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:: Garotos maus fazem boas ações

Por: Helder Miranda*

Em março de 2011

Sentir-se especial é fazer o bem sem olhar a quem. Confira a crônica de Helder Miranda!

Talvez você jamais desconfie que fui eu quem mandou aqueles livros. Mas, depois de ver seus olhos tristes na rua, perdendo a cor, e sendo tocado por um cumprimento tão gelado que me fez questionar se algum dia eu atravessei o seu caminho, imaginei que você precisava de algo.

Foi a teoria do passe-adiante, do romance Tributo ao Amor (Editora: Best-Seller), de Catherine Ryan Hyde, que me inspirou – e também deu origem ao filme A Corrente do Bem. O livro, que deve ter influenciado milhares pelo mundo afora, consiste na escolha de três pessoas para ajudar em algo. Em troca, a corrente deve ser continuada, e cada uma deve escolher outras três pessoas a serem ajudadas.

Não se sinta especial, também já recortei uma foto de girassol e enviei dentro de um envelope não identificado a quem estava triste, já liguei para um desconhecido para alertar sobre um erro de português em seu currículo mas, mesmo assim, cometo pequenas maldades inofensivas: essas me humanizam.

Fazer com que você recebesse livros infantis em sua casa, cheio de ilustrações com cores vivas, poderia preencher com um pouco de vida o acinzentado que percebi em você – e que me contaminou pelo resto do dia. Enviá-los anonimamente foi a maneira de desejar “boa sorte” para que enfrente com bravura o que vem pela frente. Amélie Poulain, do famoso filme francês (O fabuloso destino de Amélie Poulain) que começa muito bem e depois fica arrastado, se engaja na realização de pequenos gestos a fim de tornar mais felizes as pessoas ao seu redor e ganha um novo sentido para a existência.

Crônica na íntegra em http://www.resenhando.com/gente/g14810.htm

24/03/2011 Posted by | Mais cultura | Deixe um comentário

:: Crítica ferrenha ao sistema dá mais força a suspense protagonizado por Ryan Reynolds

95 minutos de pura tensão. Saiba mais de Enterrado Vivo!

Para quem é fã de filmes que deixam os nervos à flor da pele,Enterrado Vivo é a melhor pedida entre os lançamentos do gênero suspense. Não há dúvida, o longa dirigido por Rodrigo Cortés é realmente claustrofóbico, angustiante e muito intenso. Tais palavras não são força de expressão. O filme é mesmo de tirar o fôlego!

A história do longa estrelado por Ryan Reynolds tem como cenário o interior de um caixão sob a terra. E só. Tudo acontece nesta rústica caixa de madeira. Inicialmente, no escuro (total), é possível escutar o motorista de caminhão, Paul Conroy, ofegante, que após alguns segundos encontra um isqueiro. A partir do momento em que se faz a luz, os olhares apavorantes de Paul permitem que o público tenha uma ideia da dimensão do problema que viverá junto ao protagonista nos próximos 90 minutos.

Após conseguir tirar a mordaça e desamarrar as mãos, um celular, em árabe, toca. É então, que o pavor (contagiante) de Conroy aumenta. Afinal, o que querem de um simples motorista da CRT que trabalhava no Iraque para os norte-americanos? Eis que a pergunta sobre o real motivo de Paul ter sido enterrado vivo ganha forma, enquanto que a ameaça de morte se torna cada vez mais real e próxima de se concretizar.

Crítica na íntegra em

01/03/2011 Posted by | Mais cultura, Resenhas | Deixe um comentário

:: Biografia com cenas impactantes e história solta

Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em fevereiro de 2011

 

Caras, bocas e seios de Deborah Secco tornam biografia de prostituta ainda mais impactante. Saiba mais de Bruna Surfistinha!


É por meio do longa Bruna Surfistinha, com direção de Marcus Baldini, que o público conhece (um pouco) da história de Raquel Pacheco Pinto (Deborah Secco). Garota paulistana, de classe média, que aos 16 anos decide dar um novo rumo ao seu modo de vida. Para tanto, a filha criada por pais adotivos, sai de casa e decide virar garota de programa. Eis que a novata, cheia de interesse em ganhar dinheiro (100 reais por programa), não nega os desejos de seus clientes, mesmo que estes sejam esdrúxulos.

Desta forma, Bruna (nome que adota como garota de programa) passa a ser a queridinha da cafetina Larissa (Drica Moraes). Após ser expulsa do privê (Casa de prostituição), Raquel se transforma em Bruna Surfistinha. Muda-se para um flat e junto de sua amiga, também prostituta, organizam uma agenda para receber os clientes. Aproveitando a força da internet, Bruna segue os passos da prostituta britânica Belle de Jour, e começa a “promover” o blog da personagem que adotou como seu alter-ego.

Embora, Bruna Surfistinha totalize 109 minutos, este não mostra a que veio. Apenas consegue impactar com várias e várias cenas de sexo (que implicam em caras, bocas e seios bastantes siliconados de Deborah Secco). O curioso é que uma das frases de efeito usada para chamar a atenção do público é: “A história de uma garota de família. Até a cena 2”. É então que surge a dúvida. Qual foi o momento da cena 1? Afinal, o filme não retrata Rachel, em qualquer segundo que seja, como uma garota de família.

26/02/2011 Posted by | Em cartaz, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Grupo Leya Brasil acaba de fechar contrato para publicar a nova série da autora de True Blood

A Lua de Papel – uma das editoras do grupo LeYa Brasil – anuncia a compra dos direitos de publicação da nova série HARPER CONNELLY de Charlaine Harris, conhecida no Brasil por True Blood. A compra dos direitos de publicação no Brasil ocorre simultaneamente ao anúncio da venda da série para a rede CBS, que começará as filmagens em 2011 sob direção de Oliver Stone. A série traz como personagem principal Harper Connelly, uma moça de 24 anos que tem o dom de sentir os mortos e acabou transformando o talento em trabalho: encontrar cadáveres de pessoas desaparecidas em troca de pagamentos razoáveis. Com a capacidade de sentir onde o corpo foi enterrado e como reviver os últimos momentos da vítima, ela é chamada quando os casos são complexos demais – o que quase sempre põe sua vida em risco. O primeiro livro da série será publicado no primeiro semestre de 2011.

29/12/2010 Posted by | Mais cultura | Deixe um comentário

:: Em 16 e 17 tem Cultura nos Parques

Periferia recebe espetáculos culturais. Em outubro, o Cultura nos Parques leva Parlapatões, Circo Vox e Trio Virgulino para parques de bairros afastados do centro.

 


O Cultura nos Parques, programa da Secretaria do Estado da Cultura que leva espetáculos culturais, aos finais de semana, gratuitamente, para os parques públicos da periferia, traz, agora em outubro, o teatro de Comida dos Astros e Pia Fraus, a dança OMSTRAB – Diário de Viagem, os circos Parlapatões Clássicos do Circo e Circo Vox e o forró do Trio Virgulino.

“O objetivo é promover espetáculos como opção de lazer para o público das periferias de São Paulo, formando novos públicos e valorizando os parques”, afirma Andrea Matarazzo, Secretário de Estado da Cultura.

Neste mês, serão seis espetáculos, nos Parques: Vila do Rodeio (Cidade Tiradentes), Santo Dias (Capão Redondo), Parque do Carmo e Raul Seixas – COHAB II (ambos em Itaquera).

A abertura de outubro (9) é do grupo Comida dos Astros, que traz com teatralidade original e humor, assuntos como atualidades, celebridades e política na peça Gastropofagia. No dia seguinte (10), o grupo Omstrab mistura ficção e realidade num espetáculo de dança contemporânea e música composto e executada ao vivo chamado Diário de Viagem.

Dia 16, as atividades começam com o teatro do grupo Pia Fraus, apresentando a peça Bichos do Brasil, que retrata a riqueza da fauna brasileira por meio de mais de 50 bonecos feitos a partir de materiais naturais. No domingo (17) é a vez do Circo Vox, com seu espetáculo de circo-teatro baseado totalmente em improvisações, animar Cidade Tiradentes.

Para fechar o mês, no sábado (23), tem Trio Virgulino com seu forró animado no parque Raul Seixas e, domingo (24), os Parlapatões Clássicos do Circo, que reúne alguns dos mais divertidos números cômicos e circenses de diversos espetáculos da trajetória de 18 anos da trupe.

Classificação Indicativa de todos os espetáculos: Livre

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

Rua Mauá, 51 – Luz – São Paulo/SP PABX: (11) 2627-8000
CEP: 01028-900 http://www.cultura.sp.gov.br

Confira a programação completa de outubro:
Vila do Rodeio – Rua Igarapé da Bela Aurora, 342. Cidade Tiradentes. 9/10 – 15h Comida dos Astros (teatro)
Santo Dias – Rua Jasmim da Beirada, 71. Capão Redondo 10/10 – 15h Diário de Viagem – Omstrab (dança)
Parque do Carmo – Av. Afonso de Sampaio e Souza, 951. Itaquera 16/10 – 15h Bichos do Brasil – Pia Fraus (teatro)
Vila do Rodeio – Rua Igarapé da Bela Aurora, 342. Cidade Tiradentes 17/10 – 15h Circo Vox – Arruaça (circo)
Raul Seixas – Rua Murmúrios da Tarde, 211, Conjunto José Bonifácio. COHAB II, Itaquera 23/10 – 15h Trio Virgulino (música)
Santo Dias – Rua Jasmim da Beirada, 71. Capão Redondo 24/10 – 15h Parlapatões Clássicos do Circo (circo)

Cultura Circulante
O Cultura nos Parques integra o programa Circulando Cultura, que busca ampliar as ações da Secretaria de Estado da Cultura em regiões de maior vulnerabilidade social no município de São Paulo. Além da Maratona, o programa tem outras linhas de atuação como é o caso do Vá ao Museu, que leva públicos de baixa renda e moradores das regiões mais distantes do centro a conhecer os museus da Secretaria na capital, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social de São Paulo; e a Maratona Cultural, que apresenta, durante um fim de semana, atrações artísticas para todos os tipos de público em centros culturais da periferia.

Veja outras informações no site: http://www.cultura.sp.gov.br

12/10/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Filmes da California estarão na 34ª mostra Internacional de Cinema de S. Paulo

Representantes de seus países no Oscar 2011 serão exibidos durante a Mostra e lançados pela California Filmes.

A 34ª Mostra Internacional de Cinema terá em sua programação duas produções internacionais que posteriormente serão lançadas em circuito comercial pela California Filmes. Os filmes são duas grandes produções, sendo os escolhidos para representar os seus países de origem no Oscar 2011.
No filme Em um Mundo Melhor a aclamada diretora dinamarquesa Susanne Bier (Depois do Casamento e Brothers) conta a história de duas famílias que se cruzam em uma pacata cidade. Esse é o terceiro filme da diretora lançado pela California Filmes.
Susanne Bier é uma das mais promissoras diretoras de filmes da Dinamarca. O indicado ao Oscar “Depois do Casamento” (2006) e “Coisas que Perdemos pelo Caminho” (2007), estrelado por Halle Berry e Benicio Del Toro, foram duas produções que alcançaram grandes bilheterias na Dinamarca. Seu primeiro filme “Freud Leaving Home” (1990) foi recebido com aplausos em vários festivais ao redor do mundo, assim como seu outro filme, “Family Matters” (1993). Seu próximo filme “Like It Never was Before” (1995) recebeu o Critic’s Award at Montreal. Seguindo com “The One and Only” (1999), um dos seus filmes preferidos da crítica, influenciou outros diretores da Dinamarca e consolidou sua boa reputação como diretora. Bier dirigiu “Once in a Lifetime” (2000) e seguindo as regras do Dogma 95, dirigiu “Open Hearts” (2002), selecionado para o Festival de San Sebastian Sundance e Toronto onde recebeu uma Menção Honrosa, e seu filme “Brothers” (2004), refilmado recentemente nos EUA, ganhou o Prêmio do Público em Sundance e de Melhor Atriz em San Sebastian.
Foras da Lei do diretor Rachid Bouchareb (Dias de Glória) que após filmar sobre os atentados terroristas em London River – Destinos Cruzados volta a falar da Argélia. O filme conta a história de três irmãos que precisam se separar após serem expulsos de suas terras.
O diretor Rachid Bouchareb nasceu em 1953 em uma cidade próxima a Paris. Entre 1977 e 1983 trabalho como diretor assistente na French National Television Production Society, indo depois para a TF1 e Antenne2. Ao mesmo tempo, começou a fazer curtas-metragens. Em 1985, ele dirigiu seu primeiro longa, Bâton Rouge, e em 1988, com Jean Bréhat, fundou a produtora Tessalit. Em 1991, apresentou seu segundo filme, Cheb, premiado no Festival de Locarno e também vencedor do prêmio Perspectives du Cinema, em Cannes. Dirigiu ainda, entre outros, Poussières de Vie (1995), A Pequena Senegal (2001) e o curta L’Ami y’a Bon (2005). Participou da 24ª Mostra como produtor do filme Queridinha (Petite Chérie), de Anne Villacèque. Por Dias de Glória (2006), Bouchareb conquistou o prêmio François Chalais e os cinco atores principais levaram o prêmio conjunto de interpretação masculina, ambos no Festival de Cannes 2006. Bouchareb está presente também na 30ª Mostra como produtor de Flandres (2006) e na 33ª com London River – Destinos Cruzados, filme pelo qual concorreu ao Urso de Ouro no Festival de Berlim 2009 e foi premiado com o Urso de Prata de Melhor ator para Sotigui Kouyaté e recebeu menção honrosa do Juri Ecumenico. Foras-da-Lei é o seu terceiro filme distribuido no Brasil, o filme abriu o Festival de Tribeca desse ano, foi exibido durante o Festival de Cannes e o Festival de Toronto de 2010.

Ficha técnica dos filmes:

EM UM MUNDO MELHOR – IN A BETTER WORLD

SINOPSE: A história segue elementos desde um campo de refugiados no Sudão até a monotonia da vida cotidiana de uma cidade provinciana da Dinamarca. A vida de duas famílias dinamarquesas se cruzam e uma extraordinária, mas arriscada, amizade. A solidão, fraqueza e dor estão à espreita e essa amizade se transforma em uma perigosa aliança que culminará numa perseguição de tirar o fôlego, na qual a vida estará em jogo.

DIREÇÃO: Susanne Bier
ELENCO: Ulrich Thomsen, Mikael Persbrandt, Trine Dyrholm
ROTEIRO: Susanne Bier, Anders Thomas Jensen
GENERO: Drama

FORAS DA LEI – HORS-LA-LOI

SINOPSE: Expulsos de suas terras na Argélia, três irmãos e sua mãe veem-se obrigados a se separar. Messaoud se alista na Indochina. Em Paris, Abdelkader se põe à frente do movimento pela independência da Argélia e Said faz fortuna nos cassinos e nos clubes de boxe de Pigalle. Seu destino, selado em torno do amor de uma mãe, se mesclará com o de uma nação que luta pela sua liberdade.

DIREÇÃO: Rachid Bouchareb
ELENCO: Sami Bouajila, Jamel Debbouze, Roschdy Zem, Bernard Blancan
ROTEIRO: Rachid Bouchareb e Olivier Lorelle
GENERO: Dramaca

07/10/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: A Cia. Maurício de Oliveira e Siameses reestreia o espetáculo Jardim Noturno no Teatro de Dança

De 14 a 17 de outubro, reestreia o espetáculo Jardim Noturno da Cia. Maurício de Oliveira e Siameses no TD – Teatro de Dança, em 4 apresentações. Direção e coreografia de Maurício de Oliveira. Intérpretes: Maurício de Oliveira, Marina Salgado e ou Thaís Clemente. Artista convidado, Alessio Silvestrin. Trilha Sonora de André Abujamra. Direção de produção: Cassia de Souza/ Sala de Produção. O projeto foi contemplado pelo 8º Edital de Fomento à Dança da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Quinta e sexta às 21h, sábado às 20h e domingo às 18h.Ingressos a R$ 4,00 e meia-entrada.

A companhia explora, nesse trabalho, o movimento mínimo, fragmentado, estilhaçado, como se honrasse cada célula do corpo separadamente. Busca o gesto essencial, coordenado com extrema sofisticação sensorial e, ao mesmo tempo, com um olhar projetado em direção ao simples.
Esse mesmo movimento delicado, entretanto, ao se integrar ao movimento do outro, estabelece uma estrutura complexa e inusitada na qual a interdependência nos remete à idéia do crescimento irregular de um vegetal acoplado ao outro, intercâmbiando oxigênio. Jardim Noturno trata, metaforicamente, do florescimento dos vegetais, de sua história secreta, misteriosa e sutil.
Em Jardim Noturno as personagens germinam na obscuridade, confiando na noite e na sua capacidade de guardar segredos. São personagens que extraem de seus iguais a verve que perpassa seus sistemas em forma de resiliência para que progridam na precariedade do cotidiano e atravessem, ao mesmo tempo, as noites escuras da alma.
Com este trabalho a companhia resgata a imaginação e a habilidade de seus integrantes de se recriarem, assim como sonham seus corpos, valendo-se, enfim, do presente de suas presenças e da presença do presente, que é a própria existência.

Cia. Maurício de Oliveira e Siameses nasceu da procura por uma linguagem ímpar, sofisticada, objetivando o absoluto entendimento do funcionamento do aparato físico/mental do artista, de forma a provocar no espectador, uma reverberação imediata, fazendo-o repensar a sua própria estrutura, bem como a interação e a ressonância de seus atos no meio em que vive.
O trabalho da Cia. baseia-se em fundir informações provenientes do estudo da Yoga clássica (Iyengar), do balé clássico e de outras técnicas corporais que favoreçam a apreensão dos mecanismos de funcionamento da estrutura de integração corpo e mente do artista (performer). O desenvolvimento do hábito do pensar filosófico fez com que a reflexão fosse parte integrante e fundamental dos processos criativos.

Os trabalhos diários de preparação corporal desenvolvidos pela Cia. ampliam as possibilidades de entrar em contato com outras referências de movimentos, permitindo ao artista abarcar mais informações no seu sistema corpo/mente com o objetivo de torná-lo mais hábil e com mais qualidades sensíveis, cinéticas e expressivas, instrumentalizando de maneira qualitativa seu corpo e a Dança.

Prêmos E Projetos

Contemplado no VIII edição do programa de fomento á dança da Cidade de São Paulo

Virada Cultural Paulista ( Presidente Prudente e Marília / 2010)

Projeto ressonâncias/ Sesc Araraguara (2010)

Projeto Conhecimento Vivo – patrocínio da VALE (Sesc Consolação e Centro de Cultura Judaica/ 2009)

Projeto Zona de Risco – Centro Cultural São Paulo (2009)

Contemplado na V edição do programa de fomento a dança da Cidade de São paulo (2008/2009)

Goiânia em cena 2008

Sesi Dança 2008 ( Circulação pelo estado de São Paulo)

12º Festival Cultura Inglesa/ 2008 – Prêmio melhor espetáculo de dança “Fragile”

PAC Circulação/ 2008
Panorama SESI de Dança/ 2007
Programa Rumos Itaú Cultural – Edição 2006/2007
Diálogos Dentro e Fora do Eixo SESC/Ipiranga 2006
Projeto Dança em Pauta 2006
Festival de Inverno SESC/RJ 2006
Dança Ribeirão 2006
Goiânia em Cena 2005
Semanas de Dança – CCSP 2005
Maurício de Oliveira
Diretor, coreógrafo e bailarino da Cia. Maurício de Oliveira e Siameses. Regressou ao Brasil em 2004, depois de morar alguns anos na Alemanha, onde realizou trabalhos importantes como coreógrafo e bailarino. Mauricio foi destaque da Cia. de William Forsythe de Frankfurt considerada pela crítica internacional como a maior Cia. de Dança contemporânea do planeta.Ainda em 2009 foi convidado para estrear nova trabalho para Cia São Paulo com estréia prevista para março de 2010.
Em 2009 é convidado pela Prefeitura da Cidade juntamente com sua companhia para fazer parte do projeto piloto Zona de Risco no Centro Cultural São Paulo. Em dezembro de 2008/2009 , contemplado pelo Programa Municipal de Fomento a Dança de São Paulo com sua companhia, Maurício de Oliveira e Siameses. Em novembro/dezembro de 2008, regressou a Alemanha como bailarino convidado para atuar na produção Radio Mythic Theater para a The Forsythe Company, coreografia de Dana Caspersen. Em novembro de 2008, participa com seu espetáculo solo Fragile do Festival Goiânia em Cena. Ainda em 2008 atuou como colaborador e assistente de direção para Alessio Silvestrin com o espetáculo Polígono para a São Paulo Cia. de Dança.
Participação no Sesi Dança 2008 com o espetáculo “De.Gelo” excursionando pelo Estado de São Paulo.
Em 2008: Contemplado e premiado como melhor espetáculo de dança no12° Festival Cultura Inglesa com o solo “Fragile”. Em 2007: Atuou como coreógrafo de “Khaos” para a Cia. nº1 do Balé da Cidade de São Paulo; remontou o Espetáculo “Fabricca”, original da Holanda para Festival Panorama Sesi de Dança; estreou a coreografia “De.Gelo” no Festival Rumos Dança do Itaú Cultural e foi contemplado pelo PAC circulação com este mesmo espetáculo.
Em 2006: Estreou a coreografia “Olhar Oblíquo” com a Siameses no Festival Dança em Pauta no Centro Cultural Banco do Brasil; estréia da coreografia “Agbara” para o Balé do Teatro Castro Alves em Salvador; estréia “Um outro tempo líquido” para a Distrito Companhia de Dança em Ribeirão Preto; convidado a coreografar o solo “Tempo líquido” para Maria Alice Poppe (Festival do Sesc Copacabana) RJ.
Em 2005: estreou a coreografia “Jardim Noturno II” para Siameses.
Em 2004: trabalhou como coreógrafo do “Orbital Cavities” para a companhia Krisztina de Chatel em Amsterdã; retornou ao Frankfurt Ballet como bailarino convidado (temporada 2004).
Em 2003: estreou a coreografia “No (mad)” para o Festival Four Steps Steps Foward em Den Hagg; participou da produção Luxury item do coreógrafo inglês Paul Selwyn Norton. Em 2003 – 2002: estreou a coreografia “Fabricca” para o Ca-dance Festival em Den Haag em uma co-produção Frankfurt Ballet e Korzo Theater, apresentando-a em quatorze cidades holandesas.
Em 2002: Realizou uma exposição de pinturas e desenhos no Tat- Bockenheimer Depot em Frankfurt, patrocinado por William Forsythe.
De 1999 a 2003 participou do Frankfurt Ballet. Em 1999 integrou a Pretty Ugly Dance Company dirigido por Amanda Miller.
Atuou como Free – lance em várias produções na Holanda, entre elas:
1998 – no Spring Dance Festival; Project “Creoule” e Holland Dance Festival.
1997 – Dançou no Jazzex Dance Company- Holanda;
1994/1996 – Integrou a Choreographishes Theater Von Johan Kresnik – Berlim;
1993 – Balé do Teatro Castro Alves – Brasil;
1989/1992 – Balé da Cidade de São Paulo – Brasil.
Ficha Técnica

Direção e coreografia: Maurício de Oliveira
Interpretes: Maurício de Oliveira, Marina Salgado e ou Thaís Clemente
Artista Convidado: Alessio Silvestrin
Iluminação: Wagner Freire
Figurino: Adrian Hitomi
Trilha sonora: André Abujamra
Projeto Gráfico: Adriana Hitomi
Operação de luz: Silviane Trichter
Fotos: William Aguiar
Assessoria de imprensa : Miriam Bemelmans
Assistente de produção: Júlia Portela
Direção de Produção: Cassia de Souza/ Sala de Produção

Este espetáculo foi contemplado pelo 8 Edital do Programa de Fomento à Dança da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo

Serviço:

Jardim Noturno
Cia. Maurício de Oliveira e Siameses
Direção e coreografia: Maurício de Oliveira

Duração: 50 minutos
Livre
Datas: 14 a 17 de outubro
Quinta e sexta às 21h, sábado às 20h e domingo às 18h.
TD – TEATRO DE DANÇA
Av. Ipiranga, 344 – subsolo
Metrô República
Ingressos: R$ 4,00
E meia-entrada
Bilheteria: (11) 2189-2555
Informações: (11) 2189-2557
Venda de Ingressos:
Vendas antecipadas: quarta a sábado, das 14h às 19h e domingo das 14h ás 17h
Vendas no dia do espetáculo: das 14h até o início da sessão
Vendas on line: http://www.ingressorapido.com.br
Vendas por telefone: 4003-1212
Meia entrada para estudantes, aposentados e professores da rede estadual de ensino (mediante apresentação de documentação comprobatório no ato da compra)
E-mail:info.teatrodedanca@apaa.org.br
site: http://www.teatrodedanca.org.br
Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado/Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais/Estacionamento R$ 15,00 – serviço de valet conveniado ao Edificio Itália
Estações do Metrô Próximas: República

05/10/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Projeto Viagem Musical chega ao interior de São Paulo

As apresentações serão nas cidades de Araraquara, Caçapava, Cordeirópolis, Ribeirão Preto e São Bernardo do Campo.

Em setembro e outubro o projeto Viagem Musical, patrocinado pela Fundação Nestlé Brasil, levará apresentações musicais nas cidades de Araraquara, Caçapava, Cordeirópolis, Ribeirão Preto e São Bernardo do Campo, no interior de São Paulo. A série começa no dia 10 de setembro em Cordeirópolis e termina no dia 05 de novembro ainda em Cordeiropolis. Serão sete grupos musicais reconhecidos que interpretarão blues, choro, música popular brasileira e música clássica: Bruch Trio, Ginga, Irmandade do Blues, Madeira de Vento, 4 a Zero, São Paulo Arte Trio e Tritono Blues. A Direção Artística é de Miriam Mazzei.

O projeto Viagem Musical tem o apoio do Governo de São Paulo, através da Secretaria de Estado da Cultura, pelo Programa de Ação Cultural – ProAC 2009. O objetivo principal é a formação de público com a diversidade de estilos dos grupos. A ideia de realizar o projeto pelo interior é levar à população a cultura e a arte de qualidade propiciando, principalmente ao público jovem, a possibilidade de ter contato com a linguagem musical através de profissionais gabaritados, despertando o interesse em conhecer e participar de atividades musicais e artísticas com os objetivos de incentivar o aprendizado musical, formar público com um mínimo de critério de avaliação e conhecer a música erudita e popular de qualidade, desmistificando que é uma musica elitista e de difícil entendimento. Todas as apresentações são ás 20h e gratuitas. Blog: http://projetoviagemmusical.blogspot.com/

Formação dos grupos:

Bruch Trio – Aída Machado (piano), Marta Vidigal (clarinete) e Marcelo Jaffé (viola)
Ginga – Roberto Vergal (guitarra), Douglas Griggio (teclado), Anívio Mello (contrabaixo), Daniel Assis (bateria) e Helio Silva (vocal)
Irmandade do Blues – Vasco Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio Alemão (baixo), Edu Gomes (guitarra) e Fernando Lóia (bateria)
Madeira de Vento – Quinteto de clarinetistas – João Francisco Correia, Fernando de Oliveira, Michel Moraes, Mário Marques e Otinilo Pacheco
4 a Zero – Daniel Muller (piano e teclado) , Lucas Casacio (bateria e percussão), Eduardo Lobo (guitarra) e Danilo Penteado (contrabaixo)
São Paulo Arte Trio – Paulo Gazzaneo (piano), Laércio Diniz (violino) e Ana Maria Chamorro ( violoncelo)
Tritono Blues – Bruno Sant’anna (vocal), André Youssef (pianista e organista) e André Carlini (gaitista)

Agenda:

Araraquara:

22 de outubro – Irmandade do Blues

Local: Sesc Araraquara – Área de Convivência

Caçapava:

02 de outubro – São Paulo Arte Trio
09 de outubro –Madeira de Vento
16 de outubro – Bruch Trio
23 de outubro – Ginga

Local: Cine Vogue

Cordeirópolis:

10 de setembro – Bruch Trio
18 de setembro – Ginga
25 de setembro – Madeira de Vento
05 de novembro – 4 a Zero

Local: Teatro do Centro Cultural Ataliba Barrocas

Ribeirão Preto:

23 de setembro – Tritono Blues
27 de outubro – Madeira de Vento

Local: Sesc Ribeirão Preto – Área de Convivência

São Bernardo do Campo:

01 de outubro – Ginga
03 de outubro – Bruch Trio
08 de outubro – São Paulo Arte Trio
15 de outubro – 4 a Zero

Local: Teatro Elis Regina

Currículo completo dos grupos
Bruch Trio – Aída Machado (piano), Marta Vidigal (clarinete) e Marcelo Jaffé (viola)

O Trio, onde atuam músicos de grande expressividade artística e ampla experiência camerista, inspira-se na afinidade dos três pela sonoridade introspectiva, intimista e aveludada que resulta da união dos seus instrumentos. Tem se apresentado nas mais importantes salas de concerto de São Paulo e interior do estado, recebendo da crítica especializada elogios significativos à sua performance, em especial à sensível interpretação das obras de Max Bruch, compositor homenageado pelos artistas.

Aída Machado: Diplomada em Piano pela Escola Magda Tagliaferro na classe de Helena Plaut, Bacharel em Psicologia e Mestre em Música pelo Departamento de Música da Universidade de São Paulo. Realizou cursos de Música Contemporânea, Contraponto, Harmonia e Estética com H. J. Koellreutter. Tem-se dedicado à música de câmara se apresentado em recitais com as mais variadas formações e repertório que abrange desde a música antiga até a música do século XX.

É professora na Faculdade de Música FAAM, na Faculdade de Música Santa Marcelina, Escola Superior de Música, Escola Municipal de Música e Coordenadora Pedagógica do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim.
Seu prestígio tem-lhe valido constantes convites para compor júris em concursos de piano e música de câmara e ministrar cursos em várias cidades e nos principais Festivais de música do País.

Aída Machado foi convidada pela Fundação Magda Tagliaferro, com Bolsa do Ministério da Cultura, para integrar a equipe que representou a Fundação em visita à Escola Superior de Música de Karlsruhe, Alemanha.

Marta Vidigal: Bacharel em clarinete pelo Departamento de Música da ECA USP. Bolsista da VITAE em Paris de 1989 a 1991, realizou trabalho de aperfeiçoamento em clarinete e música de câmara no Conservatoire Nacional de Region Rueil Malmaison sob orientação dos professores Henry Druart e Claire Vergnory. Ainda na França, participou das orquestras “Sinfonietta de Paris” e “Ensemble Internacional de Paris”.

Vencedora do III Concurso Nacional para solistas da Sinfônica do Espírito Santo em 1987, tendo sido aprovada no mesmo ano no Concurso para solistas do Quarteto de Cordas Cidade de São Paulo.

Participou de Festivais de Música como os de Campos do Jordão, Brasília, Tatuí e Bienal da USP. Como professora de clarinete e música de câmara atuou entre 1991 a 1994 no “Stage d’Orchestre Musique au Pluriel” realizado anualmente na França.

É membro da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e da Orquestra Jazz Sinfônica.

Marcelo Jaffé: Iniciou seus estudos com Alberto Jaffé, seu pai, prosseguindo-os na Universidade de Illinois, EUA. Obteve o 1º Prêmio no Concurso Nacional de Música de Câmara da Universidade de Brasília, Jovens solistas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Jovens Concertistas Brasileiros, Sul América e Edward Krollik Award.

Participou de vários cursos ministrados pela Pró Arte de Teresópolis, Escola de Música de Brasília, Bienais da USP e dos Festivais de Inverno de Campos do Jordão e Tanglewood Music Center, entre outros.

Membro do Quarteto de Cordas Cidade de São Paulo, professor do Departamento de Música da Universidade de São Paulo.
Ginga – Roberto Vergal (guitarra), Douglas Griggio (teclado), Anívio Mello (contrabaixo), Daniel Assis (bateria) e Helio Silva (vocal)
O trabalho do Ginga é um ritual onde são celebradas as raízes musicais brasileiras, do maracatu à MPB, incorporando-os a outros ritmos universais como o funk e o jazz-rock em um contexto contemporânero.

Quando o Ginga toca, nos transporta para um clima mágico de Brasil rural-urbano, norete-sul, contagiante, dançante e puramente instrumetnal. O primeiro CD lançado pela gravadora Just´n Music contém 9 músicas, sendo 4 de autoria de Douglas Griggio, 3 de Roberto Vergal e uma de Tom Jobim. O Ginga chegou para ocupar um lugar de destaque dentro da música instrumental brasileira.

Irmandade do Blues – Vasco Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio Alemão (baixo), Edu Gomes (guitarra) e Fernando Lóia (bateria)
Com 17 anos de estrada a banda paulista Irmandade do Blues lança seu primeiro DVD se consolidando como uma das mais bem sucedidas e respeitadas bandas de blues do cenário nacional. O DVD que ainda conta com as participações especiais de Andreas Kisser e André Matos também saiu em versão CD.

No repertório desse trabalho estão músicas do CD “Veneno (1996) e de “Good Feelings (2007) onde a banda mistura composições próprias arranjadas dentro do estilo musical que dá nome à banda com muita personalidade e suingue, além das reconstruções de clássicos do gênero que já se tornaram marca registrada do Irmandade do Blues.

Formada por Vasco Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio Alemão (baixo), Edu Gomes (guitarra) e Fernando Lóia (bateria) a banda mostra que está com todo gás 12 anos após o lançamento de seu primeiro álbum além de ser a banda com a formação original mais antiga de São Paulo.

Site: http://www.irmandadedoblues.com.br

Madeira de Vento – Quinteto de clarinetistas – João Francisco Correia, Fernando de Oliveira, Michel Moraes, Mário Marques e Otinilo Pacheco
O Madeira de Vento é um quinteto de clarinetas que faz música de câmara misturando elementos da música clássica, da Música Popular Brasileira, das rodas de choro, das bandas de coreto e principalmente preservando a alegria e o prazer de realizar boa música.

Desde 1998, quando o grupo foi formado, o quinteto vem pesquisando e divulgando música brasileira. Em 2001 o quinteto foi selecionado para representar o Estado de São Paulo no Projeto RUMOS ITAÚ CULTURAL MÚSICA. Neste projeto foram reunidos, em uma série de CDs, 78 nomes, entre grupos e artistas, com intuito de mapear produção cultural do país. As obras “IMPRESSÕES BRASILEIRAS”, de Fernando de Oliveira, e “SÓ NA TRAVE”, de Hudson Nogueira, estão presentes neste trabalho.

Em seu primeiro CD “Chovendo Canivetes”, que foi lançado em 2003 pelo selo “CPC-UMES”, o MADEIRA DE VENTO faz um inventário da história da clarineta no Brasil, homenageando os maiores expoentes do instrumento. Um disco que reúne obras de músicos fundamentais na história da nossa música popular, como: Luis Americano, K-ximbinho, Severino Araújo, Paulo Moura, Abel Ferreira aos quais se juntam novos e talentosos criadores: Naylor Proveta Azevedo, Hudson Nogueira e Fernando de Oliveira, daí resultando uma verdadeira antologia da clarineta brasileira. Em 2002 o grupo desenvolveu junto à Fundação Pró-Memória de Indaiatuba um projeto de resgate, pesquisa e gravação da obra do clarinetista Nabor Pires Camargo, em comemoração ao seu centenário. Destacamos ainda, a participação do MADEIRA DE VENTO nos CDs de “Isaías e seus chorões” pelo selo CPC-UMES e do grupo “As Choronas” pela Gravadora Paulus. Em julho de 2003 o grupo dividiu o palco com Paulo Moura, Paulo Sérgio dos Santos e com o grupo “ClarinEtc”, fazendo um tributo ao clarinetista e compositor K-ximbinho, sob direção de ZUZA HOMEM DE MELLO dentro do projeto “Ilustres Desconhecidos”, no SESC POMPÉIA. Em agosto de 2006 o grupo, a convite da International Clarinet Association, se apresentou no ClarinetFest 2006 realizado em Atlanta / EUA. Em julho de 2007 pela mesma entidade, se apresentou no ClarinetFest 2007 realizado em Vancouver/Canadá.

João Francisco Correia (Clarineta), integrante da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e da Orquestra Sinfônica de São José dos Campos. Tem sido premiado em importantes concursos para instrumentistas. Dedica-se a pesquisa e divulgação de novos compositores de música brasileira.

Fernando de Oliveira (Clarineta), integrante da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e compositor premiado em vários festivais de música no Brasil. É Supervisor Pedagógico em projeto social que forma Bandas de música nas periferias de várias cidades do estado de São Paulo.

Michel Moraes (Clarineta), integrante da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos e saxofonista atuante em múltiplas formações instrumentais: Big Bands, Regional de Choro e grupos de Jazz. Professor em projeto social que visa formar músicos instrumentistas de sopro.

Mário Marques (Clarineta): primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos e integrante de vários grupos camerísticos como: Regional de choro e quinteto de sopros. Premiado em vários concursos para Jovens Instrumentistas.

Otinilo Pacheco (Clarineta Baixo), primeiro “clarinetista solista” da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e Sinfônica Municipal de Santo André, além de camerista atuante, tem sido convidado a dar aulas nos mais importantes Festivais de Música do Brasil. Nos últimos anos tem tocado no exterior em países como Dinamarca, Alemanha e Portugal.

Quatro a Zero – Daniel Muller (piano e teclado) , Lucas Casacio (bateria e percussão), Eduardo Lobo (guitarra) e Danilo Penteado (contrabaixo)
Nos seus 7 anos de existência, o Quatro a Zero vem desenvolvendo, a custo de muita pesquisa e trabalho, uma linguagem peculiar dentro da Música Brasileira tendo como foco principal o Choro. Buscando se aprofundar nas sutilezas do gênero e tratando-o com uma concepção atual, o grupo cria novas possibilidades que surpreendem pela criatividade e originalidade. Após ter conquistado o segundo lugar no 7o Prêmio VISA de Música Brasileira em 2004, lançou o elogiado disco “Choro Elétrico”, se apresentando por todo o Brasil pelo “Projeto Pixinguinha” e “Circuito Instrumental Universitário” (com a participação do grande bandolinista Joel Nascimento), ambos patrocinados pela Petrobrás, além de shows em importantes festivais como o Brasil Instrumental, em Tatuí e o Festival de Música de Itajaí. Em 2006, o grupo teve uma fase de imersão na música de Radamés Gnattali, apresentando um show em homenagem ao centenário do nascimento do maestro, no qual contou com a participação de Toninho Ferragutti e Rafael do Santos. Atualmente prepara o lançamento do disco “Porta Aberta”, no qual presta homenagem aos compositores de choro do interior de São Paulo. O trabalho conta com a ilustre participação do saxofonista Nailor Proveta e é patrocinado pelo Governo do Estado de São Paulo (PAC) e pela Prefeitura Municipal de Campinas (FICC).

São Paulo Arte Trio – Paulo Gazzaneo (piano), Laércio Diniz (violino) e Ana Maria Chamorro ( violoncelo)

Fundado oficialmente em 25 de abril de 2006 é formado por três destacados músicos residentes em São Paulo, professores conceituados com formação acadêmica consistente e concertistas premiados nacional e internacionalmente.

O São Paulo Arte Trio fez sua estréia oficial nas salas de concerto em evento realizado na Casa de Cultura “Maestro Demétrio Kipman” na cidade de Bragança Paulista / SP no dia 16 de setembro de 2006 dentro da série de concertos do I Festival Demétrio Kipman apresentando obras dos compositores W. A. Mozart, L. van Beethoven, R. Gnattali e A. Piazzolla.

Laércio Diniz foi aluno de Ludmila Vinecka em Brasília e Erich Lehninger como bolsista na Universidade do Rio de Janeiro. Venceu dois Concursos “Jovens Solistas” (Porto Alegre e Brasília) e em 1987 foi contemplado com bolsa de estudos para a Alemanha pelo DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), ingressando na Escola Superior de Música de Aachen sob a orientação de Ingeborg Scheerer e um ano depois na Escola Superior de Música de Colônia sob a orientação de Saschko Gawriloff (spalla da Orquestra Filarmônica de Berlim), Susanne Rabenschlag (primarius do Quarteto Verdi) e música de câmara com o Quarteto Amadeus.

Na Alemanha foi professor na Escola de Musica de Gumrnersbach e trabalhou com a Heidelberger Kammerorchester tendo atuado como spalla e solista e realizando concertos por mais de cinco anos por todos os países da Europa Ocidental.

De volta ao Brasil em 1995 fundou o Quarteto de Cordas Aureus especializado no repertório brasileiro com o qual gravou dois CDs , um pelo selo Som Puro com autores variados e o outro com a obra completa para quarteto de cordas de Alberto Nepomuceno pelo selo Paulus.

Em 1997 fundou a Orquestra de Câmara Engenho Barroco da qual é spalla e diretor artístico e com a qual lançou um CD de música barroca pelo selo Som Puro com obras de autores do período Barroco e em 2001, 2002 e 2003, três CDs integrantes do projeto “Restauração e Difusão de Partituras” patrocinado pela Petrobras interpretando obras de autores do período colonial brasileiro.

Foi professor de violino do Festival de Inverno de Campos do Jordão de 1999, 2000, e 2003. Em 2001 junto ao Quarteto Aureus, professor do curso de inverno da Fundação das Artes de São Caetano do Sul e em 2002, professor do Festival de Inverno de Londrina. Em 2007 foi o titular da cadeira de violino no Festival Música das Esferas de Bragança Paulista / SP. Desde 1998 é professor de violino da Faculdade de Artes Alcântara Machado. É também consultor musical da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, professor da Universidade Livre de Música, chefe de naipe da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e spalla da Bachiana Chamber Orchestra, além de desenvolver uma intensa carreira como recitalista e solista.

Ana Maria Chamorro é natural da cidade de São Paulo, estudou no Brasil com Zigmund Kubala na USP e trabalhou na Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo eOrquestra Sinfônica Municipal de São Paulo.

Na Alemanha prosseguiu seus estudos com Eduardo Vasalo, Friedmman Dahn e Joachim Griesheimer, além de cursar música de câmara com Saschko Gawriloff e Quarteto Amadeus. Durante esse período, foi professora da Escola de Música de Wiehl e integrou diversas orquestras alemãs como: Rheinisches Kammerorchester, Sinfonieta Köln eKlassische Philarmonie Telekomm Bonn. Foi também primeiro violoncelo da Tippet Ensemble e violoncelo solo da Heidelberger Kammerorchester, com a qual se apresentou regularmente durante cinco anos em vários países europeus como: Alemanha, Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Noruega, Suécia, Suíça, e Finlândia.

Volta ao Brasil trabalhando como spalla dos violoncelos da Orquestra Sinfônica de Santos e violoncelista do Quarteto Municipal de Santos. Participou varias vezes como violoncelista convidada da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP).

Atualmente é violoncelo solo da Orquestra de Câmara Engenho Barroco, violoncelista do Quarteto de Cordas Aureus tendo vários Cds gravados com os dois grupos, violoncelista do São Paulo Arte Trio e da Orquestra Filarmônica de São Bernardo, professora de violoncelo da Universidade Livre de Música e primeiro violoncelo da Bachiana Chamber Orchestra. Gravou para a série de CDs SOLOS da gravadora Som Puro varias peças para violoncelo e piano.

Paulo Gazzaneo vem conquistando uma sólida posição dentro do cenário musical brasileiro, tanto como intérprete ou pedagogo e, recentemente, na área da composição.

Discípulo de Amaral Vieira pela Faculdade Santa Marcelina de São Paulo no Brasil e István Lantos na Budapesti Liszt Ferenc Zenemüvészeti Föiskola na Hungria, vem se destacando por suas apresentações e gravações, principalmente de obras brasileiras, para piano solo e música de câmara, importantes registros de seu trabalho como solista e camerista.

Complementando seus estudos, recebeu a orientação de Osvaldo Lacerda, Almeida Prado, Sérgio Chnee (Composição, Harmonia e Contraponto) e Hans Graff naAcademia Superior de Música de Viena, além de sua participação em festivais de verão e inverno nas classes de Zoltán Kocsis (Hungria), Peter Frankl (Hungria / Inglaterra) e Bruno Leonardo Gelber (Argentina).

É convidado com frequência a ministrar aulas de piano e música de câmara bem como palestras e seminários em tradicionais festivais de inverno e verão, tanto no Brasil como em países da América do Sul (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru).

Como recitalista e solista já se apresentou em todos os países da América do Sul e nos principais centros musicais europeus (Áustria, Alemanha, Bélgica, Hungria, Polônia, Espanha, Grécia, Bulgária, Inglaterra, Suíça).

Desde o seu retorno ao Brasil em 1993, assumiu como principal premissa de seu trabalho a execução e registro fonográfico de obras de compositores brasileiros, preferencialmente ainda ativos, e, desde o ano de 2000, tem se dedicado de forma mais produtiva na área da criação.
Entre suas premiações destacam-se o Prêmio Lorenzo Fernandez 2004 outorgado pelo Femusica da cidade de Campos / RJ, e as indicações ao Prêmio Carlos Gomes 1996 (Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo) e ao Grammy 2002 (melhor CD de música erudita com a estampa “Duo Quanta”).

Como intérprete já dispõe de oito títulos em sua discografia, sete dos quais integralmente dedicados à música nacional. Como compositor já foi prestigiado pelo Harpyia Quartet (Grécia) em uma temporada de concertos pelos países da Europa Oriental e, uma gravação de suas seis miniaturas para piano solo pelo selo PMC / SP.

Na pedagogia, desenvolveu um importante trabalho de 1998 a 2004 no cargo de coordenador do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim de São Paulo, departamento da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.
Gazzaneo foi membro com participação ativa na American Liszt Society, Sociedade Brasileira de Musicologia e na Sociedade Brasileira de Música Contemporânea.Desde 2007 é diretor executivo e pedagógico do Festival Música das Esferas – Festival Internacional de Música de Bragança Paulista.

O Tritono Blues nasceu em 2006 reunindo três grandes músicos do cenário blues paulistano. Com uma formação pouco convencional: piano, voz e gaita, ao vivo, tem-se a nítida impressão de ouvir uma banda completa, pois os baixos do piano são completados com a marcação da percussão. No repertório, além dos clássicos do Blues e da Soul Music, com versões de Ray Charles, B.B. King, Muddy Waters, Otis Reding, Leadbelly, Eddie Boyd, entre outros.

Bruno Sant’anna, grande cantor de Blues, além de percussionista e gaitista. É lider da Bruno Sant’anna Blues Band e também integrante da banda de Blues-Rock Blindog. com dois CD’s lançados.
André Youssef, pianista e organista, que acompanha grandes nomes do blues nacional e internacional. Atualmente também integrante da banda de Nasi (ex-IRA!)

André Carlini, gaitista de estilo inconfundível, líder da banda de funk-groove-jazz Lado Black, coordenador da pasta de harmônica do EM&T (Escola de Música e Tecnologia).

O Tritono Blues marca presença na programação da noite paulistana. Apresenta-se em casas como O’Maileys, Bourbon Street, Tom Jazz, The Black Horse, Drake’s Bar, O Garimpo, Bartholomeu Bar, entre outras.
Nos últimos anos o Trítono Blues participou de festivais importantes como o Festival Internacional Sons & Sonidos Eldorado realizado no Bourbon Street, ao lado de nomes como Yamandú Costa, Gonzalo Rubalcaba e Banda Mantiqueira; O Festival Vero Tendencies em Alphaville, ao lado de Nando Reis, Paula Lima e Toquinho; O Festival de Inverno de Aldeia da Serra, abrindo o show de Nuno Mindelis e o Festival de Inverno de Santana do Parnaíba; O projeto “Todas as Bossas” realizado no SESC Bauru, o projeto Sonora do SESC Rio Preto e também participou de 3 apresentações em um show especialmente montado para o SESC Vila Mariana com repertório voltado para as “Blues Work Songs” ou músicas de blues que falam exclusivamente do trabalho. Empresas como Vivo, Bradesco Seguros, Revista Vero, Syngenta, Anfarmag e Agência Fuel, tiveram o show do Tritono Blues em seus eventos. Em 2008 o Tritono lançou o CD Groovin’, que está tendo uma excelente receptividade do público e imprensa especializada.

A Fundação Nestlé Brasil é responsável pelo gerenciamento do investimento social feito pela Nestlé no Brasil. A sua estratégia de apoio está focada em projetos que tenham como temáticas as questões relacionadas à Nutrição, Desenvolvimento Rural e a Água. Entre as ações desenvolvidas pela Fundação Nestlé Brasil estão os programas: “Nestlé Faz Bem Nutrir” – que leva educação alimentar para crianças e jovens, de 5 a 14 anos, de comunidades de baixa renda em todo o país -, contribuindo para combater a desnutrição e a obesidade, o “Nestlé Faz Bem Cuidar” uma iniciativa ambiental que dissemina conceitos de preservação do meio ambiente também para crianças e jovens e ainda o “Nestlé Faz Bem Saber” que investe no desenvolvimento do homem do campo.

Serviço:
Viagem Musical
Grupos: Bruch Trio, Ginga, Irmandade do Blues, Madeira de Vento, 4 a Zero, São Paulo Arte Trio e Tritono Blues
Patrocínio: Fundação Nestlé Brasil
Apoio do Governo de São Paulo, através da Secretaria de Estado da Cultura, pelo Programa de Ação Cultural – ProAC 2009

Araraquara:
Sesc Araraquara – Área de Convivência
R. Castro Alves, 1315
Quitandinha
Tel: 16 3301-7500

Caçapava:
Cine Vogue
Rua Cel. José Guimarães, 160, Centro
Tel: 12 3652-9222
Capacidade: 280 pessoas

Cordeirópolis:
Teatro do Centro Cultural Ataliba Barrocas
Páteo da Subestação, s/nº – Cordeirópolis
Tel: 19 3202-5407
Capacidade – 260 pessoas

Ribeirão Preto:
Sesc Ribeirão Preto – Área de Convivência
Rua Tibiriçá, 50
Centro
Tel: 16 3977-4477

São Bernardo do Campo:
Teatro Elis Regina
Av. João Firmino, 900
Assunção
Capacidade 324 pessoas
Tel: 4351-3479

09/09/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Sala Nordeste abre espaço para as Artes Visuais no Recife

Abertura acontece no dia 16 de setembro, às 16h, com a exposição NAUSEA.

Um novo espaço para difusão, fruição e circulação das Artes Visuais no Recife. Essa é a proposta da Sala Nordeste, ambiente que será inaugurado no dia 16 de setembro, às 16h, em Recife. Resultado de uma parceria entre o Ministério da Cultura, através da Representação Regional Nordeste (RRNE/MinC), o Banco do Nordeste (BNB) e a Prefeitura do Recife, por meio da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), a Sala Nordeste irá funcionar no térreo da Regional do MinC, na Rua do Bom Jesus, 237, Bairro do Recife.

A abertura da Sala Nordeste está inserida na programação do SPA das Artes 2010 – Semana das Artes Visuais do Recife, com a exposição NAUSEA, do artista José Rufino (PB) e curadoria de Marcelo Campos (RJ). A montagem da instalação é um dos acertos possibilitados pela parceria com o BNB, que viabilizou também a revitalização da estrutura do prédio, com nova pintura, troca de iluminação, adequação da sala de exposição, entre outras melhorias.

A gestão da Sala será compartilhada entre a Representação Nordeste do MinC, o Centro Cultural do Banco do Nordeste e a Fundação de Cultura da Cidade do Recife. Essa parceria, ao mesmo tempo em que contribui para ampliar a atuação dos Centros Culturais do BNB – que funcionam no Ceará, em Fortaleza e Juazeiro do Norte, e na Paraíba, em Sousa – reforça a articulação entre o BNB e o MinC, e insere a Prefeitura do Recife neste circuito.

Para a chefe da Regional do MinC, Tarciana Portella, “a Sala Nordeste passa a ser um espaço de confluência e sinergia das Artes Visuais, que deve ser irradiado para os artistas do Nordeste e também das outras regiões”, pois possibilita o encontro físico de três importantes instituições, de diferentes esferas e missões distintas, podendo gerar novas possibilidades para a arte contemporânea.

CENTRO CULTURAL

A Sala Nordeste evidencia a vocação cultural do Bairro do Recife, contribuindo para a revitalização deste espaço urbano, onde estão concentrados diversos equipamentos culturais. No perímetro da ilha, valor histórico e turístico estão agregados hoje a um vibrante polo de tecnologia da informação, com a consolidação do Porto Digital, e a um epicentro de produção e difusão cultural, potencializado em espaços como Instituto Cultural do Banco Santander, Paço Alfândega, Sinagoga Kahal Zur Israel, Centro Cultural dos Correios, Escola de Arte e Tecnologia – Oi Kabum, Torre Malakoff, Centro Apolo-Hermilo, entre outros que ainda estão em fase de implementação, como o Centro Cultural da Caixa Econômica Federal e o Paço do Frevo.

Direcionada para as Artes Visuais, incluindo Design, Fotografia, Moda e Arte Digital, a Sala Nordeste tem por objetivo difundir obras da produção recente, de caráter experimental e cujo histórico considere a interface das linguagens adequadas ao perfil do espaço. A Sala, integrada à Representação Regional Nordeste/MinC, conta com auditório de 60 lugares, salas de reunião e multiuso.

A princípio, o cronograma da Sala Nordeste está ocupado até janeiro de 2011. Após a exposição NAUSEA, que inaugura o espaço, entra a programação da Semana de Fotografia, promovida pela Prefeitura do Recife através da Secretaria de Cultura / FCCR. A presidente da Fundação de Cultura afirma: “Com a Sala Nordeste ganhamos mais um espaço expositivo para nossas ações no âmbito das Artes Visuais e, com isso, referendamos a parceria com o governo federal e com uma institutição que fomenta a cultura em nossa região”. A partir de então, as exposições serão definidas de acordo com as políticas voltadas para as Artes Visuais de cada instituição, as quais se alternarão na responsabilidade das mostras.

A Sala receberá cinco exposições por ano, cada uma com duração média de um mês e meio. Serão priorizadas e estimuladas propostas que estejam acompanhadas de atividades de reflexão e formação de público. A escolha dessas mostras será feita por um Conselho Gestor, composto por representantes das três instituições.

NAUSEA
A exposição inaugural da Sala Nordeste, NAUSEA, de José Rufino, sob curadoria de Marcelo Campos, busca na disposição espacial de um conjunto de móveis antigos – como armários, gavetas e escrivaninhas – provocar estranheza no espectador, que se depara com ressignificações temporais e afetivas daquilo que antes fora pensado apenas como objetos de utilidade cotidiana.

A instalação se vale do conceito transformador proporcionado pelo tempo e pelo espaço, para se mostrar sempre diferente, já que a cada nova exibição o artista José Rufino, conhecido em seus trabalhos por resgatar narrativas pessoais e familiares através de elementos do passado, brinca com a posição dos móveis, adicionando novos itens e monotipias ao conjunto.

NAUSEA, apresentada pela primeira vez em 2008 no Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB) de Sousa, cumpriu temporada também no CCBNB de Fortaleza, no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, e em 2009 integrou a mostra Las Américas Latinas – Las Fatigas del querer, no Spazio Oberdan, em Milão. No Recife, NAUSEA fica aberta para visitação pública de 17 de setembro a 30 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos domingos, das 14h às 20h.

SPA das Artes

A Exposição NAUSEA integra-se à programação do SPA das Artes 2010, que ocorre no período de 12 a 19 de setembro. O evento, realizado pela Prefeitura do Recife, através da FCCR, é destinado à interlocução, difusão, exibição, circulação, troca de experiências e capacitação da rede produtiva das Artes Visuais do Recife e de outras cidades do país.

O SPA, que está em sua nona edição, tem um perfil dinâmico e abre espaço para experimentação de novas propostas e formatos, com a participação dos agentes das Artes Visuais do Recife, através da proposição de atividades, da cessão de espaços ou como apoiadores da realização. Desde 2004, oferece Bolsas de Incentivo à Produção e à Formação, o que tem colaborado para a melhoria da qualidade das ações promovidas por artistas e grupos locais e para o intercâmbio com outros estados.

Este ano, os projetos foram inscritos em três categorias. Além da Bolsa de Incentivo à Produção Artística, criada para fomentar a realização de ideias de artistas e grupos principalmente em espaços públicos, também foram oferecidas a Bolsa Prêmio Exposições Descentralizadas e a Bolsa Prêmio Oficinas de Formação e Capacitação – Artistas e Público, esta com o patrocínio do Edital Conexão Artes Visuais do MinC/ Funarte/ Petrobras 2010. Mais informações: spadasartesrecife@gmail.com ; (81) 3355.1756/ 3355.1757; ou no site http://spa2010.artesvisuaisrecife.org .

08/09/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Últimos dias para inscrição em Festival

Estão abertas, até o dia 30 de agosto, as inscrições para o 1º Festival de Cinema Universitário da Bahia, que é voltado para a produção universitária nacional. O evento será realizado de 14 a 18 de outubro em Salvador, no Circuito de Cinema Saladearte. Serão selecionados 50 filmes, destes os 10 melhores seguem para Mostra Competitiva Oficial e os demais participam da Mostra Informativa. Serão 12 mil reais em prêmios, a serem distribuídos entre os três primeiros colocados da Mostra Competitiva, e mais duas premiações especiais: Júri Popular e Prêmio ABCV. As inscrições são gratuitas e o regulamento, bem como a ficha de inscrição, estão disponíveis no endereço eletrônico http://www.festivaluniversitario.wordpress.com.

Para participar do festival, além de direção, mais três funções devem ter sido desempenhadas por universitários na época de produção do filme, a partir de 2009. Serão aceitos vídeos de até 20 minutos, de qualquer parte do Brasil. Candidatos de outras cidades, que estiverem entre os 10 primeiros colocados terão passagem e hospedagem garantidas pelo evento. O festival é uma realização da Multi – Planejamento Cultural, que conta com o patrocínio do programa Vivo Arte.mov através do Fazcultura, e tem como parceiros a Unijorge, Dimas, Circuito de Cinema Saladearte e TVE.

***

S E R V I Ç O

O Quê: 1º Festival de Cinema Universitário da Bahia
Quando: 14 a 18 de outubro 2010
Onde: Circuito de Cinema Saladearte
Inscrição: http://www.festivaluniversitario.wordpress.com

23/08/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Prêmio Caio: Festa de premiação nas regiões Sul, Nordeste e Norte acontece em novembro e dezembro

Cerimônias devem acontecer em novembro e dezembro.

Em seus dez anos de existência premiando o que há de melhor dos setores de eventos e turismo, o Prêmio Caio cresceu e na última década destacou mais de 400 empresas e 1.200 cases, sem contar um público que já bate em 18 mil pessoas se confraternizando em festas memoráveis.

Assim, era natural que a 11a. edição fosse desmembrada, permitindo que o Prêmio Caio entrasse em uma nova fase, a de registrar regionalmente seus vencedores na missão de promover, difundir e aprimorar a utilização de eficazes ferramentas do setor de Eventos, Promoção Comercial, Marketing Promocional e Turismo de Negócios.

Sergio Junqueira, idealizador do Prêmio e diretor da Eventos Expo Editora, está viajando por todo o Brasil em negociação com os Destinos das regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sul em busca de interessados em sediar a festas regionais. As categorias a serem contempladas são as mesmas de edições anteriores, sendo que a novidade na noite de premiação é que seja num sábado, em auditório, com coquetel ou durante jantar.

A edição regional também retoma os Seminários Prêmio Caio onde os vencedores da última edição do Prêmio realizam palestras para a comunidade local.

Sobre o Prêmio Caio
O Prêmio CAIO tem como missão promover, difundir e aprimorar a utilização das melhores, mais modernas e eficazes ferramentas do setor de Eventos, Promoção Comercial, Marketing Promocional e Turismo de Negócios do país, através da análise, ensinamento e difusão de trabalhos realizados e ações desenvolvidas no Brasil.
O Prêmio Caio, uma iniciativa da Revista Eventos, é realizado pela Eventos Expo Editora, sob a égide de um Conselho Diretor composto pelas entidades mais representativas dos setores de eventos, promoção comercial, marketing promocional e turismo de negócio ABIH, ABE, ABRACCEF, AMPRO, CBCVB e UBRAFE, sendo ainda apoiada pela ABBTUR, ABEOC, ABETAR, ABLA, ABRAJET, ABRASEL, ABRATURR, ABREMAR, ANETUR, BRAZTOA, FENACTUR, FNHRBS, FOHB, FORNATUR, IBEV, IFEA BRASIL, OBME , RESORTS BRASIL, SINDEPAT e SINDIPROM.
Para mais informações sobre a premiação, informe-se no site http://www.premiocaio.com.br ou siga o Prêmio Caio nas redes sociais: LinkedIn, Facebook, Plaxo e no Twitter, sempre com as última noticias do Grande Prêmio Brasileiro de Turismo e Eventos.

Relação de Categorias
Destinos – Grande Porte e de Pequeno e Médio Porte
Empreendimentos – Resorts, Hotéis, Centro de Convenções, Pavilhão de Exposições e Espaço para Eventos.
Serviços – Alimentos & Bebidas, Áudio-Visual, Cenografia, Comunicação Visual, Estandes, Limpeza, Operação e Produção de Estandes, Receptivo de Eventos, Reportagem sobre evento, Portal, Site, Hot Site ou Solução Web, Infra-Estrutura e Segurança.
Eventos – Captação de Evento, Congresso, Convenção, Evento Artístico, Evento Corporativo, Evento de Endomarketing, Evento de Responsabilidade Social, Evento Esportivo, Evento de Incentivo, Evento Promocional, Evento Social, Festa Popular Cultural, Lançamento de Produto e Viagem de Incentivo.

23/08/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Premio POP e I Oficina de Cases Promovida pelo Conrerp e Abracom

O Conrerp 2ª Região – Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas São Paulo/Paraná e a Abracom – Associações Brasileira das Agências de Relações Públicas promovem, no dia 25 de agosto, a I Oficina de Cases, com o objetivo de colaborar com os profissionais de comunicação no passo a passo para elaboração de cases de relações públicas para participação no 30º POP – Prêmio Opinião Pública.

A Oficina será comandada por dois vencedores de case e também juízes de edições anteriores do POP. São eles Silvana Nader, Relações Públicas formada pela USP, pós-graduada em Marketing pela FGV e MBA em Gestão de Empreededorismo Social pela Fundação Instituto de Administração – FIA/USP – e especialização em Sustentabilidade e Responsabilidade Social pela Faculdade de Economia da Unicamp. Professora e palestrante em Comunicação e Responsabilidade Social. Sócia diretora da Mendes & Nader Comunicação e Responsabilidade Social; e por Flávio de Borba Schmidt, tesoureiro do Conferp, formado em Relações Públicas pela Anhembi-Morumbi/SP. Mais de 25 anos de experiência na área. Proprietário da Prólmagem Consultoria de Relações Públicas. Criador e coordenador do site http://www.universorp.net e do grupo universoRP. Dentre os temas a serem debatidos estão O diferencial da atividade profissional, Competências, Passo a passo da montagem do case para inscrição, Características que definem cada categoria, Processo de avaliação e Apresentação de cases vencedores.

Podem participar da Oficina, que será realizada das 8 às 13hs na Sala do CRP da ECA/USP, profissionais das agências de relações públicas, assessoria de imprensa e comunicação institucional. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas até o dia 24/09, por email (contato@abracom.org.br), das 9 às 18 horas, com Marina Conrado.

23/08/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: O impacto da Leitura para Bebês sobre o Desenvolvimento Cognitivo e da Linguagem é tema de seminário internacional na Bienal de São Paulo

Seminário traz especialistas internacionais á Bienal Internacional do livro de São Paulo neste sábado, dia 21 de agosto, para falar das evidências científicas da influência da leitura precoce sobre a inteligência e desempenho escolar posterior. Porque ler, como ler para crianças e a importância das políticas públicas voltadas a estimular essa prática serão temas abordados.

Ler para as crianças desde o berço tem forte impacto no desenvolvimento da linguagem e da cognição. Crianças que aos 3 anos de idade já possuem o hábito de leitura em família apresentam ao entrar na escola um vocabulário 300% maior que aquelas que não tiveram contato com livros. Aos 10 anos, as diferenças no desempenho escolar são bem perceptíveis. É o que mostram inúmeros estudos internacionais.

Para trazer esta discussão para o Brasil e estimular programas focados nessa faixa etária, o Instituto Alfa e Beto (IAB) está promovendo um debate com dois dos maiores especialistas mundiais no assunto, dia 21, em São Paulo, na Bienal Internacional do Livro.

Confira a programação do seminário – promovido em parceria com a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo – e outras informações sobre os programas que o IAB está lançando para estimular a leitura em família para crianças pequenas:

“Leitura desde o berço:
políticas sociais integradas para a Primeira Infância”

Data: 21/08/10 – das 11h às 13h
Local: Bienal será no Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana – São Paulo – SP – CEP 02012-021
Telefone: 11 2226-0400
Stand será na Rua O, nº 23
Seminário: Auditório Monteiro Lobato
Inscrições no site: http://www.alfaebeto.org.br
Foco: O impacto da leitura desde o berço sobre o desenvolvimento da linguagem, da cognição e seus efeitos positivos no desempenho escolar.

Programa:

Leitura e desenvolvimento da linguagem: o que dizem as pesquisas
David Dickinson, professor e pesquisador da Universidade de Vanderbilt (EUA)

Como ler com as crianças
Perri Klass, pediatra, escritora e professora de pediatria e jornalismo, Universidade de New York (EUA)

Inserindo a leitura nas políticas sociais
João Batista Oliveira, presidente do IAB

Sobre os palestrantes:
o David Dickinson é doutor em educação pela Universidade de Harvard e especialista em alfabetização. No Brasil, apresentará estudos científicos que relacionam positivamente leitura precoce e desenvolvimento da linguagem. Professor e pesquisador da Universidade de Vanderbilt, Dickinson dedicou sua vida à analise dos fatores que levam ao êxito da alfabetização, especialmente em crianças de classes sociais mais baixas, com menos estímulos lingüísticos e culturais no ambiente familiar.
Após estudar as relações entre aquisição de vocabulário e evolução da capacidade conceitual, desenvolvimento da linguagem, alfabetização e cognição, Dickinson trabalhou na concepção de intervenções e ferramentas que melhorassem o apoio da pré-escola ao desenvolvimento das crianças nessas áreas, tendo elaborado currículo para esse nível de educação.
Seus trabalhos comprovam ser possível, aos quatro anos, identificar as crianças submetidas a alguma forma de atendimento prévio e constatar que a qualidade da linguagem no ambiente da pré-escola influencia o desempenho escolar posterior. (David.dickinson@vanderbil.edu)

o Perri Klass é pediatra, pesquisadora, jornalista e escritora. Falará sobre como ler para crianças, de maneira a fornecer os melhores estímulos para o desenvolvimento de cada faixa etária.
Klass foi responsável por transformar um programa de estímulo à leitura infantil de um único hospital em um programa nacional – o Reach Out and Read -, que desenvolve atividades em mais de 4, 5 mil centros em 50 estados nos EUA.
Além de treinar médicos e enfermeiras para que estimulem os pais a ler para seus filhos pequenos, o programa fornece material adequado, distribuindo anualmente mais de 6 milhões de livros para mais de 3,8 milhões de crianças. Klass trabalha atualmente treinando profissionais de saúde em todo o território norte-americano – e recentemente em Portugal e Filipinas – na estratégia de incorporar livros e orientações bibliográficas nas atenções pediátricas primárias. (perri.lass@nyu.edu)

Sobre o fundador do IAB:
o João Batista Oliveira é psicólogo com PhD em Educação, trabalhou como professor no Brasil e no exterior. Como funcionário do Banco Mundial, em Washington, e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, trabalhou como consultor, desenvolvendo projetos na área de educação em mais de 60 países. Mais recentemente, foi consultor na revisão do documento que o Banco Mundial está elaborando para a área de políticas para a Primeira Infância. Hoje, preside o IAB.
No seminário, explorará exemplos concretos de boas políticas públicas, dirigidas a inserir o hábito de ler para crianças pequenas nas famílias, nas creches e entre seus cuidadores. Programas de distribuição de livros, de incentivo a mães crecheiras, assim a capacitação de babás e professores de pré-escola são alguns dos exemplos abordados. (jmeduc@gmail.com)

Alguns trechos de entrevistas dadas pelos palestrantes:

David Dickinson:

“É importante ler mesmo para um bebê que ainda não fala, mas não se trata de ler um conto de fadas. Os primeiros livros devem ter apenas imagens e o tempo para folheá-los deve ser breve. O importante é ler com regularidade, de preferência todos os dias, e tornar a experiência agradável”, explica David Dickinson. Os pais, diz ele, devem usar as imagens do livros como base para iniciar uma conversa com a criança: “Faça perguntas sobre a figura ou sobre a história. Não se limite a ler as palavras e virar a página.”

“A capacidade de se manter focada em uma atividade também é beneficiada pelo hábito de leitura. Quando assistimos à TV ou usamos o computador, a tecnologia prende nossa atenção. Já quando lemos um livro, precisamos fazer esse trabalho sozinhos.”

João Batista Oliveira:

“A interação com adultos é fundamental para o desenvolvimento da linguagem e o aprendizado se dá pela imitação”, diz o presidente do IAB, João Batista Oliveira. “Mas a linguagem oral tem um vocabulário restrito e uma sintaxe simplificada. O livro, por mais simples que seja, obedece às regras da linguagem escrita, que é a mesma que a criança vai encontrar na escola… E, se o vocabulário é o tijolo do pensamento, a sintaxe é a argamassa. Quanto maior o vocabulário e mais articulada a sintaxe, mais temos sobre o que pensar e mais ferramentas para fazê-lo. Essa maior capacidade de raciocínio e compreensão favorece tanto o desempenho em disciplinas como português e matemática como nas demais”, conclui o professor João Batista Oliveira.



IAB lança programas para crianças de Zero a 3 anos

O Instituto Alfa e Beto (IAB), instituição dedicada à educação, com foco especialmente em alfabetização, está lançando programas voltados para crianças na faixa de zero a 3 anos por ser essa uma etapa crítica, na qual estímulos e condições adequadas são essenciais para assegurar o pleno desenvolvimento. A quantidade e qualidade dos estímulos recebidos nessa fase podem determinar diferenças de vocabulário que variam de 3 mil a 10 mil palavras quando as crianças chegam à idade escolar. Uma desigualdade que a escola dificilmente poderá compensar e que é particularmente grave num país com disparidades sociais tão grandes como o Brasil.

Por isso o IAB se capacitou para prestar apoio a elaboração e implementação de políticas públicas para a Primeira Infância e busca parceiros para desenvolver programas que têm por objetivo estimular o hábito de leitura para essa faixa etária, sobretudo entre as famílias de nível sócio-econômico mais baixo. Esses programas prevêem, entre outras coisas: distribuição e empréstimos de livros adequados, capacitação de agentes de leitura e professores de creches; e visitas domiciliares para orientação de familiares e cuidadores sobre a importância e a melhor maneira de ler para crianças pequenas.

O programa já desenvolveu projetos em parceria com a UNESCO, o Instituto Geia e a Fundação Reach Out and Read – que promove leitura para crianças em mais de 4,5 mil hospitais dos EUA.

Na área de apoio ao desenvolvimento de políticas públicas focadas na Primeira Infância, o IAB oferece: diagnósticos e subsídios para a elaboração de políticas em todas as áreas, avaliação e formulação de propostas para a melhoria da qualidade do serviço prestado pelas creches; desenvolvimento de estratégias alternativas de atendimento e implementação de projetos de leitura. Para o aprimoramento das ferramentas utilizadas por essas políticas públicas, o IAB está estruturando um Centro de Referência que desenvolverá pesquisas relacionadas ao atendimento a crianças e famílias em diferentes contextos institucionais.

Sobre a importância de ler para bebês

A leitura é muito importante mesmo em fases muito precoces. Já durante a gestação, o bebê aprende a identificar vozes, ritmos e características da língua que aprenderá a falar. Com poucas semanas, identifica textos e cantigas que a mãe lia, recitava ou cantarolava durante a gravidez.

Mesmo antes de aprender a ler, o contato com livros e com a leitura feita por adultos ajuda a criança a aprender uma linguagem diferente — e mais complexa — do que a usada no dia a dia. Os livros desempenham várias funções que vão muito além de uma boa conversa. Eles introduzem diferentes maneiras de comparar e apreender o mundo, já que os objetos reais são representados por meio de figuras, palavras e sinais, dando início a formas variadas de abstração. São diversas linguagens usadas para aprender sobre o mundo. Os livros permitem desenvolver vocabulário muito mais amplo do que o usado corriqueiramente. E o vocabulário constitui o tijolo básico da construção mental: nós pensamos a partir de conceitos, e as palavras nos permitem pensar nos conceitos.

A leitura propicia o contato da criança com estruturas sintáticas muito mais complexas do que as usadas no quotidiano. Essas estruturas possibilitam desenvolver formas mais complexas de se expressar e conhecer o mundo, favorecendo o desenvolvimento cognitivo da criança. Livros permitem aos adultos conversar com as crianças sobre uma variedade de temas muito mais ampla do que a que surge espontaneamente no dia a dia, possibilitando também novas abordagens sobre temas cotidianos, já que trazem os sentimentos, os medos, os sonhos, as emoções, as opiniões de outras pessoas, as realidades que não estão no dia a dia da criança. Livros permitem à criança se deliciar com os sons, rimas e ritmos da língua, conhecimentos que são essenciais para o futuro processo de alfabetização. Livros permitem introduzir as crianças ao mundo das letras, das palavras, das formas de expressão que mais tarde serão muito usadas na escola.

As evidências científicas sobre a importância da formação precoce do hábito de leitura são impressionantes. Uma delas trata do vocabulário. As crianças começam a falar entre 15 e 18 meses. Já aos 20 meses de idade, a diferença de vocabulário entre crianças variar de 200 a 600 palavras – dependendo do nível socioeconômico das famílias. Essa diferença vai só aumentando – quando chegam ao ensino fundamental, já se criou um fosso insuperável. Livros e leitura podem ajudar a reduzir esse fosso e a reduzir as desigualdades sociais. Eles são um poderoso mecanismo de redução de desigualdades sociais e do círculo vicioso da transmissão da pobreza. Outra evidência impressionante: as crianças que aos 3 anos de idade já possuem o hábito de leitura em família apresentam, aos 10 anos, desempenho escolar superior ao de crianças que não adquiriram esse hábito. Isso ocorre em todas as classes sociais.

Biblioteca do Bebê na Bienal do Livro de São Paulo

Além do seminário, o IAB apresenta na Bienal Internacional do Livro (entre 12 e 22 de agosto) a Biblioteca do Bebê, onde serão feitas demonstrações das melhores técnicas de leitura para as diferentes faixas etárias entre zero e quatro anos, ou seja, aquelas que propiciam estímulos mais eficientes para o desenvolvimento infantil em cada etapa. A demonstração será complementada com o lançamento de uma cartilha explicativa sobre a melhor maneira de ler para cada idade, uma coleção de livros adequada para crianças de até 3 anos e um catálogo com os “Guia IAB de Leitura para a Primeira Infância: os 600 livros que toda criança deveria ler antes de entrar na escola”.

Lançamentos do IAB para a Primeira Infância

“Guia IAB de Leitura para a Primeira Infância:
Os 600 livros que toda criança deve ler antes de entrar para a escola”

O IAB lança agora em agosto o catálogo “Os 600 livros que toda criança deve ler antes de entrar para a escola”. O objetivo é estimular o hábito de leitura em família, com a meta de ler para as crianças de seis meses a seis anos 100 livros por ano, dois por semana. Ler para crianças pequenas é fator essencial para assegurar o desenvolvimento da linguagem, do vocabulário, da sintaxe e, dessa forma, melhor preparar as crianças para ter sucesso na escola.

O catálogo visa orientar pais, educadores e bibliotecas sobre os tipos de livros e leituras adequados para cada idade. Para isso, a publicação traz as obras organizadas em seis faixas etárias, de 1 a 6 anos, com cerca de cem títulos para cada uma. Cada obra é apresentada com uma resenha e indicações a respeito dos temas abordados.

Outro objetivo é oferecer às crianças brasileiras um conjunto mínimo de leituras que lhe possibilitem um conhecimento amplo do mundo, do funcionamento dos objetos, da nossa cultura, da cultura universal, enfim, um fundo comum de conhecimentos que toda criança brasileira deve adquirir. Para isso, inclui não apenas livros de literatura, mas também livros informativos, descritivos e livros sem textos para bebês.

O catálogo foi desenvolvido com a colaboração de dois painéis de especialistas representando diferentes enfoques e pontos de vista – literatura geral, literatura infantil, ilustração, editoração, psicologia do desenvolvimento e educação.

IAB lança cartilha e vídeo sobre como ler para bebês

O IAB está lançando também a cartilha Primeira Infância Primeiras Leituras, que explica as melhores técnicas de ler para bebês e crianças pequenas, interagindo com elas de forma a estimular ao máximo o desenvolvimento de cada fase. Escrita com linguagem simples e clara, a publicação traz exemplos concretos fáceis de utilizar. Mesmo pessoas com pouca escolaridade e dificuldade de leitura podem ler e estimular seus filhos a ler, desde pequenos. Na cartilha, pais e educadores encontrarão informações simples e práticas sobre o que ler, como ler, por que ler, onde ler e quando ler para crianças.

Com o mesmo objetivo, está sendo lançado o DVD “Leitura desde o Berço: Como ler para bebês”, que traz exemplos concretos de pais, mães, babás, avós lendo para crianças de 6 a 36 meses. Também apresenta informações e dicas concretas sobre como os adultos podem ajudar o desenvolvimento da linguagem e do vocabulário das crianças lendo de forma interativa, espichando conversa, estimulando a criança a participar ativamente da leitura e, dessa forma, adquirir o hábito e o gosto pela leitura.

A Coleção Pequenos Leitores

O Instituto Alfa e Beto (IAB) lançará na Bienal a Coleção Pequenos Leitores. Trata-se de um conjunto de 12 livros destinados a crianças de 6 a 36 meses. Essa faixa etária está dividida em sub-faixas de seis em seis meses, com livros específicos para cada uma: sem texto, com palavras ou com pequenas histórias. O objetivo da coleção é ilustrar os tipos de livros adequados às diferentes faixas etárias, bem como demonstrar como os pais podem usar esses materiais para ler para as crianças, desde o berço. Na contracapa são apresentadas orientações para leitura, adequadas para as diferentes idades.

20/08/2010 Posted by | Agenda cultural, Lançamentos editoriais, Mais cultura | Deixe um comentário

:: Mia Couto apresenta palestra

Renomado escritor, sexto ocupante da cadeira número cinco da Academia Brasileira de Letras e uma das principais atrações da 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo privilegia a comunidade acadêmica através da exposição de seus conhecimentos.

No dia 23 de agosto de 2010, das 14h30 às 16h, no auditório do Centro de Pós-graduação da UNINOVE, o escritor de origem moçambicana que mais possui obras traduzidas apresentará aos públicos discente e docente da Instituição uma aula Magna de abertura do semestre letivo, Doutorado e Mestrado em Educação da UNINOVE, com o tema “Línguas que não sabíamos que sabíamos”.

António Emílio Leite Couto, mais conhecido como Mia Couto, iniciou sua carreira ainda jovem, aos 14 anos de idade, quando teve alguns poemas publicados no jornal “Notícias da Beira”. Após desistir da faculdade de Medicina, no ano de 1974, tornou-se jornalista e desde então passou a ser reconhecido mundialmente por seu talento. “Acreditamos que, para a formação de mestres e doutores qualificados, é fundamental que o corpo docente esteja empenhado em aproximar seus alunos a grandes personalidades culturais, como o ilustre escritor Mia Couto”, afirma o diretor do Programa de Mestrado/Doutorado em Educação da UNINOVE, Prof. José Eustáquio Romão.

Fortemente admirado pelos leitores brasileiros, Mia Couto participará de um debate com o autor angolano José Eduardo Agualusa, no próximo sábado, na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, às 19h.

Entre as obras publicadas pelo escritor estão seu primeiro livro de poesia, “Raiz de Orvalho”, seu principal romance, “Terra Sonâmbula”, seus contos “Vozes Anoitecidas”, “Cada Homem é uma Raça”, “Estórias Abesonhadas”, entre outros, e crônicas como “O País do Queixa Andar”. Por fim, não podemos esquecer da famosa obra “Se Obama Fôsse Africano e Outras Interinvenções”

Serviço

Palestra: “Línguas que não sabíamos que sabíamos” – Mia Couto

Local: Universidade Nove de Julho, Auditório do Centro de Pós-graduação, situado na Av. Francisco Matarazzo, 612, Água Branca, São Paulo – SP

Inscrições: até 20/08, às 12h, através do e-mail, douglasmello@uninove.br.

Obs.: As vagas são limitadas.

19/08/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário

:: 5º. Festival Sertanejo começa nesta sexta-feira em Jacareí

23 canções inéditas e com temática sertaneja de raiz foram selecionadas. O Festival Sertanejo será realizado entre os dias 20 e 22 de agosto, no EducaMais Centro, com entrada gratuita. Além dos concorrentes, haverá shows de artistas convidados como o sanfoneiro Zé Cupido, Betinho da Viola e o Mutirão da Viola.

A cidade de Jacareí, a 80 km de São Paulo, está à procura de novos talentos na música sertaneja de raiz. Para facilitar essa missão, a Fundação Cultural de Jacarehy José Maria de Abreu irá realizar o 5º. Festival de Música Sertaneja “Diésis ‘Ranchinho’ dos Anjos Gaia” entre amanhã (sexta-feira, dia 20) e domingo, 22. As 23 músicas selecionadas entre as inscritas serão apresentadas nestas sexta e sábado no EducaMais Espaço Centro (antigo Trianon), localizado na Rua Ramira Cabral – Centro, com entrada gratuita. Além dos concorrentes, haverá apresentações de artistas convidados, como o sanfoneiro Zé Cupido, Betinho da Viola e Mutirão da Viola, entre outros.

Foram selecionadas canções de participantes de 10 cidades: Jacareí, São José dos Campos, Sumaré, Tremembé, Taubaté, Santa Branca, Guararema, São Sebastião, Campo Limpo Paulista (SP) e Conceição dos Ouros (MG). As músicas são inéditas e com temática sertaneja de raiz.
No dia 22 haverá premiação em dinheiro e entrega de troféus e medalhas aos vencedores. O valor do prêmio será de R$ 1.000,00, R$ 700,00 e R$ 400,00, do 1º. ao 3º. colocado. Já para melhor intérprete e compositor, a premiação é de R$ 250,00. Além dos prêmios em dinheiro, haverá entrega de troféus. Os dez primeiros lugares ganharão medalhas, além do certificado de participação, que será entregue a todos os inscritos no Festival.

Na sexta-feira, 20, serão apresentadas onze músicas e selecionadas as cinco finalistas. Os convidados da noite são o Rincão Sertanejo, que faz o show de abertura às 19h00, e o Mutirão de Viola. No sábado, 21, segundo dia da eliminatória, será a vez das outras 12 escolhidas, que resultarão em mais cinco finalistas. Haverá shows de Rancho da Viola Branca e Ranchinho da Serra.

Já a final, no domingo, começa com show do Cantinho da Viola. Na sequência, serão apresentadas as dez melhores músicas, escolhidas nos dois dias de Festival. Durante a apuração das notas, os cantores Léo e Betinho da Viola e o sanfoneiro Zé Cupido farão shows para o público.
Homenagem – O Festival Sertanejo de Jacareí faz homenagem a um filho ilustre da cidade: Diésis dos Anjos Gaia, o Ranchinho (1913-1991). Nascido em Jacareí, o artista formou com o mineiro Murilo Alvarenga a dupla Alvarenga & Ranchinho, uma das mais populares do país entre os anos 1930 e 1950.

A dupla ficou famosa por “disparar” farpas com composições políticas irônicas e bem humoradas como “Romance de uma caveira”. Alvarenga & Ranchinho começaram em 1929 com apresentações em circos e depois fizeram sucesso por dez anos no Cassino da Urca (RJ).

19/08/2010 Posted by | Agenda cultural, Mais cultura | Deixe um comentário