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:: 1001 ideias de receitas para o ano todo

Lançamento da Editora Larousse é uma verdadeira enciclopédia gastronômica


Para quem gosta de cozinhar e sabe o quão prazeroso é descobrir uma nova receita, variar o cardápio e experimentar novos sabores é fundamental. Pensando nisso, a Editora Larousse traz para o Brasil 1001 ideias de receitas para o ano todo, de Camille Depraz, um livro completo para quem deseja explorar todas as possibilidades de sua cozinha.
A obra aposta na praticidade e na variedade, apresentando receitas com ingredientes de todas as estações do ano de forma clara e didática – com informações sobre o tempo de preparo, grau de dificuldade e custo. A autora ainda dá dicas de acompanhamentos, adaptações – para substituir ingredientes ou ganhar tempo no preparo – e até mesmo sugestões de menus completos como, quando fizer a Alcatra fatiada e cenoura a entrada pode ser com Aspargos no vapor ao molho de amêndoas e para encerrar, uma Musse de café com nuvem de cacau ou se preferir, Cogumelos recheados com queijo fresco seguidos por um Enrolado de bacalhau fresco com presunto de Parma e um Creme de castanha com chocolate de sobremesa.
São 14 capítulos com ideias para as mais diversas ocasiões e cada um deles conta com um tópico chamado Zoom, seção que serve como uma espécie de manual de sobrevivência e traz sugestões para não fazer feio quando receber uma visita inesperada, dicas de pratos que agradam o paladar infantil ou de como preparar um jantar especial, cardápios práticos, lista de compras, congelados, itens básicos da dispensa para lidar com imprevistos e muito mais.
Nas 608 páginas de 1001 ideias de receitas para o ano todo o leitor encontrará receitas ilustradas de carnes, peixes, aves, saladas, massas, legumes e doces. Opções que vão da trivial Lasanha à bolonhesa expressa a Ostras grelhadas com panceta, passando pelo Medalhão de porco com molho de cogumelo e vinho do Porto, Salada de ervas com pitu, Boi na cerveja, Sopa de morango com framboesa e pirulitos gelados entre outras.
Seja como fonte de consulta, para dar uma nova cara a pratos conhecidos, ou de inspiração na descoberta de novos sabores, 1001 ideias de receitas para o ano todo é um livro completo e indispensável para os apaixonados por gastronomia.

Ficha Técnica:
1001 ideias de receitas para o ano todo
Autora: Camille Depraz
Tradução: Marlene Cohen
Número de páginas: 608
Preço sugerido: R$129,90

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24/03/2011 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Dessa vez, o assustador e mortal inimigo de Eve Dallas é invisível

Em plena Nova York de 2059, um acontecimento chocante abala uma sociedade dependente dos avanços tecnológicos para funcionar à perfeição: um assustador, desconhecido e mortal vírus de computador está se espalhando entre a população. E ele desconhece fronteiras. Esse é Pureza Mortal, o novo romance de suspense
de J. D. Robb.

“— Quando um cara vende drogas para garotos de escola, o mundo fica um pouco melhor sem ele.
— É, mas isso não cabe a nós julgar. — Eve o dispensou virando as costas. Foi até uma escrivaninha e fez cara de estranheza ao ler o que estava escrito na tela do computador: PUREZA ABSOLUTA ALCANÇADA
— Que diabos isso significa? — perguntou, em voz alta.
— Peabody, tem alguma merda nova nas ruas que tenha o nome de Pureza?
— Nunca ouvi falar.
— Computador, explique o significado da palavra “pureza”.
COMANDO INVÁLIDO
Franzindo a testa, ela informou seu nome, o número do distintivo, a autorização e repetiu:
— Explique o que quer dizer “pureza”.
COMANDO INVÁLIDO
— Hum. Peabody, pesquise substâncias ilegais novas e conhecidas. Computador, saia dessa tela e informe qual a última tarefa executada.
A tela estremeceu, apagou e logo em seguida tornou a acender, exibindo uma planilha organizada e detalhada, um inventário de lucros, perdas e dados de clientes, todos codificados.
— Então, segundo a informação da última tarefa executada e pelo relógio do sistema, Louie estava sentado bem aqui, numa boa, analisando a contabilidade de forma eficaz, quando sentiu uma vontade incontrolável de rachar a cabeça do vizinho.
— Está um calor infernal, Dallas — disse Peabody, por cima do ombro de Eve. — Tem gente que simplesmente pira.
— É. Talvez a explicação seja apenas essa. — Tem gente que fica zureta de uma hora para outra. Não há nada aqui nos dados dele com o nome de Pureza.
— Também não achei nada na pesquisa on-line sobre alguma droga ilegal com esse nome.
— Então que diabo é isso, e como foi alcançado esse tal “estado de pureza absoluta”? — Eve deu um passo para trás. — Vamos dar uma boa olhada em Louie K., para ver o que ele tem a nos contar.”

Louie K. Cogburn estava há três dias trancado em seu apartamento, olhando para a tela do computador e sofrendo com uma insuportável dor de cabeça. Por fim, quando um vizinho bate à sua porta, Louie pega um taco de beisebol e, no auge do desespero, sai enlouquecido pelo corredor e parte para o ataque. O primeiro policial a chegar à cena do incidente atira duas vezes no agressor usando apenas sua pistola de atordoar, ainda assim Louie morre instantaneamente.

Quando um segundo homem morre em circunstâncias praticamente idênticas, Eve corre em busca de respostas. O que ela não imagina é que encontrará um vírus de computador capaz de se espalhar a partir da máquina, infectar um homem, atuar em seu organismo e tomar conta de todo o seu ser. E a única pista é uma mensagem bizarra que foi deixada piscando no monitor: PUREZA ABSOLUTA ALCANÇADA.

Um romance instigante que oferece aos leitores um pouco de tudo: romance, morte e cenas de crime bem realistas. Além, é claro, de um suspense alucinante.

Próximo título: Retrato Mortal

Nora Roberts é a consagrada autora de quase 200 romances, dos quais mais de 100 frequentaram a lista de mais vendidos do New York Times. Dentre eles estão Santuário, Pecados Sagrados, O Amuleto, A Villa, Segredos, Doce Vingança, Pecados Sagrados, Virtude Indecente e as suas famosas e fascinantes trilogias – do Sonho, da Gratidão, da Magia, da Fraternidade, do Coração. Com mais de 280 milhões de exemplares vendidos em diversos países, Nora Roberts é hoje a mais festejada e adorada autora de ficção em todo o mundo. Sob o pseudônimo J. D. Robb, teve publicado 15 títulos de suspense, todos integrantes da Série mortal. Saiba mais em http://www.seriemortal.com.br.

SERVIÇO:

Pureza Mortal
(Purity in Death)
J. D. Robb
Tradução de Renato Motta
Literatura Estrangeira, Romance, Relacionamento
Editora Bertrand Brasil
434 páginas
Preço: R$ 46,00
ISBN: 9788528614725

26/01/2011 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Marque aí no seu calendário: está chegando a reunião do clube do biscoito!

Todos os anos, na primeira segunda-feira de dezembro, Marnie, Jeannie, Taylor, Rosie e mais oito amigas se reúnem para bater papo e comer um montão de biscoitos caseiros lindamente embrulhados. Está formado o grupo que deu origem ao emocionante O Clube do Biscoito, de Ann Pearlman.

“Um romance vigoroso que foge dos clichês do gênero literário.”
(Publishers Weekly)

“Sou a bisbilhoteira líder e esta é minha festa. A reunião do clube do biscoito sempre acontece na primeira segunda-feira de dezembro. Pode marcar no seu calendário. Doze amigas se reúnem, cada uma trazendo treze dúzias de
biscoitos embrulhados para presente. Biscoitos caseiros, claro. Cada uma traz um prato de comida para servir na hora e uma garrafa de vinho. Dezesseis anos atrás, quando tudo começou, costumávamos tomar o vinho e, depois, sair para dançar. Agora bebemos um pouco, nos sentamos e batemos papo na minha casa, ou colocamos um CD do Al Green e dançamos. Nosso favorito é o Love and Happiness. Então, cada uma conta a história do biscoito que fez. De alguma forma, cada história sempre simboliza o ano que passou. Distribuímos os pacotes de biscoito e doamos a décima terceira dúzia à casa de caridade local. Doamos os biscoitos desde o início. O clube do biscoito tem a ver com a doação, não se refere apenas a petiscos deliciosos que compartilhamos com as amigas e com nossas famílias, mas também com as pessoas que não conhecemos, que estão passando por uma fase difícil e a quem um docinho viria bem a calhar.”

Neste dia, essas mulheres sentem-se à vontade para compartilhar qualquer tema: a paixão e a esperança de um novo amor, as desilusões e as traições amorosas, os medos e as alegrias da maternidade, a agonia de perder um filho e, acima de tudo, a admiração e o respeito que sentem umas pelas outras. Contudo, neste ano, além das histórias divertidas, há alguns assuntos sérios a tratar: a filha mais velha de Marnie está enfrentando uma gravidez de risco. O pai de Jeannie está tendo um caso com sua melhor amiga. Taylor, após ser abandonada pelo amor de sua vida, está com as finanças por um fio. Já Rosie enfrenta a repulsa de seu marido à ideia de um possível filho.

O Clube do Biscoito fala de caminhos percorridos, da absoluta alegria de viver e amar — apesar das decisões das quais nos arrependemos —, das escolhas difíceis, das reparações que temos que fazer e dos sacrifícios ao longo da jornada. Em última análise, é a história de todas as mulheres. Ao ler esta, a de Marnie e suas adoráveis amigas, suas lutas e triunfos, o que as faz rir e o que já as fez e fará chorar, os leitores verão em si mesmos alguns dos ingredientes de sua própria história de vida.

Ann Pearlman é a autora de Infidelity: A Love Story, indicado ao Prêmio Pulitzer. Ann vive em Ann Arbor, no Michigan, onde se passa a história do Clube do Biscoito.

SERVIÇO:
O Clube do Biscoito
(The Christmas Cookie Club)
Ann Pearlman
Tradução de Sibele Menegazzi
Literatura Estrangeira, Romance, Relacionamento
Editora Bertrand Brasil
294 páginas
Preço: R$ 39,00
ISBN: 9788528614718

24/01/2011 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Emocionante, impiedoso, autêntico: o romance sobre a Cosa Nostra que todos devem ler

Mais Escuro que a Meia-Noite, de Salvo Sottile, é um romance de sangue, amor e morte, ao qual a pena prudente e afiada do autor imprime um ritmo cinematográfico, com sequências emocionantes que se sucedem num imprevisível suspense. Uma história de máfia que não cede à retórica nem aos estereótipos do gênero e compõe um quadro vibrante, de rara potência dramática.

“Parecia que o boss tinha um plano pré-estabelecido na mente. Um plano suicida. Chiavetta percebeu e tentou detê-lo.
— Giaconia, assim você vai ser morto…
O boss virou-se para o sargento.
A sua expressão era tranqüila, resignada.
— Sargento, o senhor sabe como é que nós dizemos? Mais escuro que a meia-noite não pode ficar… o senhor sabe o isso significa, não é?
Sim, Chiavetta sabia.
Giaconia queria fazê-lo entender que já estava acabado, que não tinha nada a perder. Não tinha mais a mulher, a sua vida estava destruída, o que lhe importava mais que voltar agora para o Criador?
A sua meia-noite, Nino superara há pouco.
Storione pôs uma mão no braço de Matteo e pediu que ele abaixasse a pistola. Temia que ele caísse na armadilha de Giaconia e no seu joguinho psicológico.
— Não dê atenção a ele, comissário, não faça nenhuma besteira!!!”
O sargento percebeu que Di Giannantonio já estava em transe. As suas mãos tremiam, os olhos ardiam, a cabeça doía-lhe. Era como se fosse prisioneiro de um pesadelo, de uma espécie de alucinação.O desejo de vingar o pai tornou-se mais forte que qualquer pensamento racional. A sua arma tremia imperceptivelmente. Para deixá-la firme,Matteo a tinha empunhado também com a outra mão, enquanto a voz de Giaconia confundia os seus pensamentos.
— Anda, comissário, atira!
Numa fração de segundo, Di Giannantonio abaixou o cano, fez mira e disparou o gatilho.
Atirou.
Storione instintivamente levou as mãos à cabeça.”

Em meados dos anos 1980, Nino Giaconia entra para uma das mais famosas famílias mafiosas da Itália: os Corleones. Junto com o cunhado Gaspare, que logo se torna o boss, ele conquista a fama de matador impiedoso e sem escrúpulos, inteiramente dedicado aos interesses da Cosa Nostra. O que o diferencia dos demais da organização é que, para ele, a esposa está em primeiro lugar. Ou estava.

Bela e angustiada, Rosa decidiu casar-se com Nino para fugir da casa do seu severo e grosseiro pai. O que ela não imaginava é que tal escolha transformaria sua vida num inferno e que, com o passar do tempo, entraria em depressão, acabando por entregar-se à loucura.

Depois de vinte anos de certa tranqüilidade, com policiais e políticos sob o comando da máfia, Gaspare e Nino, surge a juíza Elvira Salemi e o comissário Matteo Di Giannantonio, que, embora, atormentados por dúvidas e contradições, estão decididos a não esmorecer, custe o que custar.

A trama de Mais Escuro que a Meia-Noite é tão real que, em alguns momentos, o leitor terá a impressão de estar lendo um livro de não ficção de Roberto Saviano. Para escrever esse romance, Sottile estudou a máfia e seu modo de agir, entendendo completamente o que leva seus integrantes a agir de maneira fria, calculista, porém imprevisível.

Salvo Sottile, jornalista, é redator-chefe do noticiário na Tg5. Iniciou sua carreira em Palermo ainda muito jovem e testemunhou alguns dos acontecimentos mais importantes dos últimos 20 anos na Sicília. Após uma longa temporada como correspondente na Itália e no exterior, incluindo regiões de guerra, em 2001, transferiu-se para Roma, onde mora e trabalha. Em 2007, publicou seu primeiro romance, Maqeda, que, após o sucesso de venda e de crítica, será adaptado para o cinema.

SERVIÇO:
Mais Escuro que a Meia-Noite
(Più scuro di mezzanotte)
Salvo Sottile
Tradução de Ana Resende
Literatura Estrangeira, Itália, Máfia
Editora Bertrand Brasil
378 páginas
Preço: R$ 44,00
ISBN: 9788528614732

17/01/2011 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Comer e emagrecer é mais simples do que se imagina

Depois do enorme sucesso de Dieta Nota 10, com 200 mil exemplares vendidos, Dr. Guilherme de Azevedo lança Cardápios Nota 10. Emagreça, coma de tudo, aprenda a comer a quantidade certa e não volte a engordar nunca mais.

“Hoje, a Dieta Nota 10 faz parte de mim. Para manter o peso não faço sacrifícios, apenas penso. É simples assim.” (Carolina Dieckmann)

No livro, Dr. Guilherme desmascara mitos, mostra quem são os verdadeiros inimigos das pessoas na alimentação e apresenta a cotação de alimentos por estrelas: seis são aqueles que o leitor poderá ingerir todos os dias e uma, aqueles pobres em tudo, menos em calorias.

“Ninguém consegue viver só de frutas, ou só de saladas, ou só de peito de frango grelhado. Em pouco tempo, essa falta de variedade vai entalar na sua garganta como a maçã da bruxa má. E o resultado é que você voltará a comer de tudo vorazmente – e, claro, engordará tudo outra vez.” (p. 16)

Cardápios Nota 10 vem acompanhado de uma agenda que, de forma prática, ajuda a controlar o cardápio diário, ensinando, de forma objetiva e eficaz, como manter-se saudável.

Guilherme de Azevedo Ribeiro é médico. Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, estudou medicina na Universidade Gama Filho, fez especialização em Endocrinologia no IEDE (Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia), no serviço do Prof. Francisco Arduíno. Foi chefe do serviço de Endocrinologia do Hospital Central do Exército e hoje trabalha em seu consultório no Leblon, Rio de Janeiro. Pela Bertrand Brasil publicou o grande sucesso Dieta Nota 10.

SERVIÇO:
Cardápios Nota 10
Dr. Guilherme de Azevedo Ribeiro
Não ficção, Alimentação, Nutrição
Editora Bertrand Brasil
84 páginas
Preço: R$ 27,00
ISBN: 9788528614626

20/12/2010 Posted by | Agenda cultural, Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Uma alma perturbada e talentosa que sabe rir de si mesma, recusando-se a jogar a toalha

Delinquência juvenil, internações psiquiátricas, tentativas de suicídio, anos e anos se dedicando a infernizar a vida alheia. Após muito tempo andando sem rumo na vida, Jim Knipfel, aclamado pelo New York Times por seu “humor negro perverso”, conclui.

A Arte de ser Desagradável, com altas doses de piadas de mau gosto e teor alcoólico elevado, que não vale a pena passar a vida sendo um imbecil.   “Já tem muita gente escrota por aí — alguns de modo inconsciente e outros (como os moleques no metrô) se esforçando arduamente para serem desagradáveis. Perdi muito tempo na vida chafurdando na merda, consumido pelo ódio. Sei como é difícil se libertar dessas garras e vislumbrar uma única nesga de paz. Mas cheguei à conclusão de que era bobagem aumentar ainda mais a dose de sofrimento alheio.O que não significa que tenha passado a gostar mais das pessoas. Não gosto e ainda procuro evitá-las o máximo possível. Só não tenho mais o mesmo interesse em gastar minha energia tornando a vida dos outros pior do que já é.Na maior parte dos casos, pelo menos. Ainda tem muita gente por aí que merece um sofrimentozinho extra. Os histéricos com celular no ouvido que andam por aí mais cegos do que eu, concentrados em explicar (aos berros) para a pessoa do outro lado da linha que estão “entre a Rua 23 e a 24”. Os que têm mania de andar com os cotovelos para fora. Os que fazem cooper. Gente convencida.Deus sabe que ainda tenho pensamentos maldosos. Eles me vêm em flashes — se vejo alguém capengando pela rua com um gesso ou uma bota cirúrgica, a primeira coisa que tenho vontade de fazer é pisar no pé da pessoa. Ainda me sinto tentado a dar uma joelhada no rim das pessoas no metrô, sem motivo. O macete, eu acho, é não agir movido por esses impulsos.”  Segundo o romancista americano Thomas Pynchon, a obra do autor conduz os leitores a uma extraordinária viagem emocional. Em seus dois primeiros livros – Slackjaw e Quitting the Nairobi Trio –, Knipfel revela a decadência de seu corpo e de sua mente. Agora, ele se debruça sobre a caótica questão da alma e descobre que a decadência pode ser evitada: seu novo credo, que chama de “Budismo para Cachaceiros”, oferece salvação a ateus do mundo inteiro. Apesar de todo o vandalismo, dos furtos, da tentativa de incêndio criminoso e das brincadeiras cretinas, Jim Knipfel não se arrepende de nada do que fez (exceto talvez ter recusado o trabalho de dublagem para um comercial de fraldas geriátricas). Muito pelo contrário. São experiências como essas que o fazem ser um fenômeno de vendas e de crítica em todo o mundo.  “Uma obra-prima aparentemente inofensiva… um livro de memórias sutil e inesquecível.” (New York Post) “Monstruosamente engraçado.” (Los Angeles Times)  Jim Knipfel é colunista do New York Press. Mora no Brooklyn.
SERVIÇO:A Arte de ser Desagradável(Ruining it for everybody)Jim KnipfelTradução de Marcia Heloisa Amarante GonçalvesEditora Bertrand Brasil252 páginasPreço: R$ 36,00ISBN: 9788528614480

01/10/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: “CIA – Manual Oficial de Truques e Espionagem” restaura documentos secretos da Agência Central de Inteligência dos EUA

O mágico John Mulholland, um dos mais conhecidos dos Estados Unidos, talvez nunca tivesse imaginado que um dia poderia trabalhar para o Governo. Por sua vez, a CIA – a agência americana de inteligência e reduto dos espiões – jamais poderia acreditar que um dia utilizaria técnicas mágicas. No entanto, profissionais e profissões – repletas de segredos – acabaram se encontrando em um dos mais tensos períodos da história mundial: a Guerra Fria. O resultado deste encontro está no livro “CIA – Manual Oficial de Truques e Espionagem” que a e Lua de Papel, do grupo LeYa, lança em setembro. A obra se baseia no único arquivo que não foi eliminado e acabou sendo encontrado por H. Keith Melton e Robert Wallace, em 2007: o manuscrito do manual de Mulholland com técnicas de mágica para os agentes da CIA, adaptadas como truques de espionagem.

Em 224 páginas, H. Keith Melton e Robert Wallace explicam que após uma experiência bem-sucedida da União Soviética com uma bomba-atômica, o Governo dos EUA teve que repensar sua estratégia para conter o avanço do comunismo e lutar em igualdade com a URSS – inimigo que o país considerava como “sem escrúpulos”. Por conta disso, a CIA foi autorizada a criar programas mais defensivos e surgiu o MKULTRA, um dos programas mais secretos e delicados da agência. E um dos seus 149 subprojetos era a contratação de John Mulholland, para ensinar aos agentes a aplicar as técnicas aprendidas por ele de forma discreta.

O que mais interessou à Cia foi o fato do mágico ser especialista em realizar seus truques a poucos metros da plateia. Considerado então como o professor perfeito, Mulholland foi contratado para desenvolver “manuais para espiões”. Entre os truques ensinados, vale destacar: “escapologia”, “troca de identidade”, “neutralização da expressão facial”, “manuseio de pó e líquidos”, além de “como colocar furtivamente uma pílula – ou outra substância – em uma bebida ou em uma comida a ser consumida por um alvo”.

Como contratado pelo órgão mais secreto do país, John Mulholland teve que fazer um juramento já muito conhecido para a sua profissão – o de nunca revelar um segredo. Acordo que tanto ele quanto a CIA cumpriram. O único exemplar dos manuais que, erroneamente, não foi destruído acabou encontrado por dois funcionários da agência, quase 50 anos depois de sua criação. Após atestarem sua legitimidade, Robert Wallace e H. Keith Melton restauraram o que foi possível dos manuscritos e o resultado é a compilação desses manuais supersecretos, alguns dos únicos documentos que sobraram para desvendar o misterioso programa MKULTRA.

Ficha Técnica
Título: CIA – Manual Oficial de Truques e Espionagem
Autores: H. Keith Melton e Robert Wallace
Formato: 16×23 cm
Brochura
Nº de páginas: 224
Preço: R$ 34,90

Sobre os autores
H. Keith Melton é uma autoridade na tecnologia de espionagem reconhecida internacionalmente. Consultor histórico da CIA, Técnico do Historian Tradecraft Interagency Training Center, Washington, DC, e autor de vários livros, incluindo Ultimate Spy.

Robert Wallace é o ex-diretor do escritório de Assistência Técnica da CIA. Ganhador da Medalha de Mérito da Inteligência, ele é o fundador da Artemus Consulting Group, uma empresa privada de segurança nacional, e colaborador do Centro da CIA para o Estudo da Inteligência.

Sobre a Lua de Papel
A editora Lua de Papel é uma das mais importantes do grupo LeYa – formado por 18 editoras em Portugal e que acaba de ser fundada no Brasil. Seguindo o caminho da matriz e com o objetivo de criar uma identidade própria e firmar-se como uma das grandes editoras no país, a editora Lua de Papel tem como Publisher, Pedro Almeida, e conta com uma equipe própria de editorial, marketing e comercial.

09/09/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Livro apresenta todos os benefícios da Ração Humana

Livro traz opinião de médicos, fórmulas da mistura e receitas práticas para incluir no cardápio diário o complemento alimentar que virou sinônimo de vida saudável.

Ela é uma mistura de 16 ingredientes de origem natural. Ela é uma indicação segura para todos, especialmente para aqueles que querem perder peso sem perder a saúde. Ela não necessita de prescrição médica, embora os profissionais da saúde aprovem seu uso. Ela é um alimento acessível, prático e muito fácil de ser preparado e consumido. Ela é a ração humana, um tipo de complemento alimentar desenvolvido por uma ex-aeromoça curitibana e que se tornou um enorme sucesso tanto em dietas especiais quanto no uso cotidiano.

Em Ração Humana – Você em Forma e com mais Saúde estão todas as informações técnicas e científicas sobre este poderoso complemento alimentar. Inclusive, uma detalhada entrevista com Lica Takagui que, supliciada pela alimentação que era obrigada a consumir a bordo dos aviões onde trabalhava, decidiu estudar alimentos naturais até chegar à fórmula da ração humana, em 2005.

O livro traz entrevistas com médicos de diferentes especialidades (endócrinos, dermatologistas, pediatras, endócrinos e nutricionistas), cada um abordando os benefícios do consumo da ração humana em suas áreas de atuação. Ração Humana – Você em Forma e com mais Saúde também traz uma série de receitas tendo a ração humana como ingrediente, além de ensinar o leitor a fazer em casa sua própria ração.

Ficha Técnica:
Ração Humana – Você em Forma e com mais Saúde
Organizadora: Jeanne Margareth
Número de páginas: 120
Preço sugerido: R$ 29,90
Editora: Livros Escala

09/09/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Lançamento de “O Evangelho de Barrabás” em Santos

Noite de autógrafos acontece na livraria Realejo.

Ateus convictos José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta mergulharam fundo no Segundo Testamento para escrever “O Evangelho de Barrabás”. Mas se engana quem pensa que a dupla se rendeu às apologias bíblicas. A obra, que marca a volta de Torero aos projetos históricos, chega às livrarias recheada de argumentos divertidos que narram a vida de um personagem, no mínimo, curioso.

Tudo começa com Jesus de Nazaré sendo acusado pelos sacerdotes judeus perante Pôncio Pilatos, que o interroga sem encontrar motivos para sua condenação. Pressionado pelo povo que assistia ao julgamento, Pilatos manda trazer o prisioneiro Jesus Barrabás, ladrão e assassino condenado à morte e, valendo-se de uma suposta tradição judaica, pede aos presentes que escolham entre os dois qual será crucificado. O final dessa história todos conhecem, mas a dupla de escritores vai além do óbvio e revela que a humanidade releva quase tudo, menos a ausência de algo para idolatrar.

Torero e Pimenta conseguem tirar da Bíblia informações que ajudam a reconstituir histórias interessantes como a de Barrabás, que entra para os relatos do Livro sagrado pela porta dos fundos, como inimigo dos romanos, e sai como messias, por puro acaso. “Era um cara mais conhecido, famoso e querido que Jesus, tanto que foi salvo”, explica Torero. O resultado é uma aventura em tom de parodia, cheia de humor e marcada por reviravoltas que prende a atenção do leitor.

“Este livro é muito mais sobre crentes do que sobre religião . Tenho inveja de quem tem fé . No fundo é desolador ser ateu . Minha mãe , por exemplo , que é astróloga indiana , me acha uma besta ”, diverte-se Torero. Há três anos , quando tiveram a idéia do livro , ele e o parceiro Marcus Aurelius Pimenta , por sua vez filho de pastor , pensavam no título A Bíblia de Rozemberg. “Quando lemos a notícia da descoberta do evangelho de Judas, mudamos de idéia e escolhemos Barrabás como protagonista, um personagem riquíssimo, com pelos menos quatro denominações históricas: assassino, ladrão, salteador e revolucionário” conta Torero.

Sobre os autores

José Roberto Torero nasceu em 1963, em Santos. É escritor, cineasta, roteirista e jornalista. É autor 11 roteiros, 6 curtas-metragens e de 23 livros, entre eles “O Chalaça” que lhe rendeu o Prêmio Jabuti de 1995. Sua mãe é seguidora do mestre indiano Sai Baba.

Marcus Aurelius Pimenta, paulistano do Brás, é jornalista, roteirista e escritor. Em parceria com Torero escreveu nove livros. Seu pai era um pastor presbiteriano.

Serviço

Evento: Lançamento do livro “O Evangelho de Barrabás”
Autores: José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta
Data: 10 de setembro de 2010 – 6ª feira
Horário: 18h30
Local: Livraria Realejo
Endereço: Rua Marechal Deodoro, 2 – Gonzaga – Santos/SP

08/09/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: O Lado Negro da CIA será lançado em 14 de setembro

No dia 14 de setembro, terça-feira, às 19h30, na Saraiva Megastore do Shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo, a Idea Editora lança o livro O Lado Negro da CIA, do economista Claudio Blanc.

Blanc compilou documentos secretos, memorandos e telegramas oficiais, muitos dos quais com partes censuradas, para dar luz às atrocidades da agência americana em mais de 40 anos de atividade. “Os documentos secretos que constituem este livro revelam a face macabra da política internacional dos Estados Unidos e mostram algumas das ações criminosas da CIA. Os crimes e ações condenáveis perpetrados pela agência americana aqui documentados estão entre os de maior repercussão”, afirma o autor.

Os textos reunidos em O Lado Negro da CIA foram extraídos dos Arquivos de Segurança Nacional, mantidos pela George Washington University e liberados por meio de ação judicial pelo Ato de Liberdade de Informação. São relatos do alto comissariado da agência, ex-ministros da defesa e da segurança nacional, além de ex-presidentes americanos.

O Lado Negro da CIA também trata da intervenção dos Estados Unidos no Brasil. Com o apoio da agência americana, navios-tanques e 110 toneladas de munição, porta-aviões e destróieres deram resguardo ao período que antecedeu o Golpe Militar de 1964. Posteriormente, a CIA teve papel fundamental no treinamento de agentes brasileiros, atuando diretamente na caça de militantes de esquerda e a sistematização da tortura.

07/09/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Novo livro de Laurentino Gomes trata da Independência do Brasil

Autor do bestseller “1808”, o jornalista e escritor Laurentino Gomes lança na primeira semana de setembro o livro “1822”, um relato detalhado sobre a Independência do Brasil. Composta de 22 capítulos intercalados por ilustrações de acontecimentos e personagens da época, a obra cobre um período de quatorze anos, entre a volta da corte portuguesa de D. João VI a Lisboa, em 1821, e a morte do imperador D. Pedro I, em 1834. Publicado pela Editora Nova Fronteira no Brasil, o livro será lançado simultaneamente em Portugal pela Porto Editora. Além da edição impressa, os leitores brasileiros terão acesso ao conteúdo da obra em diversos formatos multimidia, incluindo livro digital, audiolivro e site na internet.

“Este livro procura explicar como o Brasil conseguiu manter a integridade do seu território e se firmar como nação independente por uma notável combinação de sorte, acaso, improvisação, e também de sabedoria de algumas lideranças incumbidas de conduzir os destinos do país naquele momento de grandes sonhos e perigos”, explica o autor. “O Brasil de hoje deve sua existência à capacidade de vencer obstáculos que pareciam insuperáveis em 1822. E isso, por si só, é uma enorme vitória.” Segundo Laurentino, o Grito do Ipiranga foi conseqüência direta da fuga da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, em 1808. “Ao transformar o Brasil de forma profunda e acelerada nos treze anos seguintes, D. João tornou a separação inevitável”, diz ele.

“1822” é resultado de três anos de pesquisas, durante os quais o autor leu ou consultou cerca de 170 livros e outras obras de referências sobre o tema no Brasil e em Portugal. Também percorreu diversos locais dos acontecimentos ligados à Independência do Brasil ou à vida de D. Pedro I nesses dois países. Entre outros lugares, refez o caminho percorrido por D. Pedro do Rio de Janeiro a São Paulo na véspera do Grito do Ipiranga, em 1822. Também esteve no Piauí, local da Batalha do Jenipapo, travada no dia 13 de março de 1823 e na qual morreram cerca de 400 brasileiros lutando contra uma bem armada e treinada tropa portuguesa. Em Portugal, o autor visitou o Arquipélago dos Açores e as linhas de trincheiras do Cerco do Porto, episódio da guerra civil entre D. Pedro e seu irmão D. Miguel de 1832 a 1834. “O trabalho de campo é o que diferencia um livro reportagem como este”, afirma Laurentino. “A técnica jornalística permite observar esses locais e constatar que, apesar da grande distância no tempo, eles contêm ainda hoje informações relevantes”.

Durante o trabalho de pesquisa, Laurentino teve a orientação do diplomata, ensaísta, historiador, poeta e acadêmico Alberto da Costa e Silva, um dos mais respeitados intelectuais brasileiros. Membro e ex-presidente da Academia Brasileira de Letras, Costa e Silva é considerado hoje o maior especialista brasileiro em África, autor das várias obras fundamentais para a compreensão da história do tráfico negreiro para a América. Entre novembro de 2009 e junho de 2010, período em que autor escreveu o livro, o “embaixador” (como os amigos o chamam de forma carinhosa) leu e anotou cada um dos capítulos, ajudando a corrigir enfoques, datas, nomes e informações. “Esta obra deve grande parte de sua consistência e credibilidade ao trabalho do embaixador”, afirma Laurentino.

Com “1808”, Laurentino Gomes ganhou o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, nas categorias Melhor Livro Reportagem e Livro do Ano de Não-Ficção. Sua obra também foi eleita o Melhor Ensaio de 2008 pela Academia Brasileira de Letras e permaneceu três anos consecutivos na lista dos livros mais vendidos de Portugal e do Brasil. Nascido em Maringá, é formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, com pós-graduação em Administração pela Universidade de São Paulo. Trabalhou como repórter e editor para o jornal O Estado de S. Paulo e a revista Veja e foi diretor da Editora Abril. É membro titular da Academia Paranaense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.

01/09/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Callis Editora lança duas obras sobre infância de Mizael e Mequinho

Gênio do xadrez é tema de novo livro da Callis Editora

A obra “Mequinho” conta a infância do menino prodígio que trocou os carrinhos pelo tabuleiro e se tornou um campeão.

Ao invés de carrinhos de brinquedo e bonecos, a infância de Henrique Costa Mecking, o Mequinho, foi preenchida por reis, rainhas, cavalos e torres. Peças de um jogo de xadrez dado pela mãe, Maria José.

Mesmo antes de aprender a ler, o menino, nascido na cidade de Santa Cruz do Sul (RS), em 1952, surpreendia a todos com sua inteligência diante do tabuleiro. Com apenas seis anos acompanhava o pai, Paulo Hugo, no clube de xadrez da cidade, do qual logo se tornou membro. Aos nove anos, deixou todos de queixo caído, quando, ficou em segundo lugar em um campeonato regional. Seria o primeiro de muitos êxitos do ‘menino gênio’.

Não era apenas no xadrez que ele era craque. Na escola, só tirava notas altas, especialmente em matemática, mesmo com as inúmeras faltas por conta dos torneios. A única resistência que o garoto prodígio enfrentava vinha da mãe, que logo se conformou com a escolha do filho.

A obra é um dos oito lançamentos da Callis Editora na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece entre os dias 12 e 22 de julho no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Paola Gentile estará na feira no dia 21/08, às 16 horas e lança além de “Mequinho”, o título “Mizael”, ambos da Coleção Pequenos Craques. No estande da editora, este ano totalmente sustentável e assinado pela arquiteta Vera Suplicy, a autora realiza uma sessão de autógrafos e participa de um chat com internautas. Para àqueles que não estiverem na feira, a Callis sorteará os lançamentos no Twitter por meio do @CallisEditora.

Tïtulo: Mequinho
Autor: Paola Gentile
Ilustrações: Junião
Coleção: Pequenos Craques
Número de páginas: 32
Formato: 21×21 cm
Preço: R$ 18,90

Coleção “Pequenos Craques”, retrata infância de superação de Mizael

Desde criança, bicampeão paraolímpico buscava independência e autonomia apesar da deficiência visual.

Bicampeão da Copa América, Bicampeão Mundial, Bicampeão Paraolímpico no futebol de cinco para cegos. Advogado atuante. Essa é a trajetória vencedora de Mizael Conrado Oliveira. Vítima de catarata, desde seu nascimento, em 1977, na cidade de Santo André, enfrentou dificuldades com a visão. Ainda nos primeiros anos de vida, submeteu-se à quatro cirurgias que permitiram que o menino, filho da costureira Maria das Dores e do operário João, enxergasse apenas contornos e borrões.

Aos nove anos, recebeu a notícia que mais temia: ficaria completamente cego. Internado no Colégio Padre Chico, entregou-se de cabeça ao esporte. Praticava, com meninos mais velhos, futebol de cinco para cegos. De lá para cá não parou mais. Contra a vontade da família, saiu do internato, arrumou trabalho em uma empresa de cartões de crédito, e treinava futebol semanalmente.

Da coleção Pequenos Craques, “Mizael”, escrito por Paola Gentile, é um dos oito lançamentos da Callis Editora durante a 21° Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece entre os dias 12 e 22 de agosto no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

No dia 21/08, a autora estará presente no estande da Callis, este ano totalmente sustentável e assinado pela arquiteta Vera Suplicy, e vai lançar, além deste título, a obra “Mequinho”, que conta a infância do gênio do xadrez. Lá, ela participará de uma sessão de autógrafos e conversará com internautas através de chats. Para quem não estiver na feira, a editora vai realizar sorteios via Twitter no @CallisEditora.

Tïtulo: Mizael
Autor: Paola Gentile
Ilustrações: Junião
Coleção: Pequenos Craques
Número de páginas: 32
Formato: 21×21 cm
Preço: R$ 18,90

23/08/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: Editora Larousse lança Heróis, Vilões & Trapaceiros

Qual a semelhança entre Al Capone, Pelé, Napoleão, Marilyn Monroe e Jesse James? Embora por motivos bastante distintos, todos eles entraram para a história e agora ganham destaque – ao lado de muitos outros nomes – em Heróis, Vilões & Trapaceiros, livro de Rupert Matthews e John Birdsall que acaba de ser lançado pela Editora Larousse do Brasil.

Conforme afirma Rupert Matthews, “Não são só os ricos e poderosos que forjam o mundo moderno – apesar de serem numerosos. Muitos lideram pelo exemplo, servindo de modelo ou inspirando a revolta. Alguns desses personagens tão influentes são heróis, outros vilões e não poucos trapaceiros. Uns poucos conseguiram combinar essas três facetas em si mesmos” e foram estes os personagens selecionados pelo autor para compor as 255 páginas de Heróis, Vilões & Trapaceiros.

Frank Abagnale fez muito mais do que inspirar o livro, e filme homônimo, Prenda-me se for capaz, ele foi tão eficiente em suas fraudes que depois de cumprir sua pena virou orientador de mestres na academia do FBI. Já Giacomo Casanova deixou seu nome marcado na história por a suas conquistas amorosas, Chacal por seus crimes e Madre Teresa por sua bondade. Vincent Van Gogh ficou imortalizado através de sua obra, Michael Phelps superou todos os esportistas ao ganhar oito medalhas de ouro em uma só olimpíada e o que dizer de Thomas Edison cujas invenções revolucionaram a vida do homem?

Estas são apenas algumas das personalidades que o leitor encontrará em Heróis, Vilões & Trapaceiros, que reúne dezenas de criminosos, empreendedores, militares, políticos, cientistas, esportistas e artistas – os homens e mulheres – que através de suas ideias e ações transformaram a história da humanidade.

Ficha Técnica:
Heróis, Vilões & Trapaceiros
Autores: Rupert Matthews e John Birdsall
Tradução: Henrique Monteiro
Número de páginas: 256
Preço sugerido: R$ 49,90
Editora: Larousse do Brasil

23/08/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário

:: O impacto da Leitura para Bebês sobre o Desenvolvimento Cognitivo e da Linguagem é tema de seminário internacional na Bienal de São Paulo

Seminário traz especialistas internacionais á Bienal Internacional do livro de São Paulo neste sábado, dia 21 de agosto, para falar das evidências científicas da influência da leitura precoce sobre a inteligência e desempenho escolar posterior. Porque ler, como ler para crianças e a importância das políticas públicas voltadas a estimular essa prática serão temas abordados.

Ler para as crianças desde o berço tem forte impacto no desenvolvimento da linguagem e da cognição. Crianças que aos 3 anos de idade já possuem o hábito de leitura em família apresentam ao entrar na escola um vocabulário 300% maior que aquelas que não tiveram contato com livros. Aos 10 anos, as diferenças no desempenho escolar são bem perceptíveis. É o que mostram inúmeros estudos internacionais.

Para trazer esta discussão para o Brasil e estimular programas focados nessa faixa etária, o Instituto Alfa e Beto (IAB) está promovendo um debate com dois dos maiores especialistas mundiais no assunto, dia 21, em São Paulo, na Bienal Internacional do Livro.

Confira a programação do seminário – promovido em parceria com a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo – e outras informações sobre os programas que o IAB está lançando para estimular a leitura em família para crianças pequenas:

“Leitura desde o berço:
políticas sociais integradas para a Primeira Infância”

Data: 21/08/10 – das 11h às 13h
Local: Bienal será no Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana – São Paulo – SP – CEP 02012-021
Telefone: 11 2226-0400
Stand será na Rua O, nº 23
Seminário: Auditório Monteiro Lobato
Inscrições no site: http://www.alfaebeto.org.br
Foco: O impacto da leitura desde o berço sobre o desenvolvimento da linguagem, da cognição e seus efeitos positivos no desempenho escolar.

Programa:

Leitura e desenvolvimento da linguagem: o que dizem as pesquisas
David Dickinson, professor e pesquisador da Universidade de Vanderbilt (EUA)

Como ler com as crianças
Perri Klass, pediatra, escritora e professora de pediatria e jornalismo, Universidade de New York (EUA)

Inserindo a leitura nas políticas sociais
João Batista Oliveira, presidente do IAB

Sobre os palestrantes:
o David Dickinson é doutor em educação pela Universidade de Harvard e especialista em alfabetização. No Brasil, apresentará estudos científicos que relacionam positivamente leitura precoce e desenvolvimento da linguagem. Professor e pesquisador da Universidade de Vanderbilt, Dickinson dedicou sua vida à analise dos fatores que levam ao êxito da alfabetização, especialmente em crianças de classes sociais mais baixas, com menos estímulos lingüísticos e culturais no ambiente familiar.
Após estudar as relações entre aquisição de vocabulário e evolução da capacidade conceitual, desenvolvimento da linguagem, alfabetização e cognição, Dickinson trabalhou na concepção de intervenções e ferramentas que melhorassem o apoio da pré-escola ao desenvolvimento das crianças nessas áreas, tendo elaborado currículo para esse nível de educação.
Seus trabalhos comprovam ser possível, aos quatro anos, identificar as crianças submetidas a alguma forma de atendimento prévio e constatar que a qualidade da linguagem no ambiente da pré-escola influencia o desempenho escolar posterior. (David.dickinson@vanderbil.edu)

o Perri Klass é pediatra, pesquisadora, jornalista e escritora. Falará sobre como ler para crianças, de maneira a fornecer os melhores estímulos para o desenvolvimento de cada faixa etária.
Klass foi responsável por transformar um programa de estímulo à leitura infantil de um único hospital em um programa nacional – o Reach Out and Read -, que desenvolve atividades em mais de 4, 5 mil centros em 50 estados nos EUA.
Além de treinar médicos e enfermeiras para que estimulem os pais a ler para seus filhos pequenos, o programa fornece material adequado, distribuindo anualmente mais de 6 milhões de livros para mais de 3,8 milhões de crianças. Klass trabalha atualmente treinando profissionais de saúde em todo o território norte-americano – e recentemente em Portugal e Filipinas – na estratégia de incorporar livros e orientações bibliográficas nas atenções pediátricas primárias. (perri.lass@nyu.edu)

Sobre o fundador do IAB:
o João Batista Oliveira é psicólogo com PhD em Educação, trabalhou como professor no Brasil e no exterior. Como funcionário do Banco Mundial, em Washington, e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, trabalhou como consultor, desenvolvendo projetos na área de educação em mais de 60 países. Mais recentemente, foi consultor na revisão do documento que o Banco Mundial está elaborando para a área de políticas para a Primeira Infância. Hoje, preside o IAB.
No seminário, explorará exemplos concretos de boas políticas públicas, dirigidas a inserir o hábito de ler para crianças pequenas nas famílias, nas creches e entre seus cuidadores. Programas de distribuição de livros, de incentivo a mães crecheiras, assim a capacitação de babás e professores de pré-escola são alguns dos exemplos abordados. (jmeduc@gmail.com)

Alguns trechos de entrevistas dadas pelos palestrantes:

David Dickinson:

“É importante ler mesmo para um bebê que ainda não fala, mas não se trata de ler um conto de fadas. Os primeiros livros devem ter apenas imagens e o tempo para folheá-los deve ser breve. O importante é ler com regularidade, de preferência todos os dias, e tornar a experiência agradável”, explica David Dickinson. Os pais, diz ele, devem usar as imagens do livros como base para iniciar uma conversa com a criança: “Faça perguntas sobre a figura ou sobre a história. Não se limite a ler as palavras e virar a página.”

“A capacidade de se manter focada em uma atividade também é beneficiada pelo hábito de leitura. Quando assistimos à TV ou usamos o computador, a tecnologia prende nossa atenção. Já quando lemos um livro, precisamos fazer esse trabalho sozinhos.”

João Batista Oliveira:

“A interação com adultos é fundamental para o desenvolvimento da linguagem e o aprendizado se dá pela imitação”, diz o presidente do IAB, João Batista Oliveira. “Mas a linguagem oral tem um vocabulário restrito e uma sintaxe simplificada. O livro, por mais simples que seja, obedece às regras da linguagem escrita, que é a mesma que a criança vai encontrar na escola… E, se o vocabulário é o tijolo do pensamento, a sintaxe é a argamassa. Quanto maior o vocabulário e mais articulada a sintaxe, mais temos sobre o que pensar e mais ferramentas para fazê-lo. Essa maior capacidade de raciocínio e compreensão favorece tanto o desempenho em disciplinas como português e matemática como nas demais”, conclui o professor João Batista Oliveira.



IAB lança programas para crianças de Zero a 3 anos

O Instituto Alfa e Beto (IAB), instituição dedicada à educação, com foco especialmente em alfabetização, está lançando programas voltados para crianças na faixa de zero a 3 anos por ser essa uma etapa crítica, na qual estímulos e condições adequadas são essenciais para assegurar o pleno desenvolvimento. A quantidade e qualidade dos estímulos recebidos nessa fase podem determinar diferenças de vocabulário que variam de 3 mil a 10 mil palavras quando as crianças chegam à idade escolar. Uma desigualdade que a escola dificilmente poderá compensar e que é particularmente grave num país com disparidades sociais tão grandes como o Brasil.

Por isso o IAB se capacitou para prestar apoio a elaboração e implementação de políticas públicas para a Primeira Infância e busca parceiros para desenvolver programas que têm por objetivo estimular o hábito de leitura para essa faixa etária, sobretudo entre as famílias de nível sócio-econômico mais baixo. Esses programas prevêem, entre outras coisas: distribuição e empréstimos de livros adequados, capacitação de agentes de leitura e professores de creches; e visitas domiciliares para orientação de familiares e cuidadores sobre a importância e a melhor maneira de ler para crianças pequenas.

O programa já desenvolveu projetos em parceria com a UNESCO, o Instituto Geia e a Fundação Reach Out and Read – que promove leitura para crianças em mais de 4,5 mil hospitais dos EUA.

Na área de apoio ao desenvolvimento de políticas públicas focadas na Primeira Infância, o IAB oferece: diagnósticos e subsídios para a elaboração de políticas em todas as áreas, avaliação e formulação de propostas para a melhoria da qualidade do serviço prestado pelas creches; desenvolvimento de estratégias alternativas de atendimento e implementação de projetos de leitura. Para o aprimoramento das ferramentas utilizadas por essas políticas públicas, o IAB está estruturando um Centro de Referência que desenvolverá pesquisas relacionadas ao atendimento a crianças e famílias em diferentes contextos institucionais.

Sobre a importância de ler para bebês

A leitura é muito importante mesmo em fases muito precoces. Já durante a gestação, o bebê aprende a identificar vozes, ritmos e características da língua que aprenderá a falar. Com poucas semanas, identifica textos e cantigas que a mãe lia, recitava ou cantarolava durante a gravidez.

Mesmo antes de aprender a ler, o contato com livros e com a leitura feita por adultos ajuda a criança a aprender uma linguagem diferente — e mais complexa — do que a usada no dia a dia. Os livros desempenham várias funções que vão muito além de uma boa conversa. Eles introduzem diferentes maneiras de comparar e apreender o mundo, já que os objetos reais são representados por meio de figuras, palavras e sinais, dando início a formas variadas de abstração. São diversas linguagens usadas para aprender sobre o mundo. Os livros permitem desenvolver vocabulário muito mais amplo do que o usado corriqueiramente. E o vocabulário constitui o tijolo básico da construção mental: nós pensamos a partir de conceitos, e as palavras nos permitem pensar nos conceitos.

A leitura propicia o contato da criança com estruturas sintáticas muito mais complexas do que as usadas no quotidiano. Essas estruturas possibilitam desenvolver formas mais complexas de se expressar e conhecer o mundo, favorecendo o desenvolvimento cognitivo da criança. Livros permitem aos adultos conversar com as crianças sobre uma variedade de temas muito mais ampla do que a que surge espontaneamente no dia a dia, possibilitando também novas abordagens sobre temas cotidianos, já que trazem os sentimentos, os medos, os sonhos, as emoções, as opiniões de outras pessoas, as realidades que não estão no dia a dia da criança. Livros permitem à criança se deliciar com os sons, rimas e ritmos da língua, conhecimentos que são essenciais para o futuro processo de alfabetização. Livros permitem introduzir as crianças ao mundo das letras, das palavras, das formas de expressão que mais tarde serão muito usadas na escola.

As evidências científicas sobre a importância da formação precoce do hábito de leitura são impressionantes. Uma delas trata do vocabulário. As crianças começam a falar entre 15 e 18 meses. Já aos 20 meses de idade, a diferença de vocabulário entre crianças variar de 200 a 600 palavras – dependendo do nível socioeconômico das famílias. Essa diferença vai só aumentando – quando chegam ao ensino fundamental, já se criou um fosso insuperável. Livros e leitura podem ajudar a reduzir esse fosso e a reduzir as desigualdades sociais. Eles são um poderoso mecanismo de redução de desigualdades sociais e do círculo vicioso da transmissão da pobreza. Outra evidência impressionante: as crianças que aos 3 anos de idade já possuem o hábito de leitura em família apresentam, aos 10 anos, desempenho escolar superior ao de crianças que não adquiriram esse hábito. Isso ocorre em todas as classes sociais.

Biblioteca do Bebê na Bienal do Livro de São Paulo

Além do seminário, o IAB apresenta na Bienal Internacional do Livro (entre 12 e 22 de agosto) a Biblioteca do Bebê, onde serão feitas demonstrações das melhores técnicas de leitura para as diferentes faixas etárias entre zero e quatro anos, ou seja, aquelas que propiciam estímulos mais eficientes para o desenvolvimento infantil em cada etapa. A demonstração será complementada com o lançamento de uma cartilha explicativa sobre a melhor maneira de ler para cada idade, uma coleção de livros adequada para crianças de até 3 anos e um catálogo com os “Guia IAB de Leitura para a Primeira Infância: os 600 livros que toda criança deveria ler antes de entrar na escola”.

Lançamentos do IAB para a Primeira Infância

“Guia IAB de Leitura para a Primeira Infância:
Os 600 livros que toda criança deve ler antes de entrar para a escola”

O IAB lança agora em agosto o catálogo “Os 600 livros que toda criança deve ler antes de entrar para a escola”. O objetivo é estimular o hábito de leitura em família, com a meta de ler para as crianças de seis meses a seis anos 100 livros por ano, dois por semana. Ler para crianças pequenas é fator essencial para assegurar o desenvolvimento da linguagem, do vocabulário, da sintaxe e, dessa forma, melhor preparar as crianças para ter sucesso na escola.

O catálogo visa orientar pais, educadores e bibliotecas sobre os tipos de livros e leituras adequados para cada idade. Para isso, a publicação traz as obras organizadas em seis faixas etárias, de 1 a 6 anos, com cerca de cem títulos para cada uma. Cada obra é apresentada com uma resenha e indicações a respeito dos temas abordados.

Outro objetivo é oferecer às crianças brasileiras um conjunto mínimo de leituras que lhe possibilitem um conhecimento amplo do mundo, do funcionamento dos objetos, da nossa cultura, da cultura universal, enfim, um fundo comum de conhecimentos que toda criança brasileira deve adquirir. Para isso, inclui não apenas livros de literatura, mas também livros informativos, descritivos e livros sem textos para bebês.

O catálogo foi desenvolvido com a colaboração de dois painéis de especialistas representando diferentes enfoques e pontos de vista – literatura geral, literatura infantil, ilustração, editoração, psicologia do desenvolvimento e educação.

IAB lança cartilha e vídeo sobre como ler para bebês

O IAB está lançando também a cartilha Primeira Infância Primeiras Leituras, que explica as melhores técnicas de ler para bebês e crianças pequenas, interagindo com elas de forma a estimular ao máximo o desenvolvimento de cada fase. Escrita com linguagem simples e clara, a publicação traz exemplos concretos fáceis de utilizar. Mesmo pessoas com pouca escolaridade e dificuldade de leitura podem ler e estimular seus filhos a ler, desde pequenos. Na cartilha, pais e educadores encontrarão informações simples e práticas sobre o que ler, como ler, por que ler, onde ler e quando ler para crianças.

Com o mesmo objetivo, está sendo lançado o DVD “Leitura desde o Berço: Como ler para bebês”, que traz exemplos concretos de pais, mães, babás, avós lendo para crianças de 6 a 36 meses. Também apresenta informações e dicas concretas sobre como os adultos podem ajudar o desenvolvimento da linguagem e do vocabulário das crianças lendo de forma interativa, espichando conversa, estimulando a criança a participar ativamente da leitura e, dessa forma, adquirir o hábito e o gosto pela leitura.

A Coleção Pequenos Leitores

O Instituto Alfa e Beto (IAB) lançará na Bienal a Coleção Pequenos Leitores. Trata-se de um conjunto de 12 livros destinados a crianças de 6 a 36 meses. Essa faixa etária está dividida em sub-faixas de seis em seis meses, com livros específicos para cada uma: sem texto, com palavras ou com pequenas histórias. O objetivo da coleção é ilustrar os tipos de livros adequados às diferentes faixas etárias, bem como demonstrar como os pais podem usar esses materiais para ler para as crianças, desde o berço. Na contracapa são apresentadas orientações para leitura, adequadas para as diferentes idades.

20/08/2010 Posted by | Agenda cultural, Lançamentos editoriais, Mais cultura | Deixe um comentário

:: “Brasil: uma história”, de Eduardo Bueno, é lançado pela Editora LeYa Brasil

RICAMENTE ILUSTRADO, LIVRO VOLTA ÀS PRATELEIRAS EM EDIÇÃO REVISADA E AMPLIADA, QUE ABRANGE CINCO SÉCULOS DE BRASIL – DESDE A PRÉ-HISTÓRIA ATÉ OS DIAS ATUAIS

“Brasil: uma história – cinco séculos de um país em construção” é o novo lançamento da editora LeYa Brasil, escrito pelo jornalista Eduardo Bueno. O autor, que despertou um novo interesse na História do Brasil, retirando da disciplina o caráter exclusivamente acadêmico, volta à cena com uma obra definitiva. São quase 500 páginas ricamente ilustradas que abrangem desde o período pré-descobrimento até o governo do presidente Lula.

Eduardo Bueno tornou-se conhecido do grande público ao produzir best sellers no antes árido terreno da história do Brasil. É autor da coleção Terra Brasilis, um inegável sucesso editorial: foram mais de 500 mil exemplares vendidos e a proeza de manter quatro títulos simultaneamente nas listas dos mais vendidos durante várias semanas. Bueno levou a História do Brasil da grade escolar para lugares absolutamente inéditos, como as conversas informais e os programas de televisão de grande audiência.

Tamanha popularidade não excluiu a excelência e o reconhecimento: mesmo com uma penetração massiva e popular, Eduardo Bueno conquistou o respeito de seus pares, de políticos de todas as vertentes ideológicas e também de acadêmicos renomados – o autor recebeu do historiador inglês Erick Hobsbawm a seguinte dedicatória: “De um historiador para outro”.

É esse escritor que nos apresenta agora “Brasil: uma história”, editado pela primeira vez em 2001. Essa edição, revista, ampliada e rediagramada, traz novos capítulos, além de imagens inéditas e impactantes. Eduardo Bueno aprimora o estilo ágil e coloquial que cativou milhares de leitores, narrando tanto fatos conhecidos da história brasileira quanto oferecendo novas luzes sobre episódios antes obscuros. Estão retratados acontecimentos da história recente como a redemocratização, o primeiro impeachment presidencial, e os governos de Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva.

Em “Brasil: uma história – cinco séculos de um país em construção” Bueno permanece coerente com a perspectiva de que a História é algo vivo, pulsante e dinâmico – e que, portanto, deve ser tratada e contada da mesma forma. Dessa forma, mantém-se fiel à máxima “um povo que não conhece a sua História está condenado a repeti-la”.

“Tornei-me um pouco menos ignorante em relação à História do Brasil graças aos livros de Bueno. Viajei bastante com ele”. Walter Salles Jr., cineasta

“O Brasil estava precisando de livros de história gostosos de ler. Achei fascinante”. Fernanda Torres, atriz

“Ao ler, me senti cumprindo uma obrigação – de saber das minhas raízes – com o maior prazer”. Marília Gabriela, jornalista e atriz

“Uma das artes mais difíceis é a de escrever bem, de modo claro e sintético, mantendo-se fiel aos acontecimentos. Pois é isso que Eduardo Bueno consegue em uma síntese de séculos de nossa história. Não há melhor introdução para um público não especializado que queira ter uma noção da História do Brasil.” Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, ex-presidente do Brasil

“Milhares de leitores descobriram o Brasil lendo Eduardo Bueno”. Joaquim Romero Magalhães, emérito historiador português

Ficha Técnica
Título: Brasil: uma história – cinco séculos de um país em construção
Autor: Eduardo Bueno
Formato: 21 X 25 cm
Brochura
Nº de páginas: 480
Preço: R$ 69,90

Sobre o autor
Eduardo Bueno é escritor, tradutor, jornalista e editor. Escreveu mais de 20 livros, a maioria deles sobre História do Brasil. Autor da coleção Terra Brasilis, cujos quatro primeiros volumes (A viagem do descobrimento, Náufragos, traficantes e degredados, Capitães do Brasil e A Coroa, a cruz e a espada) venderam mais de meio milhão de exemplares, Bueno se tornou o primeiro autor brasileiro a possuir simultaneamente quatro livros no topo das listas de mais vendidos dos principais jornais e revistas do país. Sua obra despertou um interesse sem precedentes pela História do Brasil, gerando o surgimento de revistas especializadas, debates públicos, dissertações de mestrado e programas de televisão, além de levar os livros sobre o tema a ocupar lugar de destaque nas livrarias. Eduardo Bueno também traduziu mais de 20 livros, entre eles o clássico “On the road” (“Pé na estrada”), obra que resultou no desembarque da literatura beat no Brasil. Foi colaborador de algumas das principais editoras brasileiras, responsável pela publicação de mais de 200 títulos, muitos deles inéditos em português. Como jornalista, trabalhou nos mais importantes órgãos de imprensa do país, dentre eles os jornais Zero Hora, de Porto Alegre, e O Estado de S. Paulo. Recentemente, apresentou, com Pedro Bial, o quadro “É muita história”, levado ao ar pelo programa Fantástico, da TV Globo. Atualmente, é o apresentador do canal The History Channel.

Sobre a editora
A LeYa nasceu em Portugal, em janeiro de 2008, como empresa holding na qual se integram algumas das mais prestigiadas editoras nacionais e duas das mais bem-sucedidas editoras africanas. Compõem a LeYa as seguintes editoras: ASA, Caderno, Caminho, Casa das Letras, Dom Quixote, Estrela Polar, Gailivro, Livros d’Hoje, Lua de Papel, Ndjira (Moçambique), Nova Gaia, Nzila (Angola), Oceanos, Oficina do Livro, Quinta Essência, Sebenta, Teorema e Texto. A força destas marcas e a qualidade do que produzem, aliada aos objetivos ambiciosos e à dinâmica de grupo, fazem da LeYa uma empresa forte e coesa nos seus objetivos gerais e diversa nos seus programas editoriais.

17/08/2010 Posted by | Lançamentos editoriais | Deixe um comentário