conta com as participações especiais de Andreas Kisser e André Matos também saiu em versão CD.

No repertório desse trabalho estão músicas do CD “Veneno (1996) e de “Good Feelings (2007) onde a banda mistura composições próprias arranjadas dentro do estilo musical que dá nome à banda com muita personalidade e suingue, além das reconstruções de clássicos do gênero que já se tornaram marca registrada do Irmandade do Blues.

Formada por Vasco Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio Alemão (baixo), Edu Gomes (guitarra) e Fernando Lóia (bateria) a banda mostra que está com todo gás 12 anos após o lançamento de seu primeiro álbum além de ser a banda com a formação original mais antiga de São Paulo.

Site: http://www.irmandadedoblues.com.br

Madeira de Vento – Quinteto de clarinetistas – João Francisco Correia, Fernando de Oliveira, Michel Moraes, Mário Marques e Otinilo Pacheco
O Madeira de Vento é um quinteto de clarinetas que faz música de câmara misturando elementos da música clássica, da Música Popular Brasileira, das rodas de choro, das bandas de coreto e principalmente preservando a alegria e o prazer de realizar boa música.

Desde 1998, quando o grupo foi formado, o quinteto vem pesquisando e divulgando música brasileira. Em 2001 o quinteto foi selecionado para representar o Estado de São Paulo no Projeto RUMOS ITAÚ CULTURAL MÚSICA. Neste projeto foram reunidos, em uma série de CDs, 78 nomes, entre grupos e artistas, com intuito de mapear produção cultural do país. As obras “IMPRESSÕES BRASILEIRAS”, de Fernando de Oliveira, e “SÓ NA TRAVE”, de Hudson Nogueira, estão presentes neste trabalho.

Em seu primeiro CD “Chovendo Canivetes”, que foi lançado em 2003 pelo selo “CPC-UMES”, o MADEIRA DE VENTO faz um inventário da história da clarineta no Brasil, homenageando os maiores expoentes do instrumento. Um disco que reúne obras de músicos fundamentais na história da nossa música popular, como: Luis Americano, K-ximbinho, Severino Araújo, Paulo Moura, Abel Ferreira aos quais se juntam novos e talentosos criadores: Naylor Proveta Azevedo, Hudson Nogueira e Fernando de Oliveira, daí resultando uma verdadeira antologia da clarineta brasileira. Em 2002 o grupo desenvolveu junto à Fundação Pró-Memória de Indaiatuba um projeto de resgate, pesquisa e gravação da obra do clarinetista Nabor Pires Camargo, em comemoração ao seu centenário. Destacamos ainda, a participação do MADEIRA DE VENTO nos CDs de “Isaías e seus chorões” pelo selo CPC-UMES e do grupo “As Choronas” pela Gravadora Paulus. Em julho de 2003 o grupo dividiu o palco com Paulo Moura, Paulo Sérgio dos Santos e com o grupo “ClarinEtc”, fazendo um tributo ao clarinetista e compositor K-ximbinho, sob direção de ZUZA HOMEM DE MELLO dentro do projeto “Ilustres Desconhecidos”, no SESC POMPÉIA. Em agosto de 2006 o grupo, a convite da International Clarinet Association, se apresentou no ClarinetFest 2006 realizado em Atlanta / EUA. Em julho de 2007 pela mesma entidade, se apresentou no ClarinetFest 2007 realizado em Vancouver/Canadá.

João Francisco Correia (Clarineta), integrante da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e da Orquestra Sinfônica de São José dos Campos. Tem sido premiado em importantes concursos para instrumentistas. Dedica-se a pesquisa e divulgação de novos compositores de música brasileira.

Fernando de Oliveira (Clarineta), integrante da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e compositor premiado em vários festivais de música no Brasil. É Supervisor Pedagógico em projeto social que forma Bandas de música nas periferias de várias cidades do estado de São Paulo.

Michel Moraes (Clarineta), integrante da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos e saxofonista atuante em múltiplas formações instrumentais: Big Bands, Regional de Choro e grupos de Jazz. Professor em projeto social que visa formar músicos instrumentistas de sopro.

Mário Marques (Clarineta): primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos e integrante de vários grupos camerísticos como: Regional de choro e quinteto de sopros. Premiado em vários concursos para Jovens Instrumentistas.

Otinilo Pacheco (Clarineta Baixo), primeiro “clarinetista solista” da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e Sinfônica Municipal de Santo André, além de camerista atuante, tem sido convidado a dar aulas nos mais importantes Festivais de Música do Brasil. Nos últimos anos tem tocado no exterior em países como Dinamarca, Alemanha e Portugal.

Quatro a Zero – Daniel Muller (piano e teclado) , Lucas Casacio (bateria e percussão), Eduardo Lobo (guitarra) e Danilo Penteado (contrabaixo)
Nos seus 7 anos de existência, o Quatro a Zero vem desenvolvendo, a custo de muita pesquisa e trabalho, uma linguagem peculiar dentro da Música Brasileira tendo como foco principal o Choro. Buscando se aprofundar nas sutilezas do gênero e tratando-o com uma concepção atual, o grupo cria novas possibilidades que surpreendem pela criatividade e originalidade. Após ter conquistado o segundo lugar no 7o Prêmio VISA de Música Brasileira em 2004, lançou o elogiado disco “Choro Elétrico”, se apresentando por todo o Brasil pelo “Projeto Pixinguinha” e “Circuito Instrumental Universitário” (com a participação do grande bandolinista Joel Nascimento), ambos patrocinados pela Petrobrás, além de shows em importantes festivais como o Brasil Instrumental, em Tatuí e o Festival de Música de Itajaí. Em 2006, o grupo teve uma fase de imersão na música de Radamés Gnattali, apresentando um show em homenagem ao centenário do nascimento do maestro, no qual contou com a participação de Toninho Ferragutti e Rafael do Santos. Atualmente prepara o lançamento do disco “Porta Aberta”, no qual presta homenagem aos compositores de choro do interior de São Paulo. O trabalho conta com a ilustre participação do saxofonista Nailor Proveta e é patrocinado pelo Governo do Estado de São Paulo (PAC) e pela Prefeitura Municipal de Campinas (FICC).

São Paulo Arte Trio – Paulo Gazzaneo (piano), Laércio Diniz (violino) e Ana Maria Chamorro ( violoncelo)

Fundado oficialmente em 25 de abril de 2006 é formado por três destacados músicos residentes em São Paulo, professores conceituados com formação acadêmica consistente e concertistas premiados nacional e internacionalmente.

O São Paulo Arte Trio fez sua estréia oficial nas salas de concerto em evento realizado na Casa de Cultura “Maestro Demétrio Kipman” na cidade de Bragança Paulista / SP no dia 16 de setembro de 2006 dentro da série de concertos do I Festival Demétrio Kipman apresentando obras dos compositores W. A. Mozart, L. van Beethoven, R. Gnattali e A. Piazzolla.

Laércio Diniz foi aluno de Ludmila Vinecka em Brasília e Erich Lehninger como bolsista na Universidade do Rio de Janeiro. Venceu dois Concursos “Jovens Solistas” (Porto Alegre e Brasília) e em 1987 foi contemplado com bolsa de estudos para a Alemanha pelo DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), ingressando na Escola Superior de Música de Aachen sob a orientação de Ingeborg Scheerer e um ano depois na Escola Superior de Música de Colônia sob a orientação de Saschko Gawriloff (spalla da Orquestra Filarmônica de Berlim), Susanne Rabenschlag (primarius do Quarteto Verdi) e música de câmara com o Quarteto Amadeus.

Na Alemanha foi professor na Escola de Musica de Gumrnersbach e trabalhou com a Heidelberger Kammerorchester tendo atuado como spalla e solista e realizando concertos por mais de cinco anos por todos os países da Europa Ocidental.

De volta ao Brasil em 1995 fundou o Quarteto de Cordas Aureus especializado no repertório brasileiro com o qual gravou dois CDs , um pelo selo Som Puro com autores variados e o outro com a obra completa para quarteto de cordas de Alberto Nepomuceno pelo selo Paulus.

Em 1997 fundou a Orquestra de Câmara Engenho Barroco da qual é spalla e diretor artístico e com a qual lançou um CD de música barroca pelo selo Som Puro com obras de autores do período Barroco e em 2001, 2002 e 2003, três CDs integrantes do projeto “Restauração e Difusão de Partituras” patrocinado pela Petrobras interpretando obras de autores do período colonial brasileiro.

Foi professor de violino do Festival de Inverno de Campos do Jordão de 1999, 2000, e 2003. Em 2001 junto ao Quarteto Aureus, professor do curso de inverno da Fundação das Artes de São Caetano do Sul e em 2002, professor do Festival de Inverno de Londrina. Em 2007 foi o titular da cadeira de violino no Festival Música das Esferas de Bragança Paulista / SP. Desde 1998 é professor de violino da Faculdade de Artes Alcântara Machado. É também consultor musical da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, professor da Universidade Livre de Música, chefe de naipe da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e spalla da Bachiana Chamber Orchestra, além de desenvolver uma intensa carreira como recitalista e solista.

Ana Maria Chamorro é natural da cidade de São Paulo, estudou no Brasil com Zigmund Kubala na USP e trabalhou na Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo eOrquestra Sinfônica Municipal de São Paulo.

Na Alemanha prosseguiu seus estudos com Eduardo Vasalo, Friedmman Dahn e Joachim Griesheimer, além de cursar música de câmara com Saschko Gawriloff e Quarteto Amadeus. Durante esse período, foi professora da Escola de Música de Wiehl e integrou diversas orquestras alemãs como: Rheinisches Kammerorchester, Sinfonieta Köln eKlassische Philarmonie Telekomm Bonn. Foi também primeiro violoncelo da Tippet Ensemble e violoncelo solo da Heidelberger Kammerorchester, com a qual se apresentou regularmente durante cinco anos em vários países europeus como: Alemanha, Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Noruega, Suécia, Suíça, e Finlândia.

Volta ao Brasil trabalhando como spalla dos violoncelos da Orquestra Sinfônica de Santos e violoncelista do Quarteto Municipal de Santos. Participou varias vezes como violoncelista convidada da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP).

Atualmente é violoncelo solo da Orquestra de Câmara Engenho Barroco, violoncelista do Quarteto de Cordas Aureus tendo vários Cds gravados com os dois grupos, violoncelista do São Paulo Arte Trio e da Orquestra Filarmônica de São Bernardo, professora de violoncelo da Universidade Livre de Música e primeiro violoncelo da Bachiana Chamber Orchestra. Gravou para a série de CDs SOLOS da gravadora Som Puro varias peças para violoncelo e piano.

Paulo Gazzaneo vem conquistando uma sólida posição dentro do cenário musical brasileiro, tanto como intérprete ou pedagogo e, recentemente, na área da composição.

Discípulo de Amaral Vieira pela Faculdade Santa Marcelina de São Paulo no Brasil e István Lantos na Budapesti Liszt Ferenc Zenemüvészeti Föiskola na Hungria, vem se destacando por suas apresentações e gravações, principalmente de obras brasileiras, para piano solo e música de câmara, importantes registros de seu trabalho como solista e camerista.

Complementando seus estudos, recebeu a orientação de Osvaldo Lacerda, Almeida Prado, Sérgio Chnee (Composição, Harmonia e Contraponto) e Hans Graff naAcademia Superior de Música de Viena, além de sua participação em festivais de verão e inverno nas classes de Zoltán Kocsis (Hungria), Peter Frankl (Hungria / Inglaterra) e Bruno Leonardo Gelber (Argentina).

É convidado com frequência a ministrar aulas de piano e música de câmara bem como palestras e seminários em tradicionais festivais de inverno e verão, tanto no Brasil como em países da América do Sul (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru).

Como recitalista e solista já se apresentou em todos os países da América do Sul e nos principais centros musicais europeus (Áustria, Alemanha, Bélgica, Hungria, Polônia, Espanha, Grécia, Bulgária, Inglaterra, Suíça).

Desde o seu retorno ao Brasil em 1993, assumiu como principal premissa de seu trabalho a execução e registro fonográfico de obras de compositores brasileiros, preferencialmente ainda ativos, e, desde o ano de 2000, tem se dedicado de forma mais produtiva na área da criação.
Entre suas premiações destacam-se o Prêmio Lorenzo Fernandez 2004 outorgado pelo Femusica da cidade de Campos / RJ, e as indicações ao Prêmio Carlos Gomes 1996 (Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo) e ao Grammy 2002 (melhor CD de música erudita com a estampa “Duo Quanta”).

Como intérprete já dispõe de oito títulos em sua discografia, sete dos quais integralmente dedicados à música nacional. Como compositor já foi prestigiado pelo Harpyia Quartet (Grécia) em uma temporada de concertos pelos países da Europa Oriental e, uma gravação de suas seis miniaturas para piano solo pelo selo PMC / SP.

Na pedagogia, desenvolveu um importante trabalho de 1998 a 2004 no cargo de coordenador do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim de São Paulo, departamento da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.
Gazzaneo foi membro com participação ativa na American Liszt Society, Sociedade Brasileira de Musicologia e na Sociedade Brasileira de Música Contemporânea.Desde 2007 é diretor executivo e pedagógico do Festival Música das Esferas – Festival Internacional de Música de Bragança Paulista.

O Tritono Blues nasceu em 2006 reunindo três grandes músicos do cenário blues paulistano. Com uma formação pouco convencional: piano, voz e gaita, ao vivo, tem-se a nítida impressão de ouvir uma banda completa, pois os baixos do piano são completados com a marcação da percussão. No repertório, além dos clássicos do Blues e da Soul Music, com versões de Ray Charles, B.B. King, Muddy Waters, Otis Reding, Leadbelly, Eddie Boyd, entre outros.

Bruno Sant’anna, grande cantor de Blues, além de percussionista e gaitista. É lider da Bruno Sant’anna Blues Band e também integrante da banda de Blues-Rock Blindog. com dois CD’s lançados.
André Youssef, pianista e organista, que acompanha grandes nomes do blues nacional e internacional. Atualmente também integrante da banda de Nasi (ex-IRA!)

André Carlini, gaitista de estilo inconfundível, líder da banda de funk-groove-jazz Lado Black, coordenador da pasta de harmônica do EM&T (Escola de Música e Tecnologia).

O Tritono Blues marca presença na programação da noite paulistana. Apresenta-se em casas como O’Maileys, Bourbon Street, Tom Jazz, The Black Horse, Drake’s Bar, O Garimpo, Bartholomeu Bar, entre outras.
Nos últimos anos o Trítono Blues participou de festivais importantes como o Festival Internacional Sons & Sonidos Eldorado realizado no Bourbon Street, ao lado de nomes como Yamandú Costa, Gonzalo Rubalcaba e Banda Mantiqueira; O Festival Vero Tendencies em Alphaville, ao lado de Nando Reis, Paula Lima e Toquinho; O Festival de Inverno de Aldeia da Serra, abrindo o show de Nuno Mindelis e o Festival de Inverno de Santana do Parnaíba; O projeto “Todas as Bossas” realizado no SESC Bauru, o projeto Sonora do SESC Rio Preto e também participou de 3 apresentações em um show especialmente montado para o SESC Vila Mariana com repertório voltado para as “Blues Work Songs” ou músicas de blues que falam exclusivamente do trabalho. Empresas como Vivo, Bradesco Seguros, Revista Vero, Syngenta, Anfarmag e Agência Fuel, tiveram o show do Tritono Blues em seus eventos. Em 2008 o Tritono lançou o CD Groovin’, que está tendo uma excelente receptividade do público e imprensa especializada.

A Fundação Nestlé Brasil é responsável pelo gerenciamento do investimento social feito pela Nestlé no Brasil. A sua estratégia de apoio está focada em projetos que tenham como temáticas as questões relacionadas à Nutrição, Desenvolvimento Rural e a Água. Entre as ações desenvolvidas pela Fundação Nestlé Brasil estão os programas: “Nestlé Faz Bem Nutrir” – que leva educação alimentar para crianças e jovens, de 5 a 14 anos, de comunidades de baixa renda em todo o país -, contribuindo para combater a desnutrição e a obesidade, o “Nestlé Faz Bem Cuidar” uma iniciativa ambiental que dissemina conceitos de preservação do meio ambiente também para crianças e jovens e ainda o “Nestlé Faz Bem Saber” que investe no desenvolvimento do homem do campo.

Serviço:
Viagem Musical
Grupos: Bruch Trio, Ginga, Irmandade do Blues, Madeira de Vento, 4 a Zero, São Paulo Arte Trio e Tritono Blues
Patrocínio: Fundação Nestlé Brasil
Apoio do Governo de São Paulo, através da Secretaria de Estado da Cultura, pelo Programa de Ação Cultural – ProAC 2009

Araraquara:
Sesc Araraquara – Área de Convivência
R. Castro Alves, 1315
Quitandinha
Tel: 16 3301-7500

Caçapava:
Cine Vogue
Rua Cel. José Guimarães, 160, Centro
Tel: 12 3652-9222
Capacidade: 280 pessoas

Cordeirópolis:
Teatro do Centro Cultural Ataliba Barrocas
Páteo da Subestação, s/nº – Cordeirópolis
Tel: 19 3202-5407
Capacidade – 260 pessoas

Ribeirão Preto:
Sesc Ribeirão Preto – Área de Convivência
Rua Tibiriçá, 50
Centro
Tel: 16 3977-4477

São Bernardo do Campo:
Teatro Elis Regina
Av. João Firmino, 900
Assunção
Capacidade 324 pessoas
Tel: 4351-3479

09/09/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Livro apresenta todos os benefícios da Ração Humana

Livro traz opinião de médicos, fórmulas da mistura e receitas práticas para incluir no cardápio diário o complemento alimentar que virou sinônimo de vida saudável.

Ela é uma mistura de 16 ingredientes de origem natural. Ela é uma indicação segura para todos, especialmente para aqueles que querem perder peso sem perder a saúde. Ela não necessita de prescrição médica, embora os profissionais da saúde aprovem seu uso. Ela é um alimento acessível, prático e muito fácil de ser preparado e consumido. Ela é a ração humana, um tipo de complemento alimentar desenvolvido por uma ex-aeromoça curitibana e que se tornou um enorme sucesso tanto em dietas especiais quanto no uso cotidiano.

Em Ração Humana – Você em Forma e com mais Saúde estão todas as informações técnicas e científicas sobre este poderoso complemento alimentar. Inclusive, uma detalhada entrevista com Lica Takagui que, supliciada pela alimentação que era obrigada a consumir a bordo dos aviões onde trabalhava, decidiu estudar alimentos naturais até chegar à fórmula da ração humana, em 2005.

O livro traz entrevistas com médicos de diferentes especialidades (endócrinos, dermatologistas, pediatras, endócrinos e nutricionistas), cada um abordando os benefícios do consumo da ração humana em suas áreas de atuação. Ração Humana – Você em Forma e com mais Saúde também traz uma série de receitas tendo a ração humana como ingrediente, além de ensinar o leitor a fazer em casa sua própria ração.

Ficha Técnica:
Ração Humana – Você em Forma e com mais Saúde
Organizadora: Jeanne Margareth
Número de páginas: 120
Preço sugerido: R$ 29,90
Editora: Livros Escala

09/09/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Sala Nordeste abre espaço para as Artes Visuais no Recife

Abertura acontece no dia 16 de setembro, às 16h, com a exposição NAUSEA.

Um novo espaço para difusão, fruição e circulação das Artes Visuais no Recife. Essa é a proposta da Sala Nordeste, ambiente que será inaugurado no dia 16 de setembro, às 16h, em Recife. Resultado de uma parceria entre o Ministério da Cultura, através da Representação Regional Nordeste (RRNE/MinC), o Banco do Nordeste (BNB) e a Prefeitura do Recife, por meio da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), a Sala Nordeste irá funcionar no térreo da Regional do MinC, na Rua do Bom Jesus, 237, Bairro do Recife.

A abertura da Sala Nordeste está inserida na programação do SPA das Artes 2010 – Semana das Artes Visuais do Recife, com a exposição NAUSEA, do artista José Rufino (PB) e curadoria de Marcelo Campos (RJ). A montagem da instalação é um dos acertos possibilitados pela parceria com o BNB, que viabilizou também a revitalização da estrutura do prédio, com nova pintura, troca de iluminação, adequação da sala de exposição, entre outras melhorias.

A gestão da Sala será compartilhada entre a Representação Nordeste do MinC, o Centro Cultural do Banco do Nordeste e a Fundação de Cultura da Cidade do Recife. Essa parceria, ao mesmo tempo em que contribui para ampliar a atuação dos Centros Culturais do BNB – que funcionam no Ceará, em Fortaleza e Juazeiro do Norte, e na Paraíba, em Sousa – reforça a articulação entre o BNB e o MinC, e insere a Prefeitura do Recife neste circuito.

Para a chefe da Regional do MinC, Tarciana Portella, “a Sala Nordeste passa a ser um espaço de confluência e sinergia das Artes Visuais, que deve ser irradiado para os artistas do Nordeste e também das outras regiões”, pois possibilita o encontro físico de três importantes instituições, de diferentes esferas e missões distintas, podendo gerar novas possibilidades para a arte contemporânea.

CENTRO CULTURAL

A Sala Nordeste evidencia a vocação cultural do Bairro do Recife, contribuindo para a revitalização deste espaço urbano, onde estão concentrados diversos equipamentos culturais. No perímetro da ilha, valor histórico e turístico estão agregados hoje a um vibrante polo de tecnologia da informação, com a consolidação do Porto Digital, e a um epicentro de produção e difusão cultural, potencializado em espaços como Instituto Cultural do Banco Santander, Paço Alfândega, Sinagoga Kahal Zur Israel, Centro Cultural dos Correios, Escola de Arte e Tecnologia – Oi Kabum, Torre Malakoff, Centro Apolo-Hermilo, entre outros que ainda estão em fase de implementação, como o Centro Cultural da Caixa Econômica Federal e o Paço do Frevo.

Direcionada para as Artes Visuais, incluindo Design, Fotografia, Moda e Arte Digital, a Sala Nordeste tem por objetivo difundir obras da produção recente, de caráter experimental e cujo histórico considere a interface das linguagens adequadas ao perfil do espaço. A Sala, integrada à Representação Regional Nordeste/MinC, conta com auditório de 60 lugares, salas de reunião e multiuso.

A princípio, o cronograma da Sala Nordeste está ocupado até janeiro de 2011. Após a exposição NAUSEA, que inaugura o espaço, entra a programação da Semana de Fotografia, promovida pela Prefeitura do Recife através da Secretaria de Cultura / FCCR. A presidente da Fundação de Cultura afirma: “Com a Sala Nordeste ganhamos mais um espaço expositivo para nossas ações no âmbito das Artes Visuais e, com isso, referendamos a parceria com o governo federal e com uma institutição que fomenta a cultura em nossa região”. A partir de então, as exposições serão definidas de acordo com as políticas voltadas para as Artes Visuais de cada instituição, as quais se alternarão na responsabilidade das mostras.

A Sala receberá cinco exposições por ano, cada uma com duração média de um mês e meio. Serão priorizadas e estimuladas propostas que estejam acompanhadas de atividades de reflexão e formação de público. A escolha dessas mostras será feita por um Conselho Gestor, composto por representantes das três instituições.

NAUSEA
A exposição inaugural da Sala Nordeste, NAUSEA, de José Rufino, sob curadoria de Marcelo Campos, busca na disposição espacial de um conjunto de móveis antigos – como armários, gavetas e escrivaninhas – provocar estranheza no espectador, que se depara com ressignificações temporais e afetivas daquilo que antes fora pensado apenas como objetos de utilidade cotidiana.

A instalação se vale do conceito transformador proporcionado pelo tempo e pelo espaço, para se mostrar sempre diferente, já que a cada nova exibição o artista José Rufino, conhecido em seus trabalhos por resgatar narrativas pessoais e familiares através de elementos do passado, brinca com a posição dos móveis, adicionando novos itens e monotipias ao conjunto.

NAUSEA, apresentada pela primeira vez em 2008 no Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB) de Sousa, cumpriu temporada também no CCBNB de Fortaleza, no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, e em 2009 integrou a mostra Las Américas Latinas – Las Fatigas del querer, no Spazio Oberdan, em Milão. No Recife, NAUSEA fica aberta para visitação pública de 17 de setembro a 30 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos domingos, das 14h às 20h.

SPA das Artes

A Exposição NAUSEA integra-se à programação do SPA das Artes 2010, que ocorre no período de 12 a 19 de setembro. O evento, realizado pela Prefeitura do Recife, através da FCCR, é destinado à interlocução, difusão, exibição, circulação, troca de experiências e capacitação da rede produtiva das Artes Visuais do Recife e de outras cidades do país.

O SPA, que está em sua nona edição, tem um perfil dinâmico e abre espaço para experimentação de novas propostas e formatos, com a participação dos agentes das Artes Visuais do Recife, através da proposição de atividades, da cessão de espaços ou como apoiadores da realização. Desde 2004, oferece Bolsas de Incentivo à Produção e à Formação, o que tem colaborado para a melhoria da qualidade das ações promovidas por artistas e grupos locais e para o intercâmbio com outros estados.

Este ano, os projetos foram inscritos em três categorias. Além da Bolsa de Incentivo à Produção Artística, criada para fomentar a realização de ideias de artistas e grupos principalmente em espaços públicos, também foram oferecidas a Bolsa Prêmio Exposições Descentralizadas e a Bolsa Prêmio Oficinas de Formação e Capacitação – Artistas e Público, esta com o patrocínio do Edital Conexão Artes Visuais do MinC/ Funarte/ Petrobras 2010. Mais informações: spadasartesrecife@gmail.com ; (81) 3355.1756/ 3355.1757; ou no site http://spa2010.artesvisuaisrecife.org .

08/09/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Lançamento de “O Evangelho de Barrabás” em Santos

Noite de autógrafos acontece na livraria Realejo.

Ateus convictos José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta mergulharam fundo no Segundo Testamento para escrever “O Evangelho de Barrabás”. Mas se engana quem pensa que a dupla se rendeu às apologias bíblicas. A obra, que marca a volta de Torero aos projetos históricos, chega às livrarias recheada de argumentos divertidos que narram a vida de um personagem, no mínimo, curioso.

Tudo começa com Jesus de Nazaré sendo acusado pelos sacerdotes judeus perante Pôncio Pilatos, que o interroga sem encontrar motivos para sua condenação. Pressionado pelo povo que assistia ao julgamento, Pilatos manda trazer o prisioneiro Jesus Barrabás, ladrão e assassino condenado à morte e, valendo-se de uma suposta tradição judaica, pede aos presentes que escolham entre os dois qual será crucificado. O final dessa história todos conhecem, mas a dupla de escritores vai além do óbvio e revela que a humanidade releva quase tudo, menos a ausência de algo para idolatrar.

Torero e Pimenta conseguem tirar da Bíblia informações que ajudam a reconstituir histórias interessantes como a de Barrabás, que entra para os relatos do Livro sagrado pela porta dos fundos, como inimigo dos romanos, e sai como messias, por puro acaso. “Era um cara mais conhecido, famoso e querido que Jesus, tanto que foi salvo”, explica Torero. O resultado é uma aventura em tom de parodia, cheia de humor e marcada por reviravoltas que prende a atenção do leitor.

“Este livro é muito mais sobre crentes do que sobre religião . Tenho inveja de quem tem fé . No fundo é desolador ser ateu . Minha mãe , por exemplo , que é astróloga indiana , me acha uma besta ”, diverte-se Torero. Há três anos , quando tiveram a idéia do livro , ele e o parceiro Marcus Aurelius Pimenta , por sua vez filho de pastor , pensavam no título A Bíblia de Rozemberg. “Quando lemos a notícia da descoberta do evangelho de Judas, mudamos de idéia e escolhemos Barrabás como protagonista, um personagem riquíssimo, com pelos menos quatro denominações históricas: assassino, ladrão, salteador e revolucionário” conta Torero.

Sobre os autores

José Roberto Torero nasceu em 1963, em Santos. É escritor, cineasta, roteirista e jornalista. É autor 11 roteiros, 6 curtas-metragens e de 23 livros, entre eles “O Chalaça” que lhe rendeu o Prêmio Jabuti de 1995. Sua mãe é seguidora do mestre indiano Sai Baba.

Marcus Aurelius Pimenta, paulistano do Brás, é jornalista, roteirista e escritor. Em parceria com Torero escreveu nove livros. Seu pai era um pastor presbiteriano.

Serviço

Evento: Lançamento do livro “O Evangelho de Barrabás”
Autores: José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta
Data: 10 de setembro de 2010 – 6ª feira
Horário: 18h30
Local: Livraria Realejo
Endereço: Rua Marechal Deodoro, 2 – Gonzaga – Santos/SP

08/09/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: O Lado Negro da CIA será lançado em 14 de setembro

No dia 14 de setembro, terça-feira, às 19h30, na Saraiva Megastore do Shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo, a Idea Editora lança o livro O Lado Negro da CIA, do economista Claudio Blanc.

Blanc compilou documentos secretos, memorandos e telegramas oficiais, muitos dos quais com partes censuradas, para dar luz às atrocidades da agência americana em mais de 40 anos de atividade. “Os documentos secretos que constituem este livro revelam a face macabra da política internacional dos Estados Unidos e mostram algumas das ações criminosas da CIA. Os crimes e ações condenáveis perpetrados pela agência americana aqui documentados estão entre os de maior repercussão”, afirma o autor.

Os textos reunidos em O Lado Negro da CIA foram extraídos dos Arquivos de Segurança Nacional, mantidos pela George Washington University e liberados por meio de ação judicial pelo Ato de Liberdade de Informação. São relatos do alto comissariado da agência, ex-ministros da defesa e da segurança nacional, além de ex-presidentes americanos.

O Lado Negro da CIA também trata da intervenção dos Estados Unidos no Brasil. Com o apoio da agência americana, navios-tanques e 110 toneladas de munição, porta-aviões e destróieres deram resguardo ao período que antecedeu o Golpe Militar de 1964. Posteriormente, a CIA teve papel fundamental no treinamento de agentes brasileiros, atuando diretamente na caça de militantes de esquerda e a sistematização da tortura.

07/09/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Novo livro de Laurentino Gomes trata da Independência do Brasil

Autor do bestseller “1808”, o jornalista e escritor Laurentino Gomes lança na primeira semana de setembro o livro “1822”, um relato detalhado sobre a Independência do Brasil. Composta de 22 capítulos intercalados por ilustrações de acontecimentos e personagens da época, a obra cobre um período de quatorze anos, entre a volta da corte portuguesa de D. João VI a Lisboa, em 1821, e a morte do imperador D. Pedro I, em 1834. Publicado pela Editora Nova Fronteira no Brasil, o livro será lançado simultaneamente em Portugal pela Porto Editora. Além da edição impressa, os leitores brasileiros terão acesso ao conteúdo da obra em diversos formatos multimidia, incluindo livro digital, audiolivro e site na internet.

“Este livro procura explicar como o Brasil conseguiu manter a integridade do seu território e se firmar como nação independente por uma notável combinação de sorte, acaso, improvisação, e também de sabedoria de algumas lideranças incumbidas de conduzir os destinos do país naquele momento de grandes sonhos e perigos”, explica o autor. “O Brasil de hoje deve sua existência à capacidade de vencer obstáculos que pareciam insuperáveis em 1822. E isso, por si só, é uma enorme vitória.” Segundo Laurentino, o Grito do Ipiranga foi conseqüência direta da fuga da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, em 1808. “Ao transformar o Brasil de forma profunda e acelerada nos treze anos seguintes, D. João tornou a separação inevitável”, diz ele.

“1822” é resultado de três anos de pesquisas, durante os quais o autor leu ou consultou cerca de 170 livros e outras obras de referências sobre o tema no Brasil e em Portugal. Também percorreu diversos locais dos acontecimentos ligados à Independência do Brasil ou à vida de D. Pedro I nesses dois países. Entre outros lugares, refez o caminho percorrido por D. Pedro do Rio de Janeiro a São Paulo na véspera do Grito do Ipiranga, em 1822. Também esteve no Piauí, local da Batalha do Jenipapo, travada no dia 13 de março de 1823 e na qual morreram cerca de 400 brasileiros lutando contra uma bem armada e treinada tropa portuguesa. Em Portugal, o autor visitou o Arquipélago dos Açores e as linhas de trincheiras do Cerco do Porto, episódio da guerra civil entre D. Pedro e seu irmão D. Miguel de 1832 a 1834. “O trabalho de campo é o que diferencia um livro reportagem como este”, afirma Laurentino. “A técnica jornalística permite observar esses locais e constatar que, apesar da grande distância no tempo, eles contêm ainda hoje informações relevantes”.

Durante o trabalho de pesquisa, Laurentino teve a orientação do diplomata, ensaísta, historiador, poeta e acadêmico Alberto da Costa e Silva, um dos mais respeitados intelectuais brasileiros. Membro e ex-presidente da Academia Brasileira de Letras, Costa e Silva é considerado hoje o maior especialista brasileiro em África, autor das várias obras fundamentais para a compreensão da história do tráfico negreiro para a América. Entre novembro de 2009 e junho de 2010, período em que autor escreveu o livro, o “embaixador” (como os amigos o chamam de forma carinhosa) leu e anotou cada um dos capítulos, ajudando a corrigir enfoques, datas, nomes e informações. “Esta obra deve grande parte de sua consistência e credibilidade ao trabalho do embaixador”, afirma Laurentino.

Com “1808”, Laurentino Gomes ganhou o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, nas categorias Melhor Livro Reportagem e Livro do Ano de Não-Ficção. Sua obra também foi eleita o Melhor Ensaio de 2008 pela Academia Brasileira de Letras e permaneceu três anos consecutivos na lista dos livros mais vendidos de Portugal e do Brasil. Nascido em Maringá, é formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, com pós-graduação em Administração pela Universidade de São Paulo. Trabalhou como repórter e editor para o jornal O Estado de S. Paulo e a revista Veja e foi diretor da Editora Abril. É membro titular da Academia Paranaense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.

01/09/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário